Itajaí, Santa Catarina
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Avell Desvio Rubro2026
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Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil  ·  2023
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Mini KingNavegantes, Brasil  ·  2022
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Mesa Lateral Pangea Série 012021
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 022023
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio2025
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 —
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 012025
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa2023
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 012025
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 012025
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara2025
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara2025
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Arandela Kûara2025
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Vaso Pingos2024
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Castiçal Pingos2024
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Fruteira Pingos2024
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02
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Banco Plasm2026
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 022025
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
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Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
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Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
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FairyMay CampecheCampeche, Florianópolis, Brasil
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Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
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Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
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Casa Dexco — São Paulo, Brasil
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Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
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Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
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Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
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Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria — Penha, Brasil
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Dimarmo - Recepção — Penha, Brasil
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Stand Invicta — São Paulo, Brasil
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Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
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AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
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AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
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Apartamento em ItajaíItajaí, Brasil
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Central de Vendas ARRKA — Balneário Camboriú, 2023
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Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
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Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
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[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
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Apartamento Decorado Arrka — Balneário Camboriú, Brasil
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Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil
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EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
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Apartamento Frente Mar — Navegantes, Brasil
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Mini King — Navegantes, Brasil
Mini KingNavegantes, Brasil
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Moraes & Araújo Advocacia — Florianópolis, Brasil
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Mademoiselle Hair Salon — St. Augustine, United States
Mademoiselle Hair SalonSt. Augustine, United States
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meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
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meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
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Primeira Sede JBARQ — Itajaí, Brasil
Primeira Sede JBARQItajaí, Brasil
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Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil
Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil
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Quarto do bebê Theo — Navegantes, Brasil
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Habitat Deca — Itapema, Brasil
Habitat DecaItapema, Brasil
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Habitat DecaItapema, Brasil
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 —
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
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Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
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Tapete Protozoa
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Tapete Protozoa
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Tapete Protozoa
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
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Luminária de Piso Kûara
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Luminária de Piso Kûara
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Luminária de Piso Kûara
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Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
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Luminária de Piso Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

Estudio

Itajaí, Santa Catarina

Forbes Under 30 en 2024, el arquitecto, diseñador, conferencista, profesor universitario y columnista Jeferson Branco es una de las voces más expresivas de la nueva generación del diseño brasileño. Al frente de la dirección creativa del estudio que lleva su nombre, Jeferson Branco Arquitetura, con sede en Itajaí (SC), con actuación en todo Brasil y presencia internacional, construye una trayectoria marcada por la autoría, por la valorización de la materia prima nacional y por una lectura sofisticada de las transformaciones socioculturales de nuestro tiempo.

Su formación combina técnica y sensibilidad. Graduado en Arquitectura y Urbanismo, Jeferson cursó parte de la carrera en la California Baptist University, en California (EE. UU.), y realizó prácticas en el estudio D-Scheme Studio, en San Francisco, experiencias que ampliaron su visión de mundo y consolidaron su enfoque global, sin renunciar a una identidad profundamente latina y brasileña.

El reconocimiento nacional llegó todavía durante la carrera, con el primer lugar general en el 22º Concurso Estudos Deca, en São Paulo, y el primer lugar en la categoría Estación de Metro, premios que lo llevaron a debutar en CASACOR Santa Catarina 2018 con el proyecto Habitat Deca, aún como estudiante. El espacio, que proponía un baño sin género como manifiesto por la inclusión y por la adaptación de la arquitectura a los cambios sociales, anticipaba la naturaleza cuestionadora y sensible que marcaría toda su producción, influyendo incluso en directrices posteriores del concurso, que pasaron a incluir la obligatoriedad de propuestas de inclusión de género.

Desde entonces, Jeferson participó en diversas ediciones de la muestra, incluidos el loft meu.coração.queima y el bar t3chno.DELTA, articulando siempre estética, tecnología y discurso social. Su obra se destaca por unir pensamiento conceptual y ejecución rigurosa, reflejando una práctica que entiende el proyecto como narrativa y como acto de contar historias: un diálogo entre materia, memoria y comportamiento.

En los últimos años, el estudio expandió su actuación a diferentes escalas, de edificios residenciales en altura e interiores a mobiliario, luminarias y objetos de diseño. Sus colecciones, como las luminarias Kûara, las alfombras Protozoa, las mesas auxiliares Irupé y Runa, y el banco Mercúrio, exploran las fronteras entre arte y diseño con una mirada poética y experimental. Trabajando con rocas brasileñas reaprovechadas, aluminio fundido, madera de reforestación y PET retirado de los océanos, el arquitecto construye un lenguaje que funde ancestralidad y futurismo, naturaleza y tecnología, brasilidad y sofisticación.

En 2025, Jeferson integró el elenco nacional de 20 profesionales invitados a firmar la Casa Dexco, muestra que ocupó el Conjunto Nacional, en São Paulo, con curaduría de Allex Colontonio y André Rodrigues (Decornautas). Su interpretación del tema Neomodernismo reforzó la madurez de su investigación estética, con volúmenes escultóricos, equilibrio cromático y una materialidad que evoca el pasado reinterpretado por la mirada contemporánea.

Consolidando su relevancia en el escenario nacional, cerró el año 2025 como ganador del concurso para el pabellón de Santa Catarina en la Bienal de Arquitetura Brasileira, reafirmando su compromiso con la valorización de la arquitectura regional en diálogo con lo contemporáneo.

Además de las muestras, sus piezas de diseño vienen ganando destaque en importantes medios y ferias nacionales e internacionales, como la colección Kûara en Maison&Objet, durante la semana del diseño de París, la colección Luiz Antonio en la semana del diseño de Milán, y publicaciones como Forbes Life Design, Casa Vogue, Casa e Jardim, Elle Decor y Bazaar Interiores Brasil. La mesa de pared Irupé, por ejemplo, fue publicada en la Forbes Life Design de noviembre de 2024, mientras que la alfombra Protozoa integró la selección 10+ de Casa e Jardim.

Su investigación parte de una mirada sociológica y filosófica sobre el comportamiento humano y sobre cómo esa relación se transforma en producto, campo que profundiza en su posgrado en Mercado y Comportamiento en el Siglo XXI, orientado por Luiz Felipe Pondé en la FAAP, y también en su actuación como profesor en la Universidade Presbiteriana Mackenzie, en cursos de posgrado sobre inteligencia artificial aplicada a la arquitectura. Esa investigación desemboca en piezas y proyectos que reflejan el espíritu del tiempo. Al analizar los cambios en las relaciones entre personas, objetos y espacios, Jeferson propone una arquitectura emocionalmente inteligente, que traduce el modo contemporáneo de habitar, trabajar y sentir.

Entre sus temas recurrentes están la tensión entre naturaleza y tecnología, el maximalismo tropical y el retrofuturismo latino, que el arquitecto entiende como expresiones legítimas de una generación que busca autenticidad y representatividad en los espacios que ocupa. La exuberancia tropical, reinterpretada con rigor geométrico y precisión constructiva, aparece como firma en sus proyectos.

El trabajo de Jeferson Branco está movido por historias que nacen de la observación atenta del mundo y de la creencia de que arquitectura y diseño son herramientas de narrativa, identidad y transformación cultural a través de formas, colores y texturas.

Avell Desvio Rubro

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Avell Desvio Rubro

ClienteAvell
ProgramaPop-up Store
Año2026
TipologíaExposición | Instalación | Retail
RegistroFotografía
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Methisa Lazzaris
FotografíaEverson Martins

Avell Desvio Rubro es una instalación concebida como plataforma curatorial para discutir tecnología, deseo y crisis climática. Desarrollado para CASACOR Santa Catarina 2026, el ambiente que llegó a la portada reúne arquitectura, arte, diseño e industria dentro de un campo cromático integralmente rojo.

El color ocupa piso, paredes, techo, mobiliario y luz. Esa continuidad elimina referencias domésticas inmediatas y produce una experiencia de inmersión. Superficies reflectantes, elementos tecnológicos y volúmenes de fuerte presencia alteran la percepción de profundidad y mantienen al cuerpo consciente de su posición en el espacio.

El proyecto observa la tensión entre la promesa de una vida optimizada por la tecnología y los impactos materiales de esa aceleración. Equipos, pantallas y componentes digitales conviven con obras y piezas de diseño brasileño, formando un conjunto que acerca innovación, producción, consumo y memoria.

La curaduría reúne nombres como Irmãos Campana y Cris Bertolucci, además de otros autores brasileños. Las piezas no aparecen como objetos aislados, pues participan de la construcción de escenas, relaciones y preguntas. La arquitectura funciona como estructura editorial y determina aproximaciones entre trabajos de orígenes y escalas diferentes.

La alianza con Avell y NVIDIA GeForce Brasil incorpora la tecnología al propio proceso de concepción y a la experiencia del visitante. Desvio Rubro propone un interior intenso, crítico y sensorial, en el cual futuro y emergencia ambiental se presentan como fuerzas simultáneas.

Avell Desvio Rubro, interiores — foto 1
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 2
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 3
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 4
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 5
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 6
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 7
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 8
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 9
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 10
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 11
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 12
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 13
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 14
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 15
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 16
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 17
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 18
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 19
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 20
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 21
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 22
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 23
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 24
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 25
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 26
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 27
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 28
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 29
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 30
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 31
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 32
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 33
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 34
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 35
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 36
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 37
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 38
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 39
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 40
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 41
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 42
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 43
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 44
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 45
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 46
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 47
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 48
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 49
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 50
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Maycampeche

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FairyMay Campeche

Campeche, Florianópolis, Brasil
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Guilherme Lugarini; Welysson Fernando
ClienteFairyland y May Campeche
Año2024
TipologíaComercial | Retail | Restaurante
RegistroFotografía
FotografíaDenilson Machado

FairyMay Campeche fue concebido como un interior comercial inmersivo en Campeche, en Florianópolis. El proyecto utiliza color, luz, escala y repetición para construir una atmósfera de fantasía con lenguaje contemporáneo, evitando referencias literales y escenográficas.

La circulación funciona como secuencia narrativa. Cambios de geometría, encuadres y planos cromáticos conducen al visitante y revelan distintas situaciones de uso. Cada ambiente posee identidad propia, pero permanece ligado al conjunto por una paleta continua y por elementos que reaparecen en nuevas proporciones.

Las superficies curvas reducen la rigidez de los límites y acercan arquitectura, mobiliario y comunicación visual. La iluminación se incorpora a los volúmenes, destaca transiciones y crea puntos de intensidad sin depender de una luz general uniforme. Reflejos y transparencias amplían la percepción del espacio y producen nuevas capas de lectura.

El proyecto trabaja la idea de encantamiento por medio de la precisión. Detalles, encuentros, colores y objetos se organizan para sostener la experiencia comercial y facilitar la operación, la exposición y la permanencia. El aspecto lúdico nace de la relación entre los elementos, sin comprometer la claridad funcional.

La arquitectura crea un lugar reconocible, adecuado a la comunicación digital y a la experiencia presencial, con potencial para permanecer en la memoria de quien lo atraviesa.

FairyMay Campeche, interiores en Campeche — foto 1
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Pavilhão de Santa Catarina

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Pavilhão de Santa Catarina

São Paulo, Brasil
ClienteBienal de Arquitetura Brasileira
ProgramaLiving; Cozinha; Lavanderia; Suíte; Homeoffice; Lavabo
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
Año2026
TipologíaExposición | Pabellón
RegistroFotografía
FotografíaEverson Martins; Denilson Machado

Esta es la propuesta ganadora del concurso para la autoría y curaduría del Pabellón de Santa Catarina en la primera Bienal de Arquitectura Brasileña. El proyecto parte de la imposibilidad de representar el estado por una imagen única y propone una lectura construida por diferencias, desplazamientos y relaciones.

La curaduría reúne arquitectura, territorio, modos de producción y cultura material en núcleos que pueden recorrerse sin un orden cronológico fijo. Proyectos, documentos, objetos, imágenes y testimonios forman un campo de investigación abierto, en el cual referencias históricas conviven con prácticas contemporáneas.

La expografía actúa como instrumento editorial. Soportes, planos e intervalos organizan aproximaciones entre trabajos de escalas distintas, permitiendo lecturas rápidas e investigaciones más demoradas. El recorrido preserva vacíos y cruces, condición que favorece encuentros entre contenidos y visitantes.

La identidad del pabellón evita la síntesis folclórica y observa Santa Catarina como territorio plural, formado por litoral, interior, industria, paisaje, migraciones y diferentes tradiciones constructivas. Esas capas aparecen a través de las obras seleccionadas y de las relaciones establecidas por el montaje.

El proyecto posiciona el pabellón como espacio de debate. La arquitectura expositiva, la investigación y la curaduría operan en conjunto para presentar la producción catarinense dentro de una discusión brasileña contemporánea.

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Casa Dexco

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Casa Dexco

São Paulo, Brasil
ClienteDexco
Año2025
TipologíaExposición | Baño
RegistroFotografía
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaDenilson Machado

Ânima investiga la sala de baño como espacio de observación del cuerpo, de la memoria y de las transformaciones acumuladas a lo largo del tiempo. Desarrollado para la Casa Dexco 2025, en el Conjunto Nacional, el ambiente articula materialidad, luz y vegetación para construir una experiencia de interioridad.

El piso a rayas rojas y blancas establece el orden gráfico del proyecto. Su geometría atraviesa el espacio y contrasta con paredes de trazado fluido, recortes orgánicos y planos que se aproximan sin formar un límite rígido. La composición conduce al visitante por una secuencia de encuadres y altera la percepción de escala.

El rojo aparece como referencia al modernismo brasileño y a la cultura visual latinoamericana. Aplicado en grandes superficies, asume una función arquitectónica y organiza la relación entre estructura, objetos y cuerpo. La presencia del blanco preserva intervalos de luz y amplía la lectura de las curvas.

En lugar de una imagen entera, el espejo presenta una superficie fracturada. Las fisuras fragmentan el reflejo y transforman la imperfección en elemento central del ambiente. La pieza registra el paso del observador y propone una lectura del cuerpo formada por capas, marcas y cambios.

Cobogós y aberturas filtran la iluminación, mientras la vegetación tropical ocupa hendijas y bordes. La luz recorre hojas, superficies minerales y planos de color, produciendo variaciones a lo largo del día. El proyecto reúne referencias modernas, materia brasileña y una espacialidad sensorial dentro de una sala de baño concebida como territorio de identidad.

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Clínica Munaretto

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Clínica Munaretto

Barra Velha, Brasil
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteClínica Munaretto
Año2025
TipologíaSalud | Clínica
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores, proyecto ejecutivo y supervisión de obra
FotografíaEverson Martins

La Clínica Munaretto fue proyectada para reunir atención, espera, consultorios, procedimientos y apoyo en un ambiente de lectura clara y atmósfera controlada. La organización espacial prioriza recorridos directos, privacidad e integración entre arquitectura, iluminación y sistemas técnicos.

La recepción concentra la identidad del proyecto. Superficies minerales, volúmenes de diseño preciso y luz indirecta forman una composición serena, sin recurrir al repertorio visual convencional de los ambientes clínicos. Puertas mimetizadas, zócalos empotrados y encuentros continuos reducen las interrupciones y refuerzan la percepción de unidad.

Los vidrios translúcidos filtran las vistas entre la circulación y las salas, preservando la entrada de luz. La elección de los diferentes grados de transparencia responde a las necesidades de cada ambiente y crea profundidad incluso en los tramos más compactos de la planta.

Los materiales de alta resistencia aparecen con acabado táctil. Revestimientos, porcelanatos, metales y superficies lavables fueron compatibilizados con las exigencias de mantenimiento, acústica y uso intensivo. La iluminación combina niveles generales confortables con focos destinados al trabajo técnico.

El resultado aproxima precisión funcional y sensación de acogida. Cada elemento participa de la rutina clínica y contribuye a una experiencia continua desde la llegada, con identidad propia y bajo ruido visual.

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Dimarmo — Boardroom

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Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria

Penha, Brasil
ClienteDimarmo Marmoraria
Año2024
Área32 m²
TipologíaComercial
RegistroFotografía
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando
FotografíaRomário Couto

En apenas 32 m², el proyecto para Dimarmo transforma la piedra de producto expuesto en materia arquitectónica.

El espacio fue construido a partir de la propia naturaleza geológica de las rocas. Capas, cortes, vetas, espesores y superficies orientan el diseño y crean una atmósfera densa, casi mineral. La arquitectura trabaja con la sensación de entrar en una materia excavada, donde cada plano revela una nueva lectura de la piedra.

El travertino recorre las paredes en grandes placas colocadas una al lado de la otra. El dibujo horizontal de las vetas crea continuidad entre las piezas y hace que la superficie asuma la escala de un paisaje. Los bordes superiores permanecen irregulares, preservando una presencia bruta que evidencia el origen natural del material.

Perfiles verticales interrumpen esa continuidad en intervalos precisos y revelan la lógica de montaje. La tectónica permanece visible. Piedra, estructura y encuentro son tratados como partes del mismo diseño.

En contraste, volúmenes oscuros aparecen como elementos monolíticos. El bar, el lavamanos y los planos verticales concentran materiales de mayor densidad cromática y crean puntos de profundidad dentro del espacio. En el aseo, un cilindro de piedra funciona como lavabo y pedestal, mientras otro volumen suspendido repite la misma geometría encima de él. El espejo ovalado atraviesa la composición y multiplica reflejos, texturas y luz.

La iluminación fue incorporada a la materia. Fuentes indirectas recorren el límite irregular de las placas y revelan sus relieves. En otros puntos, la luz atraviesa el espesor de la piedra y evidencia dibujos que durante el día permanecen silenciosos. El ambiente cambia de lectura conforme la iluminación se transforma.

El área de atención ocupa el centro del espacio con grandes superficies minerales de distintas tonalidades. La proximidad entre mesa, bar, pared y piso crea una experiencia inmersiva, donde la variedad de las rocas puede percibirse por el color, el tacto, el brillo, la temperatura y el peso visual.

El proyecto entiende el showroom como un lugar de contacto directo con la materia. Cada piedra presenta su propia formación, sus imperfecciones y su tiempo.

La arquitectura solo crea las condiciones para que esa historia permanezca visible.

Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores en Penha — foto 1
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores en Penha — foto 2
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Dimarmo — Reception

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Dimarmo - Recepção

Penha, Brasil
Año2025
ClienteDimarmo Marmoraria
ProgramaArquitectura de interiores, showroom y experiencia de marca
Área32 m²
EquipoJeferson Branco, Beatriz Corazza, Welysson Fernando
FotografíaRomário Couto
RegistroFotografía

En apenas 32 m², el proyecto para Dimarmo transforma la piedra de producto expuesto en materia arquitectónica.

El espacio fue construido a partir de la propia naturaleza geológica de las rocas. Capas, cortes, vetas, espesores y superficies orientan el diseño y crean una atmósfera densa, casi mineral. La arquitectura trabaja con la sensación de entrar en una materia excavada, donde cada plano revela una nueva lectura de la piedra.

El travertino recorre las paredes en grandes placas colocadas una junto a otra. El dibujo horizontal de las vetas crea continuidad entre las piezas y hace que la superficie asuma la escala de un paisaje. Los bordes superiores permanecen irregulares, preservando una presencia bruta que evidencia el origen natural del material.

Perfiles verticales interrumpen esa continuidad en intervalos precisos y revelan la lógica de montaje. La tectónica permanece visible. Piedra, estructura y encuentro son tratados como partes del mismo diseño.

En contraste, volúmenes oscuros aparecen como elementos monolíticos. El bar, el lavamanos y los planos verticales concentran materiales de mayor densidad cromática y crean puntos de profundidad dentro del espacio. En el aseo, un cilindro de piedra funciona como lavabo y pedestal, mientras otro volumen suspendido repite la misma geometría sobre él. El espejo oval atraviesa la composición y multiplica reflejos, texturas y luz.

La iluminación fue incorporada a la materia. Fuentes indirectas recorren el límite irregular de las placas y revelan sus relieves. En otros puntos, la luz atraviesa el espesor de la piedra y evidencia dibujos que durante el día permanecen silenciosos. El ambiente cambia de lectura a medida que la iluminación se transforma.

El área de atención ocupa el centro del espacio con grandes superficies minerales de diferentes tonalidades. La proximidad entre mesa, bar, pared y piso crea una experiencia inmersiva, donde la variedad de las rocas puede percibirse por el color, el tacto, el brillo, la temperatura y el peso visual.

El proyecto entiende el showroom como un lugar de contacto directo con la materia. Cada piedra presenta su propia formación, sus imperfecciones y su tiempo.

La arquitectura solo crea las condiciones para que esa historia permanezca visible.

Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 1
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 2
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 3
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 4
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 5
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 6
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 7
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 8
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 9
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 10
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 11
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 12
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 13
Dimarmo - Recepção, interiores en Penha — foto 14

Lumini

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Lumini

Navegantes, Brasil
ClienteDinamize Empreendimentos
TipologíaResidencial multifamiliar
RegistroFotografía | Renders
AlcanceFachada y arquitectura de interiores de las áreas comunes
Año2023–2025
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaArchivo Jeferson Branco Arquitetura

El Lumini Residence desarrolla una identidad residencial a partir de la luz, la repetición y el color. La fachada está organizada por una malla regular de aberturas y balcones, atravesada por un núcleo vertical que recibe una composición gráfica propia y actúa como referencia urbana.

Las franjas cromáticas varían a lo largo de la torre de circulación. Tonos terrosos, grises y verdes aparecen en módulos de alturas diferentes, evitando una repetición mecánica entre los pisos. Brise-soleil de aluminio oscuro profundizan las sombras y refuerzan la lectura vertical del edificio.

La base acerca arquitectura y paisaje por medio de canteros, bancos integrados y superficies continuas. Los accesos reciben encuadres claros e iluminación incorporada, creando una transición reconocible entre calle, hall y áreas comunes.

En los interiores, la misma paleta reaparece en proporciones controladas. Madera, piedra y planos de color organizan el salón de fiestas y el hall, mientras la iluminación lineal acompaña encuentros, nichos y planos de circulación. El conjunto preserva la unidad sin repetir literalmente la fachada.

El proyecto utiliza recursos simples como color, sombra, módulo y vegetación para construir presencia. El edificio se vuelve legible en el tejido urbano y mantiene una atmósfera doméstica en las áreas de uso colectivo.

Lumini, edificio en Navegantes — foto 1
Lumini, edificio en Navegantes — foto 2
Lumini, edificio en Navegantes — foto 3
Lumini, edificio en Navegantes — foto 4
Lumini, edificio en Navegantes — foto 5
Lumini, edificio en Navegantes — foto 6
Lumini, edificio en Navegantes — foto 7
Lumini, edificio en Navegantes — foto 8

Royal Residence

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Royal Residence

Navegantes, Brasil
ClienteDinamize Empreendimentos
Año2022–2024
TipologíaResidencial multifamiliar
RegistroFotografía | Renders
AlcanceFachada, áreas comunes y arquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaArchivo Dinamize Empreendimentos; Jeferson Branco Arquitetura

El Royal Residence trabaja repetición, sombra y profundidad. Balcones, planos verticales, brises y encuadres forman un orden continuo, interrumpido por diferencias de color y espesor. El edificio mantiene una lectura clara a la distancia y revela detalles a medida que uno se aproxima.

La paleta utiliza tonos minerales y acentos cromáticos para construir identidad sin depender de elementos aplicados. Color y material participan del volumen, marcan los accesos y refuerzan la percepción de los diferentes planos. La vegetación acompaña la base y los espacios colectivos, conectando la escala del edificio al uso cotidiano.

En los interiores, madera, piedra y superficies de tonalidad cálida prolongan la investigación de la fachada. Hall, salón de fiestas, espacio infantil y gimnasio reciben soluciones específicas, ligadas por un mismo sistema de proporciones, iluminación y acabados. La continuidad reduce la sensación de ambientes aislados y establece una narrativa común para el conjunto.

El proyecto trata la experiencia residencial desde la llegada hasta los espacios de convivencia. La arquitectura funciona como identidad del desarrollo y como estructura para la vida colectiva, articulando memoria moderna, materialidad local y uso contemporáneo.

Royal Residence, edificio en Navegantes — foto 1
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Stand Invicta

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Stand Invicta

São Paulo, Brasil
ClienteNewell Brands
ProgramaABUP Show
Área207 m²
Año2025
TipologíaArquitectura efímera | Exposición
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores, experiencia de marca y supervisión de montaje
EquipoJeferson Branco Arquitetura feat. Estúdio Leonardo Zanatta

El stand de Invicta en ABUP Show 2025 fue concebido para presentar un nuevo posicionamiento de la marca por medio de un acto de revelación. En 207 m², una larga cortina verde bordea el programa y sustituye la fachada convencional por una superficie móvil, continua y parcialmente enigmática.

La estrategia acerca la arquitectura expositiva a la escenografía de moda. En lugar de ofrecer una lectura inmediata de todo lo que ocurre en el interior, el perímetro libera fragmentos, crea accesos puntuales y hace que la aproximación sea conducida por la curiosidad. El stand no se presenta de una sola vez. Se deja descubrir por capas.

El descorrer de la cortina es literal y conceptual. Al atravesar el tejido, el visitante encuentra galerías iluminadas para los productos, espacios de encuentro y salas de reunión protegidas por nuevas curvas de cortina. La flexibilidad del material permite alternar apertura y privacidad sin recurrir a una secuencia rígida de paredes.

En el centro, una gran estructura luminosa suspendida funciona simultáneamente como identificación, instalación y referencia de escala. Barras horizontales de luz y planos reflectantes fragmentan la palabra Invicta, multiplican el movimiento de las personas y vuelven el stand reconocible a la distancia dentro del pabellón.

El verde organiza piso, tejido, vitrinas y atmósfera. La concentración cromática evita la dispersión visual común en las ferias y crea un campo estable para los productos, presentados en nichos claros y retroiluminados. Blanco, vidrio y reflejos metálicos aparecen como contrapuntos precisos.

La simplicidad formal depende del acabado, de la repetición y del control del recorrido. La arquitectura trabaja con misterio sin impedir el acceso, con teatralidad sin recurrir al exceso y con privacidad sin producir aislamiento.

El resultado transforma el cambio de identidad de Invicta en experiencia física. Entrar, atravesar, abrir y descubrir se vuelven acciones asociadas a la marca, mientras el stand opera como espacio comercial, escenografía y dispositivo de comunicación.

Stand Invicta en São Paulo — foto 1
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Stand Invicta en São Paulo — foto 5
Stand Invicta en São Paulo — foto 6

Admirá

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Admirá

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
TipologíaResidencial multifamiliar | Áreas de Ocio
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores | Áreas de ocio
Área980 m²
Año2024
EquipoJeferson Branco; Henrique Marcelino; Jonathan Grim; Brigitte Dirschnabel; Larissa Carvalho; Letícia Silva; Welysson Fernando
FotografíaEverson Martins

En 980 m², el Admirá organiza el ocio como una secuencia de cambios de ritmo. Hay espacios para el encuentro, la permanencia, el baño, la contemplación y la pausa, conectados por un lenguaje material que acompaña al residente a lo largo de distintos momentos del día.

La experiencia comienza en la llegada. Incluso los espacios de circulación y el garaje reciben un tratamiento gráfico propio, con una paleta de tonos minerales que dibuja plazas de estacionamiento, paredes y pilares. Las instalaciones y la estructura permanecen visibles, incorporadas a la composición. La arquitectura reconoce la infraestructura del edificio y trabaja con ella como parte de su expresión tectónica.

En las áreas sociales, la piedra clara, la madera, el metal y las superficies neutras construyen una atmósfera táctil y serena. Los planos minerales aparecen en encimeras, paredes y volúmenes continuos. La madera cambia de función a medida que recorre el proyecto: reviste techos, estructura pérgolas, filtra la luz a través de brise-soleil y establece pequeñas zonas de abrigo.

Esa repetición crea unidad sin producir ambientes idénticos.

En los espacios gourmet, la escala doméstica acerca la cocina y el estar. Encimeras de piedra, banquetas de cuero, telas claras y objetos artesanales forman ambientes preparados para encuentros largos, donde cocinar y permanecer comparten la misma escena. La luz natural atraviesa cortinas y superficies claras, mientras los cielorrasos de madera reducen visualmente la escala y crean una sensación de acogida.

La relación entre luz y materia adquiere otra intensidad en las áreas externas. Las pérgolas dibujan sombras que se desplazan a lo largo del día sobre pisos, mobiliario y vegetación. El paisajismo aparece en diferentes alturas y densidades, construyendo filtros entre los espacios de permanencia y el paisaje vertical de Balneário Camboriú.

Junto a la piscina, el mobiliario asume geometrías de carácter escultórico y acerca el cuerpo al agua. Madera, fibras, vegetación y piedra construyen una experiencia de contacto directo con las superficies. En el spa, la luz filtrada por los brise-soleil encuentra tonos terrosos, texturas naturales y volúmenes bajos, produciendo una atmósfera silenciosa y protegida.

En el rooftop, la arquitectura se abre a la ciudad. El paisaje pasa a ocupar el fondo de la composición y los elementos construidos se vuelven puntuales: árboles, piezas de mobiliario, fuego, sombra y pequeñas agrupaciones para permanecer al aire libre.

El Admirá fue diseñado a partir de esa alternancia entre exposición y abrigo, densidad y vacío, luz y sombra. Cada ambiente ofrece una forma particular de usar el tiempo.

Contemplar, admirar y disfrutar dejan de ser solo palabras asociadas al desarrollo y pasan a suceder como experiencia espacial.

Admirá, interiores en Balneário Camboriú — foto 1
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Apartamento em Itajaí

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Apartamento em Itajaí

Itajaí, Brasil
Año2023
Área120 m²
TipologíaResidencial
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo; Jonathan Grimm
FotografíaEverson Martins

El briefing llegó casi como un ultimátum: «Ámalo o déjalo».

El apartamento de 120 m² ya no correspondía a la manera como sus habitantes querían vivir. La reforma debía responder a una pregunta bastante objetiva: ¿todavía tenía sentido permanecer allí?

La transformación fue integral. La nueva arquitectura reorganiza el apartamento a partir de la experiencia cotidiana y aproxima cocina, comedor y estar en una secuencia continua. Cocinar, recibir, trabajar y descansar pasan a compartir el mismo espacio, con distintos grados de proximidad y permanencia a lo largo del día.

La materialidad conduce esa continuidad.

La madera recorre el piso en despiece de espiga y reaparece en planos verticales, creando una base cálida para superficies de mayor densidad visual. Tonos grafito, piedra oscura, metal negro y grandes planos de carpintería definen la cocina. El azul profundo atraviesa el área social como una interrupción cromática precisa y establece otra capa de profundidad en el conjunto.

La tectónica permanece deliberadamente a la vista. Estructuras metálicas descienden del techo para sostener estantes y envolver la campana. Láminas, planos, encuentros y espesores permanecen visibles. En la isla, distintas piedras revelan peso, apoyo y encaje. La construcción participa del lenguaje del apartamento y permite que cada material sea percibido también por la manera como toca, sostiene o encuentra al siguiente.

Esa lógica llega al mobiliario y a los objetos. Estanterías abiertas acogen libros, plantas y piezas acumuladas por la vida cotidiana. Volúmenes bajos preservan la continuidad visual del estar. Piedra, madera, tejido y metal construyen una experiencia táctil marcada por distintas temperaturas, texturas y reflejos.

La reforma devolvió al apartamento algo que se había perdido: el deseo de permanecer.

La pregunta que inició el proyecto acabó respondida por el propio espacio.

Se quedaron.

Apartamento em Itajaí, interiores en Itajaí — foto 1
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Central de Vendas ARRKA

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Central de Vendas ARRKA

Navegantes, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
Área120 m²
Año2023
TipologíaCorporativo | Comercial | Residencial
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco; Henrique Marcelino; Welysson Fernando
FotografíaFabio Jr. Severo

El proyecto parte de una pregunta simple: ¿cómo debería ser el primer contacto de alguien con una futura casa?

La Central de Ventas ARRKA fue pensada para retirar de la experiencia inmobiliaria la atmósfera excesivamente comercial que suele marcar estos espacios. La atención sucede en un ambiente construido a partir de códigos domésticos, con la escala, el confort y la informalidad de una sala preparada para recibir amigos.

Los 120 m² se organizan como una sucesión de pequeñas situaciones de permanencia. Sofás generosos, sillones, mesas de comedor, bar y áreas de conversación permiten que cada encuentro encuentre su propio ritmo. La venta deja de determinar la atmósfera del espacio. El proyecto concentra la atención en la experiencia de llegar, sentarse, conversar y permanecer.

La materialidad establece diferentes grados de intimidad.

La madera rojiza construye un gran volumen que recorre paredes y techo, formando una especie de recinto dentro del propio espacio. Su continuidad refuerza la percepción de refugio y hace que los planos horizontales y verticales se lean como una única superficie. La piedra oscura surge en volúmenes bajos y densos, dibujando bases, encimeras y elementos de apoyo con fuerte presencia tectónica.

En las áreas más abiertas, superficies claras reciben la luz natural y equilibran la densidad de los materiales. Un panel ondulado introduce ritmo y profundidad por medio de la repetición vertical, mientras metal, rejilla de ratán, tejidos y piezas de mobiliario de geometrías distintas agregan nuevas escalas de textura al conjunto.

La arquitectura también trabaja con encuadres. Pasajes revestidos de madera comprimen momentáneamente el campo visual antes de revelar nuevos ambientes. Cortinas en degradés azules filtran la luz junto a la fachada. Obras de arte, objetos y piezas decorativas ocupan el espacio sin la lógica de una escenografía comercial, como elementos que podrían haber sido acumulados a lo largo del tiempo por quien vive allí.

Esa familiaridad fue el principal instrumento del proyecto.

Antes de presentar un desarrollo, la central presenta una posibilidad de vida. Un lugar donde la conversación puede empezar sin prisa, en torno a una mesa, a una obra, a un café o a una copa servida en el bar.

Central de Vendas ARRKA, interiores en Navegantes — foto 1
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Central de Vendas ARRKA, interiores en Navegantes — foto 14
Central de Vendas ARRKA, interiores en Navegantes — foto 15

Dummagram

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Dummagram

Santa Cruz do Sul, Brasil
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteDummagran Comércio de Mármores e Granitos
Año2024
Área70 m²
TipologíaComercial | Showroom
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
FotografíaEverson Martins

El showroom de Dummagran parte de una cuestión directa: ¿cómo presentar piedras naturales sin reducir su lectura a pequeñas muestras? En 70 m² distribuidos entre dos niveles, el proyecto transforma el propio espacio en catálogo y sitúa al visitante dentro de una composición construida íntegramente a partir de las posibilidades del material.

En el piso, distintas piedras forman una malla geométrica en verdes, grises y tonos minerales. La recepción surge como un bloque de piedra verdosa, marcado por cortes verticales que revelan espesor, brillo y precisión de elaboración. La escalera, revestida en material oscuro, asume una presencia monolítica y conduce al piso superior como una extensión de la exposición.

La pared principal funciona como una biblioteca mineral. Discos de distintas especies se organizan sobre el fondo de madera y reciben iluminación individual. El formato circular retira las muestras de la lógica convencional del muestrario, permite comparaciones inmediatas y crea una composición capaz de permanecer legible incluso cuando el espacio no está en atención.

La madera actúa como intervalo entre las superficies de fuerte diseño. Su tonalidad cálida establece orden y reduce la competencia entre las vetas, mientras la iluminación rasante acentúa profundidades, bordes y variaciones naturales sin uniformizar las piedras.

Escala, corte, acabado y encuentro se presentan como información de proyecto. Algunas piezas aparecen como superficies continuas. Otras son fraccionadas, ranuradas, superpuestas o iluminadas. El showroom demuestra técnicas y aplicaciones al mismo tiempo que mantiene una atmósfera próxima a la de una galería.

En lugar de construir un fondo neutro para el producto, la arquitectura asume la geología como lenguaje. Cada recorrido acerca al visitante a una condición diferente de la materia y transforma elección, comparación y especificación en una experiencia espacial.

Dummagram, interiores en Santa Cruz do Sul — foto 1
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Stand Dynamis 2023

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Stand Dynamis 2023

São Paulo, Brasil
ClienteDynamis Importadora
ProgramaIntersolar South America
Área80 m²
Año2023
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores y experiencia de marca
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaVitor Martins

Para la primera participación de Dynamis con un proyecto firmado por el estudio, la energía solar fue tratada como una experiencia de tiempo.

El proyecto parte del ciclo circadiano y de la relación directa entre luz, cuerpo y paso de las horas. El stand se organiza como un recorrido cromático que acompaña diferentes momentos del día, conduciendo al visitante por una secuencia de azul, blanco y naranja hasta llegar al atardecer.

La arquitectura nace de la repetición de planos inclinados. Cada lámina recibe una línea continua de luz y sufre una pequeña rotación con respecto a la anterior. La sucesión de esos elementos crea una estructura en movimiento aparente, formando túneles, aberturas y encuadres que se alteran conforme el visitante avanza.

La luz dibuja la tectónica del proyecto. Acompaña cada plano, evidencia su espesor y transforma la repetición constructiva en una secuencia luminosa. El efecto cambia según el punto de observación: líneas paralelas se acercan, se cruzan y desaparecen en diferentes perspectivas.

El azul define el inicio del recorrido y establece una atmósfera asociada a las primeras horas del día. Gradualmente, superficies más claras aumentan la luminosidad hasta que el naranja pasa a ocupar la arquitectura y conduce al último ambiente.

En el centro de esa trayectoria, un panel fotovoltaico aparece incorporado a la composición. El producto se presenta dentro del fenómeno que le da origen, haciendo de la captación solar parte de la narrativa espacial. A su alrededor, textos, equipos y puntos de recarga acercan tecnología, información y experiencia.

El bar cierra el recorrido en una atmósfera enteramente naranja. El cambio cromático marca el atardecer y transforma el paso por el stand en una lectura abstracta del movimiento diario del sol.

La identidad de Dynamis también orienta el diseño gráfico. El azul y el naranja dejan de funcionar solamente como colores institucionales y pasan a determinar dirección, profundidad, luminosidad y circulación.

Durante algunos minutos, caminar por el stand significa atravesar un día.

La energía deja un rastro de luz por el camino.

Stand Dynamis 2023 en São Paulo — foto 1
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Ecossistema Heli Brasil

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Ecossistema Heli Brasil

São Paulo, Brasil
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteHeli Brasil
ProgramaIntermodal
Año2024
Área180 m²
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores y experiencia de marca
FotografíaVitor Martins

El Ecosistema Heli Brasil fue concebido como un hábitat híbrido, donde tecnología, naturaleza e industria comparten una misma estructura.

En una feria marcada por la repetición de superficies gráficas y sistemas constructivos temporales, el proyecto concentra su identidad en la propia arquitectura. Una estructura metálica roja organiza los 100 m² en distintos núcleos de experiencia, abarcando áreas de exposición, encuentro, permanencia y relación con la marca.

La malla metálica establece el principal orden tectónico. Curvas, pórticos y grandes volúmenes cilíndricos forman una estructura permeable, capaz de definir ambientes sin interrumpir por completo la relación visual entre ellos. El rojo cubre piso, mobiliario, estructura y cerramientos, transformando el conjunto en una presencia cromática continua dentro del pabellón.

La vegetación ocupa la parte superior de esas estructuras y crece sobre la rigidez industrial del metal. Follajes colgantes atraviesan la malla y crean un paisaje suspendido, acercando dos universos centrales para el posicionamiento de Heli Brasil: desarrollo tecnológico y responsabilidad ambiental.

En el núcleo principal, un panel de LED curvo y translúcido acompaña la geometría de la arquitectura. Imagen, luz y estructura pasan a operar conjuntamente. La automatización luminotécnica sincroniza distintas fuentes de luz con el contenido audiovisual y altera la percepción del espacio a lo largo de la experiencia.

Los tubos luminosos aparecen sueltos dentro de las estructuras metálicas, casi como líneas de energía atravesando un organismo. Su disposición irregular introduce movimiento y contraste frente a la repetición precisa de la malla. Durante el recorrido, reflejos, transparencias, vegetación y luz producen distintos niveles de profundidad.

La materialidad acompaña el discurso ambiental del proyecto. La madera de reúso incorpora textura y memoria, mientras el metal asume protagonismo por su durabilidad, su capacidad de desmontaje y su potencial de reciclaje. La elección de los materiales considera también el ciclo posterior a la feria y la posibilidad de nuevos usos.

Las áreas de conversación aparecen protegidas por cortinas translúcidas rojas. El mobiliario blanco y las superficies transparentes crean pequeñas interrupciones dentro de la saturación cromática y ofrecen momentos de mayor intimidad dentro de una arquitectura deliberadamente abierta y comunicativa.

El proyecto transforma el posicionamiento de Heli Brasil en una experiencia física. La tecnología aparece como luz, movimiento e información. La sostenibilidad surge en la materia, en la vegetación y en la lógica constructiva. La industria se revela en la estructura que sostiene todo eso.

Un ecosistema construido para existir durante pocos días y comunicar una visión de futuro.

Ecossistema Heli Brasil en São Paulo — foto 1
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Ecossistema Heli Brasil en São Paulo — foto 15

Esatta Engenharia

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Esatta Engenharia

Navegantes, Brasil
ClienteEsatta Engenharia
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
Área40 m²
Año2023
TipologíaCorporativo | Oficina
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
FotografíaEverson Martins

En aproximadamente 40 m², la oficina de Esatta Engenharia necesitaba acomodar trabajo individual, atención, reuniones y almacenamiento sin transformar el área reducida en una secuencia de compartimentos. La respuesta parte de pocos gestos, tratados con continuidad y escala suficiente para organizar todo el conjunto.

Un volumen de madera oscura recorre el espacio y reúne armarios, nichos, pasos y superficies de apoyo. Sus encuentros redondeados suavizan la transición entre los ambientes y hacen que la carpintería sea percibida como una infraestructura continua, no como una colección de muebles independientes.

En contraste, paredes y techo reciben un verde claro de baja saturación. El color envuelve las áreas de reunión y circulación, reduce la rigidez del programa corporativo y establece una atmósfera silenciosa. Madera clara en el piso y piezas puntuales en tonos terrosos evitan que la oposición entre claro y oscuro se vuelva excesivamente gráfica.

Las divisiones transparentes preservan la profundidad visual de la oficina. Separan la sala principal y la estación compartida sin bloquear la entrada de luz ni interrumpir el eje longitudinal. La bancada oscura acompaña ese eje y refuerza la percepción de longitud, mientras la mesa redonda ocupa el área de reunión como un punto de pausa.

Nichos iluminados aparecen solo donde el proyecto necesita crear espesor, acoger objetos o marcar un paso. La iluminación no busca uniformidad absoluta. Trabaja por capas, valorizando la curvatura de la madera y produciendo zonas de mayor concentración dentro de una base difusa.

La precisión del proyecto está en la reducción de elementos y en la repetición controlada de materiales. Al tratar almacenamiento, circulación e identidad como una única operación, la pequeña oficina adquiere unidad y permanece abierta a diferentes formas de uso.

Esatta Engenharia, interiores en Navegantes — foto 1
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Esatta Engenharia, interiores en Navegantes — foto 12

Estúdio Vértice

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Estúdio Vértice

Balneário Camboriú, Brasil
TipoResidencial — arquitectura de interiores
Área53 m²
Año2023
EquipoJeferson Branco, Henrique Marcelino, Jonathan Grimm
FotografíaEverson Martins
RegistroFotografía

El departamento se hizo dentro de un garaje. El proyecto asume esa condición como punto de partida y no como un problema que esconder: el concreto original permanece a la vista — la losa superior con las tuberías y los rieles expuestos, las columnas mantenidas en medio del ambiente, el piso de concreto alisado. Nada se agrega para explicar el espacio; lo que sostiene el edificio es lo que se ve.

El resto es una lista corta de materiales, mantenida en un rango estrecho. Las paredes son negras, de textura rugosa; contra ellas, el cuero caramelo — el sillón y el panel capitoné del dormitorio. Sillas de malla metálica acompañan una mesa redonda de concreto con una rama seca, y bloques de vidrio negros funcionan como mesas laterales. La carpintería oscura forma la cocina, integrada al ambiente; una puerta de listones cierra el bar, y la lavadora queda empotrada bajo la barra.

Una ruptura deliberada: el baño está revestido en azulejo blanco cuadriculado, con inodoro rosa. En la pared, una sola palabra en letras grandes: BREATHE. Un interior compacto en Balneário Camboriú que mantiene su estructura a la vista y no le pide nada más.

Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 1
Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 2
Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 3
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Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 6
Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 7
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Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 11
Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 12
Estúdio Vértice, interiores en Balneário Camboriú — foto 13

Stand Dynamis 2024

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Stand Dynamis 2024

São Paulo, Brasil
ClienteDynamis Importadora
ProgramaIntersolar South America
Área72 m²
Año2024
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores y supervisión de instalación
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Gabriele Fantinelli; Welysson Wehrmann; Giovana Vanini
FotografíaArchivo Jeferson Branco Arquitetura

Para la participación de Dynamis en Intersolar South America 2024, la energía deja de representarse como símbolo y pasa a determinar la experiencia espacial. El stand de 72 m² está construido por láminas horizontales azules que forman un volumen aparentemente compacto, pero permiten que el interior naranja sea percibido en fragmentos.

La piel calada filtra la visión, controla la exposición del programa y altera su lectura conforme el visitante se desplaza. En algunos puntos, la marca aparece horizontalmente entre las láminas. En otros, se posiciona en vertical y acompaña la altura del volumen, transformando la comunicación en parte de la estructura.

En el interior, sucesivos cuadros luminosos en azul y naranja convergen hacia un vacío central. El cambio gradual de dirección produce una perspectiva acelerada, próxima a un túnel o campo de propagación. La luz no solo ilumina el espacio. Dibuja profundidad, induce movimiento y materializa la idea de energía en flujo.

La frase Tu energía marca toda la diferencia, todo es energía se repite a lo largo de una de las fachadas. El mensaje pierde la condición de texto aislado y pasa a componer una superficie continua, leída simultáneamente como patrón, textura y posicionamiento de marca.

La oposición cromática organiza toda la arquitectura. El azul establece la estructura, el ritmo y la presencia externa. El naranja aparece como emisión interna, calor e intensidad. A la distancia, el stand se presenta como un cuerpo nítido. En la aproximación, revela superposiciones, transparencias y diferentes velocidades de lectura.

El proyecto transforma un área compacta en un dispositivo óptico reconocible dentro del pabellón. Producto, encuentro y comunicación se reúnen por un lenguaje en el que forma, color e iluminación trabajan como partes de un mismo circuito.

Stand Dynamis 2024 en São Paulo — foto 1
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Stand Harden

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Stand Harden

Balneário Camboriú, Brasil
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteHarden Ferramentas Brasil
ProgramaConstrusul BC
Año2024
Área100 m²
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera y diseño de iluminación
FotografíaEverson Martins

Para el stand de 100 m² de Harden, la lógica constructiva de las herramientas se convierte en arquitectura. En lugar de recurrir al expositor convencional, el proyecto crea una matriz metálica habitable, precisa y repetitiva, capaz de sostener productos, comunicación, luz y circulación dentro de un mismo sistema.

La retícula naranja distribuye el portafolio en diferentes alturas y transforma el conjunto en un inventario tridimensional. Objetos, cajas, equipos y máquinas dejan de ocupar un plano de fondo para construir la propia percepción del espacio. Barras luminosas diagonales interrumpen la ortogonalidad de la estructura e introducen una tensión gráfica ligada al movimiento, al corte y a la energía del trabajo.

En el centro, la torre expositiva amplía la presencia de la marca en el pabellón y permite que los productos sean percibidos por encima de la línea de los stands vecinos. A su alrededor, módulos calados forman límites sin producir paredes opacas. El ambiente permanece visible por todos los lados, mientras que la plataforma elevada y la iluminación ámbar junto al piso definen un territorio claro dentro de la feria.

El bar longitudinal funciona como contrapunto a la densidad de la estructura. Oscuro, continuo y protegido por una cubierta de gran escala, organiza atención y permanencia bajo la inscripción Harden Tool Bar. El nombre articula banco de herramientas y espacio de encuentro, desplazando la recepción comercial hacia una situación más social y menos protocolar.

El negro y el grafito absorben parte del ruido visual del pabellón. El naranja y la luz cálida concentran la atención en el producto y orientan el recorrido. El color, por lo tanto, no se aplica después de la forma. Participa de la estructura, de la jerarquía y de la lectura del stand.

El resultado es simultáneamente sistema expositivo, espacio de convivencia y demostración de la identidad de Harden. Modularidad, resistencia y precisión dejan de ser solo atributos de los productos y pasan a determinar la construcción del ambiente.

Stand Harden en Balneário Camboriú — foto 1
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Stand Heli Intermodal

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Stand Heli Intermodal

São Paulo, Brasil
ClienteHeli Brasil
EventoIntermodal
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores y experiencia de marca
Área280 m²
Año2024
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaGabriel Sampaio

Para la segunda participación de Heli Brasil desarrollada por el estudio, el proyecto parte del lenguaje creado anteriormente y lo expande a un área de 280 m². En lugar de sustituir la identidad espacial construida en el primer encuentro, el nuevo stand trabaja por continuidad: estructura metálica aparente, vegetación tropical, superficies translúcidas, luz y la presencia dominante del rojo regresan en una configuración más compleja y de mayor escala.

El espacio se organiza como un pequeño territorio dentro de la feria. Los recorridos atraviesan distintos núcleos de exposición, permanencia, atención, tecnología y productos, evitando la lectura convencional de un stand compuesto por fachada y ambientes internos independientes.

En el centro, una estructura circular concentra la principal experiencia expositiva. Las máquinas de Heli ocupan una plataforma envuelta por vegetación, estructura metálica y una gran superficie de medios translúcida. La iluminación incorporada a la estructura refuerza su carácter tecnológico, mientras la presencia vegetal introduce una capa deliberadamente orgánica al universo industrial de la marca.

Alrededor de ese núcleo, volúmenes de menor escala construyen diferentes situaciones de uso. Barras sinuosas funcionan simultáneamente como áreas de encuentro y como grandes jardineras. Estructuras metálicas caladas reciben vegetación colgante, productos, comunicación y mobiliario. Paneles translúcidos permiten percibir movimiento y siluetas a través de las superficies, manteniendo la conexión visual entre los ambientes sin eliminar la sensación de interioridad.

El rojo deja de funcionar solo como aplicación de la identidad corporativa y pasa a constituir la propia arquitectura. Piso, volúmenes, estructuras, mobiliario e iluminación operan dentro de una misma familia cromática, contrapuesta por el negro del metal y el verde intenso de la vegetación.

Si en el primer proyecto la cuestión estaba en construir una traducción espacial para la identidad de Heli, aquí ese lenguaje gana escala y pasa a organizar una experiencia de marca completa. El stand deja de funcionar solo como soporte para la exposición de equipos y se transforma en un ambiente capaz de articular producto, tecnología, encuentro y permanencia.

Stand Heli Intermodal en São Paulo — foto 1
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[t3chno.DELTA]

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[t3chno.DELTA]

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteCASACOR Balneário Camboriú 2023
ProgramaWine bar, sanitarios, lounges
Área98 m²
Año2023
FotografíaEverson Martins
RegistroFotografía
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;

Apostando una vez más en la audacia de un espacio manifiesto, Jeferson Branco llega a su tercera CASACOR a los 29 años. La composición del ambiente del bar de convivencia de la muestra, firmada por él, alberga un jardín colgante, piezas orgánicas y una reflexión sobre de dónde venimos y hacia dónde vamos.

Nada es cuadrado en el espacio que el arquitecto Jeferson Branco firma para la CASACOR Balneário Camboriú (SC) 2023. Ni en forma ni en personalidad. El [t3chno.DELTA], proyecto del bar en el espacio de convivencia de la muestra que tiene lugar en la costa de Santa Catarina y trae como tema Cuerpo y Morada, es un lugar para ser contemplado y cuestionado, ya que en la arquitectura de Jeferson preguntar es parte de la decoración. El ambiente manifiesto, inspirado en un pantano, trae verde, literalmente, del suelo al techo, albergando las formas más primitivas de la naturaleza, lo orgánico. Y todo ello, para alertar sobre el uso excesivo de tecnología, resaltando si estamos más en la nube que conectados a nuestras raíces.

En este proyecto Jeferson trae el auge de la inteligencia artificial como inspiración para el tema central del espacio que pregunta: ¿Hacia dónde vamos? Según el arquitecto, “el proyecto es un recordatorio de que el pantano también es un lugar de innovación y descubrimiento, y trae una mezcla alegre entre la biofilia y el high-tech, la dualidad entre la ancestralidad y el futurismo, planteando cuestiones sobre de dónde venimos y hacia dónde vamos”. Y para ello, los casi 100m² que transformó en un vasto delta arquitectónico tienen madera, piedra, hierro y piezas singulares que componen el ambiente, cuanto menos, provocativo.

Entre los elementos que componen el proyecto [t3chno.DELTA] se encuentran un sistema de automatización de cableado desarrollado por alumnos de la PUC de Rio Grande do Sul, una lámpara italiana diseñada en 1964 por Bruno Munari, banquetas contemporáneas de Leonardo Zanatta, diseñador Forbes Under 30, un sofá de Victor Vasconcelos, mesas de apoyo Pangea en madera morada firmadas por el propio Jeferson, quien también firma la alfombra de la colección Protozoa. Todo esto, mientras que el uso de Speranza, un cuarzo exótico extraído en Brasil, remite a lo natural, y el acero cepillado aplicado en algunas áreas del proyecto trae la relación con el futurismo y la tecnología. Y con esta composición visual a medio camino entre los Jetsons y los Flintstones, queda claro que el pantano es un escenario fértil donde la vida nace, evoluciona y se adapta. No necesariamente en este orden.

Continuando el recorrido por los detalles del [t3chno.DELTA], la curaduría de las piezas siempre hace el contrapunto de diseñadores ya consagrados y de la vanguardia en Brasil, siempre enfatizando esta dualidad entre pasado y futuro. En las paredes, las imágenes botánicas de Walmor Corrêa comparten espacio con un espejo orgánico de Rodrigo Ohtake, mientras que las plantas naturales del paisajismo de Laura Rotter caen del techo. Según la socia y hermana de Jeferson Branco, Letícia Branco, “el ambiente debe promover un momento de reflexión para quienes visiten la CASACOR, y esperamos que, más que solo apreciar, el visitante busque entender el mensaje que intentamos transmitir alineando formas, conceptos, materiales y profesionales del pasado, presente y futuro”.

[t3chno.DELTA], interiores en Balneário Camboriú — foto 1
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Apartamento Decorado Arrka

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Apartamento Decorado Arrka

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
TipologíaResidencial
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
Área140 m²
Año2023
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaFabio Jr. Severo

El apartamento modelo de Arrka fue desarrollado como una síntesis de modos de habitar contemporáneos, con ambientes integrados, circulación fluida y un lenguaje material claro.

El área social concentra la principal experiencia del proyecto. Estar, comedor y cocina comparten una misma secuencia visual, organizada por una base neutra de tonos claros, madera natural y superficies minerales. La integración permite que el espacio sea percibido como un conjunto continuo, sin perder la identidad de cada uso.

La madera actúa como elemento de conexión. Aparece en paneles, puertas, carpintería y mobiliario, construyendo una presencia cálida y constante a lo largo del apartamento. En contrapunto, la piedra clara, los metales blancos y las telas naturales mantienen la atmósfera ligera y amplían la percepción de luminosidad.

En la cocina, la isla de piedra concentra preparación, apoyo y encuentro. El diseño curvo en los extremos suaviza su presencia y acerca el volumen al cuerpo. Estantes metálicos suspendidos trabajan con espesores mínimos y dejan objetos y utensilios expuestos como parte de la composición cotidiana.

La sala de estar sigue la misma lógica de continuidad. Grandes superficies de madera organizan la pared principal, mientras el mobiliario bajo preserva el campo visual y mantiene la relación directa con la fachada y la luz natural. La alfombra introduce color y movimiento en una composición de base silenciosa.

El azul aparece como una ruptura controlada en el hall y en elementos puntuales del mobiliario. El color crea profundidad, marca transiciones y establece una capa de identidad dentro de una paleta predominantemente clara.

En los dormitorios, la escala se vuelve más íntima. Revestimientos tapizados, madera, papel pintado e iluminación indirecta construyen una atmósfera de reposo. Verdes suaves, rosados y tonos naturales aparecen en pequeños planos, objetos y telas, acercando cada ambiente a un registro más personal.

La tectónica del proyecto se revela en los encuentros entre planos, en los espesores de la carpintería, en los recortes de las piedras y en la manera en que cada material toca al siguiente. La intención fue construir una experiencia residencial de fácil lectura, donde el confort, la funcionalidad y la materialidad permanecen visibles en el uso diario.

El apartamento organiza una idea de habitar basada en continuidad, luz, textura y permanencia.

Apartamento Decorado Arrka, interiores en Balneário Camboriú — foto 1
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Cozinha Experiência

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Cozinha Experiência

Penha, Brasil
ClienteSaulo do Camarão
Área20 m²
Año2023
TipologíaComercial | Gastronomía
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaEverson Martins

El proyecto comenzó de una manera poco probable. El estudio recibió el pedido de presupuesto para una pescadería sin entender exactamente cómo aquel programa había llegado hasta nosotros. La propuesta fue enviada casi sin expectativa de continuidad. El cliente no solo aprobó el proyecto, sino que lo ejecutó integralmente.

Pero el encargo tampoco era exactamente una pescadería.

Anexa a la industria, el propietario quería crear una pequeña cocina de experiencia para recibir a los chefs de los restaurantes que abastece y ponerlos en contacto directo con los pescados recién llegados. Un espacio de apenas 20 m² donde producto, preparación y encuentro pasaran a formar parte de una misma experiencia.

La proximidad con el mar orientó el proyecto sin recurrir a una representación literal del universo náutico. La referencia vino de las pequeñas olas que avanzan sobre la playa y, al retroceder, dejan sucesivas líneas dibujadas en la arena.

Ese movimiento fue abstraído y transferido al techo. Capas curvas recorren el espacio a diferentes alturas, creando una topografía suspendida acentuada por la iluminación indirecta. Entre ellas, superficies de textura mineral acercan la arquitectura a la granulación de la arena.

En el plano inferior, la piedra natural asume el contrapunto cromático. Sus vetas azuladas, verdes y rojizas atraviesan encimeras y backsplash como una materia geológica en movimiento, mientras que la madera, la cerámica blanca y las superficies claras reducen el resto de la paleta.

La pequeña escala hizo que prácticamente ninguna superficie pudiera ser neutra. Techo, paredes, encimera, iluminación, mobiliario y la colección de ilustraciones de especies marinas construyen juntos la identidad del ambiente.

El resultado es una cocina profesional reducida al tamaño de una sala de encuentros: un lugar entre el origen del ingrediente y aquello en lo que todavía puede convertirse.

Cozinha Experiência, interiores en Penha — foto 1
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EuReciclo

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EuReciclo

São Paulo, Brasil
ClienteEuReciclo
ÁreaStand 18 m²; Lounge 100 m²
Año2023
TipologíaArquitectura efímera
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura efímera, interiores y experiencia de marca
EquipoJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografíaVitor Martins

Para EuReciclo, la arquitectura parte de la propia materia que sostiene el discurso de la marca: aquello que consumimos, descartamos, recuperamos y volvemos a poner en circulación.

El proyecto se desarrolló en dos escalas complementarias, un stand de 18 m² y un lounge de 100 m², ambos concebidos para transformar datos sobre reciclaje en una experiencia espacial directa, visual y táctil.

En el stand, el verde y el azul ocupan íntegramente el piso, las paredes y el techo. Los colores institucionales abandonan la superficie gráfica y pasan a construir el propio espacio. Entre ellos, una línea continua de luz recorre planos horizontales y verticales en un trazado orgánico, conectando ambientes, mobiliario y comunicación como un flujo en permanente movimiento.

Grandes estructuras metálicas caladas reciben residuos plásticos y envases descartados. La materia que normalmente desaparece después del consumo gana escala arquitectónica y se convierte en parte de la fachada. Su presencia expone cantidad, volumen y acumulación de forma inmediata, acercando números abstractos a una percepción física.

La comunicación también participa de la construcción. Paneles suspendidos presentan datos sobre generación de residuos, reciclaje y responsabilidad ambiental, creando diferentes capas de lectura durante el recorrido. El visitante circula entre información, materia y luz.

El diseño explora una tectónica simple y legible. Perfiles metálicos, mallas, OSB, chapas, mobiliario industrial y elementos reaprovechables construyen un sistema pensado para el montaje, el desmontaje y la circulación entre eventos. La elección de los materiales acompaña la lógica de una arquitectura temporal consciente de su propia duración.

En el lounge, ese mismo lenguaje asume una escala de permanencia. Estructuras en OSB organizan bancos y áreas de encuentro, mientras recipientes industriales, piezas metálicas y volúmenes asociados al universo del descarte se incorporan al mobiliario. El espacio funciona como extensión de la identidad de la marca y como lugar para conversaciones, reuniones e intercambio de conocimiento.

EuReciclo habla sobre transformar residuos en nuevos ciclos. El proyecto traduce ese principio en materia, recorrido y construcción.

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Apartamento Frente Mar

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Apartamento Frente Mar

Navegantes, Brasil
EquipoJeferson Branco; Jonatham Grimm
Área143 m²
Año2022
TipologíaResidencial
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
FotografíaRomário Couto

La proximidad del mar orienta este apartamento de 143 m² por la luz, por la apertura y por una materialidad de carácter natural. El proyecto construye una atmósfera clara y cotidiana, donde la madera, los tonos minerales, la vegetación y los puntos de color acompañan la luminosidad que atraviesa los ambientes a lo largo del día.

El área social fue organizada como un espacio continuo. Cocina, comedor y estar comparten la misma secuencia visual, permitiendo que distintas actividades sucedan en proximidad y sin interrumpir la lectura del conjunto. El mobiliario participa de esa organización por medio de volúmenes bajos, estructuras delgadas y superficies que preservan la sensación de amplitud.

La madera establece el principal orden material del apartamento. Aparece en el piso, en la carpintería, en los grandes paneles verticales y avanza sobre el techo de la cocina, formando un plano continuo que delimita ese núcleo dentro del área social. El diseño de los frisos y encuentros evidencia su construcción y crea una lectura tectónica precisa entre planos horizontales y verticales.

En la cocina, una estructura metálica blanca suspendida atraviesa el ambiente e incorpora estantes, vegetación y la campana. La levedad visual de la pieza contrasta con la presencia sólida de la isla y con los grandes volúmenes de carpintería. El árbol junto a la fachada introduce otra escala al espacio y acerca la vegetación a la rutina doméstica.

El terracota aparece como una inflexión cromática en el estar. El color ocupa pared, techo y paso, creando un recorte espacial que modifica la percepción del ambiente sin depender de nuevas divisiones. La luz intensifica esa superficie a lo largo del día y establece una relación directa entre color, arquitectura y tiempo.

En el comedor, la estantería blanca está diseñada como una estructura abierta y rítmica. Objetos, cerámicas, libros y plantas ocupan sus intervalos y dejan que la vida cotidiana complete la composición. Madera, rejilla y cuero añaden nuevas texturas al conjunto y refuerzan una atmósfera táctil e informal.

Los ambientes íntimos siguen la misma lógica de claridad. Tonos neutros, madera clara y elementos verticales construyen un espacio silencioso, con la carpintería concentrando funciones y liberando superficies.

El apartamento encuentra su identidad en el encuentro entre materia, color y paisaje. La arquitectura crea una base serena para que el tiempo, los objetos, las plantas y la propia vida de los habitantes sigan transformando el espacio.

Apartamento Frente Mar, interiores en Navegantes — foto 1
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Mini King

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Mini King

Navegantes, Brasil
EquipoJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
ClienteMini King
Año2022
Área150 m²
TipologíaComercial | Retail infantil
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores, mobiliario a medida y experiencia de marca
FotografíaRomário Couto

Para Mini King, el proyecto parte de la idea de crear un pequeño universo reconocible por los niños y, al mismo tiempo, confortable para los adultos que los acompañan.

La arquitectura organiza la tienda como una secuencia de situaciones de descubrimiento. Expositores bajos, nichos accesibles, mobiliario de diseño redondeado y distintas alturas acercan los productos a la escala infantil y estimulan una relación directa con el espacio. La circulación permanece abierta, permitiendo que la mirada atraviese la tienda y encuentre distintos puntos de interés a lo largo del recorrido.

La madera establece la base material del proyecto y aparece en paneles, expositores, mostrador y elementos de apoyo. Su presencia continua crea unidad entre las distintas áreas e introduce una sensación doméstica en el ambiente comercial. Estructuras metálicas blancas, fibras naturales y superficies verdes entran como contrapuntos ligeros, construyendo una paleta asociada a la naturaleza y al juego.

En el techo, grandes campos verdes atravesados por líneas de luz transforman el plano superior en parte activa de la composición. La iluminación acompaña la geometría de la arquitectura y ayuda a conducir el recorrido, mientras luminarias en fibra introducen textura y una escala más próxima al cuerpo.

La recepción incorpora el lenguaje de una pequeña fachada comercial, con marquesina a rayas y diseño frontal marcado. Ese gesto crea una arquitectura dentro de la propia tienda y establece un punto de llegada fácilmente reconocible. Alrededor, expositores, percheros y plataformas dibujan distintas maneras de presentar ropa, juguetes y accesorios sin perder la continuidad espacial.

La experiencia de Mini King se construye a través de escala, color, textura y movimiento. El espacio asume el imaginario infantil con cierta delicadeza, permitiendo que el producto siga siendo protagonista y que la arquitectura funcione como escenario para el descubrimiento, la circulación y la permanencia.

Mini King, interiores en Navegantes — foto 1
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Mini King, interiores en Navegantes — foto 5
Mini King, interiores en Navegantes — foto 6

Moraes & Araújo Advocacia

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Moraes & Araújo Advocacia

Florianópolis, Brasil
ClienteMoraes & Araújo Advogados Associados
Área150 m²
Año2022
TipologíaCorporativo
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
FotografíaRomário Couto

La identidad del despacho de abogados Moraes & Araújo Advogados Associados comienza a construirse incluso antes de la primera conversación.

En la recepción, la geometría del logotipo abandona el plano gráfico y pasa a organizar el espacio. El mostrador en roca natural fue diseñado a partir de la misma lógica angular presente en la marca, transformando un elemento funcional en una pieza de fuerte presencia tectónica. Su masa oscura ancla el ambiente y establece el primer gesto de reconocimiento del despacho.

El dorado aparece como línea. Perfiles metálicos atraviesan el espacio, dibujan un gran arco junto a la circulación, separando lo público y lo privado, y reaparecen en luminarias, señalización y detalles. La repetición crea una especie de filigrana arquitectónica que conduce la mirada y conecta diferentes elementos de la recepción.

En las paredes, la composición parte de referencias asociadas tradicionalmente a los despachos de abogados, como boiseries, simetría y proporciones verticales. Esos elementos se reorganizan por medio de planos grises, iluminación lineal integrada e interferencias metálicas. La luz recorre los límites de la arquitectura, destaca molduras y transforma el diseño de las paredes a lo largo del día.

La materialidad trabaja con pocos elementos y fuerte contraste. Piedra oscura, metal dorado, superficies grises y tapizados de textura suave construyen una atmósfera sobria, mientras la iluminación cálida introduce una capa de acogida a la experiencia de llegada.

La recepción funciona como una síntesis del lenguaje desarrollado para los 150 m² del despacho. Identidad visual, mobiliario, iluminación y arquitectura fueron pensados dentro de un mismo sistema, permitiendo que la marca fuera percibida a través de la materia, de la escala y de la manera en que el visitante recorre el espacio.

El resultado es una arquitectura de representación construida a partir de precisión, ritmo y presencia.

Moraes & Araújo Advocacia, interiores en Florianópolis — foto 1
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Moraes & Araújo Advocacia, interiores en Florianópolis — foto 3
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Mademoiselle Hair Salon

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Mademoiselle Hair Salon

St. Augustine, United States
ClienteMademoiselle Hair Salon
Año2021
Área200 m²
TipologíaComercial | Salón de belleza
RegistroFotografía
AlcanceConcepto, arquitectura de interiores y experiencia de marca
EquipoJeferson Branco

El primer proyecto internacional del estudio nace de un encuentro entre dos culturas. En St. Augustine, Florida, el Mademoiselle Hair Salon fue concebido a partir de una lectura simultáneamente brasileña y norteamericana del espacio comercial: menos como oposición entre dos repertorios y más como ejercicio de traducción entre ellos.

La elección de la ciudad añade una capa particular al proyecto. Fundada en 1565, St. Augustine carga con una de las historias urbanas más antiguas de los Estados Unidos continentales. En ese contexto, referencias más tradicionales de la arquitectura y de los interiores norteamericanos aparecen reinterpretadas por el estudio. La carpintería de lenguaje provenzal, los paneles ritmados y la organización simétrica de las estaciones establecen una base reconocible para el público local.

Sobre esa estructura más clásica, el proyecto introduce otro vocabulario. Tonos terrosos, madera, rejilla de ratán, fibras naturales y vegetación desplazan el salón hacia una atmósfera más cálida e informal, mientras arcos, espejos circulares y puntos de iluminación construyen una secuencia visual a lo largo del espacio. La brasilidad no aparece como tema decorativo, sino en la manera de combinar materialidad, color, naturaleza y una relación menos rígida con el ambiente.

La longitud del salón está organizada por la repetición de las bancadas de atención, transformando la sucesión de puestos de trabajo en elemento arquitectónico. Grandes arcos verticales establecen ritmo y escala, mientras la iluminación posterior a los espejos acentúa la profundidad de esa composición. En el centro, áreas de espera y de atención interrumpen la linealidad y acercan el espacio a la escala doméstica.

El proyecto también marca un cambio de escala en la trayectoria del estudio: realizado en 2021 y acompañado a distancia desde Brasil, se convirtió en la primera obra internacional de Jeferson Branco Arquitetura. Más que transportar una estética brasileña a otro país, el Mademoiselle propone una arquitectura capaz de negociar contextos, lo bastante familiar para pertenecer a Florida y lo bastante extranjera para cargar otro origen.

Mademoiselle Hair Salon, interiores en St. Augustine — foto 1
Mademoiselle Hair Salon, interiores en St. Augustine — foto 2
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Mademoiselle Hair Salon, interiores en St. Augustine — foto 4

meu.coração.queima

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meu.coração.queima

Florianópolis, Brasil
ClienteJeferson Branco Arquitetura
ProgramaCASACOR Florianópolis 2021
EquipoJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
Área50 m²
Año2021
TipologíaInstalación residencial
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores e instalación manifiesto
FotografíaFabio Jr. Severo; Romário Couto; Lio Simas

En 50 m², meu.coração.queima construye una casa a partir de fragmentos de Brasil.

Creado para CASACOR Florianópolis 2021, bajo el tema A Casa Original, el Estúdio Manifesto parte de la casa popular brasileña y de un repertorio formado por objetos, materiales, gestos y memorias presentes en la vida cotidiana. Hamaca de paja, filtro de barro, rosario, platos, tazas, plantas de la casa de la abuela y pequeños objetos afectivos comparten el espacio con rocas naturales, tecnología, mobiliario contemporáneo y acabados de alta precisión.

Esa aproximación estructura el lenguaje high-low del proyecto. El interés está en la convivencia entre distintos valores materiales, económicos y simbólicos dentro de una misma casa. El ambiente transforma esa convivencia en comentario sobre un país donde abundancia, desigualdad, memoria y deseo ocupan con frecuencia el mismo espacio. Esa dimensión crítica fue uno de los ejes asumidos por el proyecto desde su concepción.

La materialidad carga una parte importante de esa narrativa. Rocas extraídas en estados como Bahia y Minas Gerais aparecen en grandes superficies y llaman la atención sobre la riqueza mineral brasileña y sobre los procesos de extracción y exportación de esos recursos. La piedra, tradicionalmente asociada al lujo, pasa a cargar también una dimensión territorial y política, ya que la materia prima ni siquiera se queda en Brasil.

Terracota, azul celeste, madera, cerámica, paja y vegetación construyen una atmósfera de gran intensidad sensorial. El revestimiento cerámico anaranjado envuelve el baño como una superficie continua, reflejando la luz y ampliando la temperatura cromática del espacio.

La vegetación ocupa el apartamento, crece sobre estructuras, desciende del techo y se mezcla con los objetos. Almendro, helechos, espada de San Jorge y otras especies asociadas a las casas brasileñas acercan el interior a un paisaje doméstico reconocible, construido por la convivencia entre arquitectura y naturaleza.

En el centro del espacio, una pared curva revestida con listones organiza el programa y crea distintos grados de intimidad sin establecer una separación convencional entre los ambientes. Estructuras metálicas ligeras recorren su parte superior y reciben plantas, objetos y elementos cotidianos. La propia división espacial pasa a funcionar como soporte para la vida.

Hay también una dimensión deliberadamente autobiográfica. Objetos familiares, referencias religiosas, piezas populares y memorias personales entran en el proyecto sin jerarquía rígida. La casa deja rastros de quien la habita. El conjunto no busca la imagen de una residencia genérica, sino una identidad construida por acumulación, afecto, contradicción y pertenencia.

La experiencia oscila entre acogida e incomodidad.

La hamaca invita al descanso. La luz es cálida. Las plantas crecen. Los objetos cargan memoria. Al mismo tiempo, la arquitectura introduce preguntas sobre el origen de la materia, sobre aquello que el país valora, aquello que exporta y las imágenes de Brasil que elegimos preservar.

meu.coração.queima nace de esa fricción.

Una casa brasileña hecha de belleza, afecto, exceso, memoria y cuestionamientos.

meu.coração.queima, interiores en Florianópolis — foto 1
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meu.coração.queima, interiores en Florianópolis — foto 31
meu.coração.queima, interiores en Florianópolis — foto 32

Primeira Sede JBARQ

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Primeira Sede JBARQ

Itajaí, Brasil
EquipoJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino
ClienteJeferson Branco Arquitetura
Año2021
Área40 m²
TipologíaCorporativo
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
FotografíaFabio Jr. Severo

La primera sede de Jeferson Branco Arquitetura fue concebida como una materialización directa de la manera en que el estudio entiende su propio trabajo.

En 40 m², el espacio concentra creación, reunión, investigación, archivo, atención y convivencia. La escala reducida exigió que cada elemento tuviera una función precisa, pero también abrió espacio para probar ideas que empezaban a definir el lenguaje del estudio en aquel momento.

La sede funciona como laboratorio.

Materiales, colores, objetos, soluciones constructivas y piezas de mobiliario se aproximan sin la intención de crear una neutralidad corporativa. El ambiente asume un carácter experimental y permite que arquitectura, interiorismo, arte, diseño y paisajismo coexistan dentro de una misma rutina de trabajo.

El azul atraviesa techo, paredes y carpintería en algunos ambientes, estableciendo una presencia cromática continua. En otros puntos, la madera clara y las superficies blancas amplían la luminosidad y equilibran la intensidad del color. La alternancia crea diferentes atmósferas dentro de una planta compacta y organiza los momentos de concentración, reunión y pausa.

La vegetación ocupa una posición central en el espacio de trabajo. Estructuras metálicas suspendidas reciben helechos y especies colgantes sobre las mesas, desplazando el jardín al techo y aproximando naturaleza y actividad cotidiana. La presencia viva de las plantas modifica el ambiente a lo largo del tiempo e introduce una capa que no puede ser completamente controlada por el diseño.

La tectónica permanece legible. Estructuras metálicas, paneles, perfiles y distintos sistemas de apoyo aparecen como parte de la composición. En el bar, los cobogós sostienen la encimera de piedra y permanecen visibles. En el baño, la cerámica azul, la piedra y los elementos lineales construyen una pequeña experiencia autónoma dentro del conjunto.

El mobiliario también participa de esa lógica de experimentación. Mesas, bancos, estanterías y superficies de apoyo combinan materiales y geometrías distintas, mientras que objetos, libros, maquetas y referencias acumuladas por el estudio ocupan el espacio como parte del proceso creativo.

Las mamparas de vidrio reciben dibujos y fragmentos gráficos vinculados a la producción del estudio, transformando la separación entre ambientes en una superficie de memoria y comunicación.

La primera sede registra un momento específico de la práctica: el estudio aún pequeño, compacto y físicamente próximo, con la creación y la discusión ocurriendo en el mismo campo visual.

Un espacio de trabajo entendido como herramienta de proyecto.

Un laboratorio donde las ideas podían ser probadas antes de salir al mundo.

Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 1
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Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 3
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Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 6
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Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 9
Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 10
Primeira Sede JBARQ, interiores en Itajaí — foto 11

Inbrasul Hub

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Inbrasul Hub

Navegantes, Brasil
EquipoJeferson Branco; Henrique Marcelino; Raul Silva
ClienteInbrasul
Año2019
Área350 m²
TipologíaCorporativo
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
FotografíaRomário Couto

La sede de Inbrasul fue concebida a partir de una arquitectura corporativa de fuerte presencia material, donde identidad, rutina y experiencia de trabajo encuentran un mismo lenguaje.

El proyecto organiza los 350 m² aproximando estructura, mobiliario e infraestructura. Los elementos técnicos permanecen visibles y participan de la composición. Bandejas portacables, rieles, perfiles metálicos e instalaciones a la vista dibujan el techo, mientras que madera, piedra, tejidos, vegetación y superficies oscuras introducen densidad, textura y confort.

En la dirección, la atmósfera es contenida e introspectiva. La carpintería ocupa la pared como un sistema continuo, alternando planos cerrados y nichos iluminados. Puertas, almacenamiento, libros, objetos y equipos se incorporan a una única superficie, haciendo de la propia organización funcional parte del diseño.

La mesa establece el centro tectónico del ambiente. Una base oscura, sólida y precisa recibe una lámina de piedra marcada por vetas irregulares, donde la materia natural interrumpe la geometría controlada del conjunto. Madera, cuero y metal completan una paleta construida por diferentes temperaturas y respuestas al tacto.

La iluminación acompaña esa intimidad. Líneas cálidas aparecen empotradas en la carpintería, destacando profundidades y objetos, mientras que una luminaria suspendida atraviesa el espacio con un dibujo fino y casi gráfico. La luz revela la textura de los materiales sin eliminar sus sombras.

En el lounge, el lenguaje cambia de ritmo. El verde ocupa grandes superficies y crea un paisaje interior de carácter informal. Sobre él, una estructura metálica dibuja la pared como una gran malla, recibiendo cajas de madera, libros, objetos y recuerdos en diferentes posiciones.

El techo expone parte de la infraestructura y refuerza la lectura constructiva del espacio. Cables, perfiles, luminarias e instalaciones asumen su presencia técnica. La madera da calidez a la composición, mientras que el azul profundo, los tonos terrosos, el negro y la vegetación construyen una atmósfera orientada al encuentro y a la permanencia.

La dirección y el lounge presentan dos experiencias dentro de una misma sede. Concentración y pausa, materia y luz, precisión e informalidad conviven en un proyecto que entiende el ambiente de trabajo como parte de la vida cotidiana.

Inbrasul Hub, interiores en Navegantes — foto 1
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Inbrasul Hub, interiores en Navegantes — foto 16
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Quarto do bebê Theo

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Quarto do bebê Theo

Navegantes, Brasil
Área9 m²
Año2019
TipologíaResidencial | Cuarto de bebé
RegistroFotografía
AlcanceArquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco
FotografíaJeferson Branco

En apenas 9 m², el proyecto concentra diferentes funciones sin transformar el cuarto en una sucesión de muebles independientes. Almacenamiento, cambio, exposición, lactancia y descanso se incorporan a la propia arquitectura, liberando el área central y construyendo una lectura continua del ambiente.

La carpintería blanca recorre el perímetro inferior y se prolonga en armarios suspendidos con puertas de vidrio, organizando ropa y objetos como parte de la composición. Entre ellos, nichos abiertos permiten que las piezas del cotidiano permanezcan visibles y accesibles. La cuna de madera natural introduce calidez en contraste con la base clara y con el verde suave que envuelve paredes y techo.

Sobre esa estructura de lenguaje más clásico, marcada por boiseries y proporciones regulares, una línea continua de luz atraviesa paredes y cielorraso. El gesto rompe deliberadamente con la expectativa de un cuarto infantil tradicional: transforma la iluminación en dibujo, evidencia la geometría del espacio y crea profundidad dentro de una superficie reducida.

El resultado busca evitar una ambientación excesivamente temática. Los elementos asociados a la infancia aparecen en los objetos, el ajuar y pequeños personajes, mientras la arquitectura permanece suficientemente permanente para acompañar las transformaciones del ambiente a lo largo del tiempo.

Quarto do bebê Theo, interiores en Navegantes — foto 1
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Quarto do bebê Theo, interiores en Navegantes — foto 3
Quarto do bebê Theo, interiores en Navegantes — foto 4
Quarto do bebê Theo, interiores en Navegantes — foto 5
Quarto do bebê Theo, interiores en Navegantes — foto 6

Habitat Deca

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Habitat Deca

Itapema, Brasil
ClienteDeca
ProgramaCASACOR Santa Catarina 2018
Área35 m²
Año2018
TipologíaExposición | Baño público
RegistroFotografía
AlcanceInvestigación y arquitectura de interiores
EquipoJeferson Branco
FotografíaLio Simas

Habitat Deca marca el debut de Jeferson Branco en CASACOR Santa Catarina, aún durante la carrera de Arquitectura y Urbanismo. El ambiente nace como desdoblamiento de “Banheiro(a), um banheiro para... pessoas!”, proyecto ganador general del 22º Concurso Estudos Deca de 2017 y primer lugar en la categoría Baño de Estación de Tren o Metro. La premiación condujo la investigación académica hacia una situación construida, abierta al público y sometida al uso cotidiano de los visitantes de la muestra.

El punto de partida era una crítica a la división convencional de los baños públicos entre masculino y femenino. La investigación indagaba situaciones en que esa separación produce incomodidad, inseguridad o limitaciones prácticas, incluyendo niños acompañados por responsables de otro género, personas mayores y personas que necesitan auxilio, además de las cuestiones ligadas a la diversidad de género. En Habitat Deca, esas demandas se reúnen en un único ambiente de uso colectivo, con cabinas individuales integralmente cerradas para garantizar privacidad y seguridad.

La configuración espacial sustituye la segregación por un área común de permanencia y cuidado. El baño pasa a operar como territorio compartido, donde la arquitectura organiza diferentes grados de intimidad sin determinar previamente quién puede ocupar cada espacio. Durante CASACOR, el ambiente permaneció funcional y pudo ser efectivamente utilizado por los visitantes, transformando la muestra en campo de observación para la propia hipótesis proyectual.

La materialidad acerca el espacio a la idea de hábitat. Madera oscura, piedra, vegetación abundante y agua componen una atmósfera densa, atravesada por iluminación blanca, azul y rosa. La vegetación ocupa paredes y áreas junto a las piezas sanitarias, mientras que los elementos sanitarios dejan la posición estrictamente utilitaria y pasan a integrar la composición espacial. El lavabo de piso fue asociado al agua como una fuente y el urinario incorporado a la vegetación, estrategia registrada en las publicaciones de la época.

El neón establece otra capa de lectura. Formas reconocibles de la señalización convencional de baños son ampliadas y superpuestas, disolviendo gráficamente la separación binaria que el proyecto cuestiona. En contraste con la presencia orgánica de las plantas, la luz artificial introduce un lenguaje urbano y tecnológico, colocando naturaleza y transformación del comportamiento dentro de la misma narrativa.

Habitat Deca establece, ya en el debut de Jeferson Branco en una muestra de arquitectura, una práctica orientada por la investigación y el posicionamiento. El espacio parte de un programa cotidiano para discutir inclusión, autonomía, privacidad y el modo en que la arquitectura acompaña los cambios socioculturales. La propia presentación oficial de 2018 definía el ambiente como un espacio capaz de recibir a diferentes usuarios sin barreras ni discriminación.

Habitat Deca, muestra en Itapema — foto 1
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Habitat Deca, muestra en Itapema — foto 12
Habitat Deca, muestra en Itapema — foto 13

Contacto

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Teléfono +55 47 99249-9968
EstudioR. Uruguai, 223, sala 1607 — Ed. Manhattan Office · Itajaí, SC
Instagram@jefersonbranco
LinkedInin/jefersonbranco
RegistroCAU A236089-6

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Mesa Lateral Pangea Série 01

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Mesa Lateral Pangea Série 01

ColecciónPangea
Dimensiones47 × 39 × (A). alturas 42 · 52 · 62 cm
MaterialesTapa de piedra natural brasileña · pie de acero al carbono
AcabadosTapa: Granito São Gabriel Escovado · Quartzito Red Fire Polido · Quartzito Cocada Blue / Pie: Preto Fosco · Branco Fosco
FabricanteJBARQ
Año del proyecto2021
Año2021
PrecioBajo consulta
Apareció enDesign Week SP

Mesa auxiliar en roca extraída en Brasil, 47 × 39 cm, en tres alturas

Mesa auxiliar de la colección Pangea. 47 × 39 cm, en tres alturas: 42, 52 y 62 cm.

La Serie 01 se fabrica con rocas extraídas en Brasil. La roca es un material natural y puede variar de pieza a pieza. Otras rocas y otros colores de pata bajo consulta. Diseño y fabricación JBARQ, 2021.

Mesa Lateral Pangea Série 01, objeto — foto 1
Mesa Lateral Pangea Série 01, objeto — foto 2
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Mesa Lateral Pangea Série 02

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Mesa Lateral Pangea Série 02

ColecciónPangea
Dimensiones47 × 39 × (A). alturas 42 · 52 · 62 cm
MaterialesMadera maciza
AcabadosDiamante · Cristal · Ámbar · Jaspe · Granate · Carbón
FabricanteHortensia Móveis
Año del proyecto2023 atualizado
Año2023
PrecioBajo consulta
Apareció enDesign Week SP

Mesa auxiliar en Tauari macizo con acabado en aceite natural, 47 × 39 cm, en tres alturas

Mesa auxiliar de la colección Pangea. 47 × 39 cm, en tres alturas: 42, 52 y 62 cm.

La Serie 02 se fabrica en Tauari macizo, de forma artesanal, con acabado en aceite natural que puede teñirse en el tono del proyecto. Acabados: Diamante, Natural, Ambar, Jaspe, Granada y Carvão. Diseño 2023; fabricación Hortensia Móveis.

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Cadeira Luiz Antonio

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Cadeira Luiz Antonio

ColecciónLuiz Antonio
Dimensiones50 × 50 × 85 cm (A × P × Al)
MaterialesMadera maciza Tauari
AcabadosDiamante · Cristal · Ámbar · Jaspe · Granate · Carbón
FabricanteHortensia Móveis
Año del proyecto2023
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enDesign Week Milán

Silla en Tauari macizo, hecha de forma artesanal, 50 × 50 × 85 cm, lanzada en la Semana del Diseño de Milán en 2025

Silla en Tauari macizo, hecha de forma artesanal. 50 × 50 × 85 cm (An × Pr × Al). Diseño de 2023; fabricación Hortensia Móveis.

La colección lleva el nombre del hurón Luiz Antonio. La pieza fue lanzada en la Semana del Diseño de Milán, en abril de 2025, primera participación de JBARQ en el evento.

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Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01

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Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01

ColecciónTropicália
Dimensiones45 × 30 × 52 cm
MaterialesPiedra natural · madera
FabricanteMinith
Año del proyecto2023
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Design Week SP

Mesa auxiliar en descartes de piedra, Serie 01 de la colección Tropicália, 45 × 30 × 52 cm

Mesa auxiliar de la colección Tropicália, Serie 01. Hecha de descartes de piedras nobles, sobrantes que vuelven al uso como pieza. Las formas son curvas, orgánicas; la referencia es el paisajismo modernista brasileño, en especial la obra de Roberto Burle Marx.

Mide 45 × 30 × 52 cm. Producida por MINITH. Diseñada en 2023, lanzada en 2025.

Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01, objeto — foto 1
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01, objeto — foto 2
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Tapete Protozoa

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Tapete Protozoa

ColecciónProtozoa
DimensionesPersonalizables según el proyecto, respetando las
MaterialesHilo ECONYL (nailon regenerado), hecho a mano
AcabadosMás de 80 colores · muestras bajo pedido
FabricanteTapeçaria Italiana
Año del proyecto2023
Año2023
PrecioBajo consulta

Alfombra hecha a mano en ECONYL, nailon regenerado; medidas por proyecto, en la proporción del dibujo

Alfombra de la colección Protozoa. El dibujo parte de formas de microorganismos: contornos orgánicos, colores vibrantes. La confección es manual, en proceso semiartesanal, por TAPEÇARIA ITALIANA.

El hilo es ECONYL, nailon 100% regenerado a partir de residuos retirados del océano y de vertederos: redes de pesca, plásticos industriales, restos de tejido. Fabricada bajo pedido. Las medidas siguen el proyecto, manteniendo la proporción del dibujo original. Muestras con más de 80 colores. Diseñada y lanzada en 2023.

Tapete Protozoa — PROTOZOA VERDE STILL.png
PROTOZOA VERDE STILL.png
Tapete Protozoa — PROTOZOA ROXO STILL 2.png
PROTOZOA ROXO STILL 2.png
Tapete Protozoa — PROTOZOA MARROM STILL.png
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Tapete Protozoa — IMG_1456.JPG
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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01

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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01

ColecciónRuna
Dimensiones25 × 27 × 21 cm
MaterialesPiedra natural recuperada de la construcción
AcabadosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Año del proyecto2023
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Boom SP Design

Mesa auxiliar de pared en bloque de roca bruta reaprovechada de la construcción, 25 cm de ancho

Mesa auxiliar de pared de la colección Runa. Un bloque de roca bruta, reaprovechado de los residuos de la construcción, recibe un corte que apoya el plato. El corte remite a las runas, artefactos en piedra. Fabricación MINITH. Diseño 2023, lanzamiento 2025.

Serie 01: 25 × 27 × 21 cm.

Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01

← Portada

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01

ColecciónIrupê
Dimensiones25 × 26 × 6 cm
MaterialesMadera maciza Tauari · fijación de acero inoxidable
AcabadosDiamante · Cristal · Ámbar · Jaspe · Granate · Carbón
FabricanteHortensia Móveis
Año del proyecto2024
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Design Week SC · Design Week SP

Mesa auxiliar de pared hecha a mano en Taquari macizo, fijación en acero inoxidable, 25 cm de ancho

Mesa auxiliar de pared de la colección Irupê. Hecha a mano en Taquari macizo, con opción de varias tonalidades y fijación en acero inoxidable. La forma viene de las plantas acuáticas que los guaraníes llaman irupê. Fabricación Hortensia Móveis. Diseño 2024, lanzamiento 2025.

Serie 01: 25 × 26 × 6 cm.

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_006.jpg
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_008.jpg
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_0023.jpg
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Luminária de Mesa Kûara

← Portada

Luminária de Mesa Kûara

ColecciónKûara
Dimensiones13 × 13 × 43 cm (A × P × Al)
MaterialesRestos de piedra natural recuperados
AcabadosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Año del proyecto2024
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Maison&Objet Paris · Design Week SP

Lámpara de mesa en sobras de roca natural, cuerpo escalonado, 13 × 13 × 43 cm

Lámpara de la colección Kûara, producida por MINITH. Diseño de 2024, lanzamiento en 2025. Hecha de sobras de rocas naturales, residuos de la industria de la construcción, en estructura escalonada.

Versión de mesa: 13 × 13 × 43 cm (An × Pr × Al). Dos ediciones: estándar y limitada.

Luminária de Mesa Kûara, objeto — foto 1
Luminária de Mesa Kûara, objeto — foto 2
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Luminária de Mesa Kûara — IMG_7087.JPG
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Luminária de Piso Kûara

← Portada

Luminária de Piso Kûara

ColecciónKûara
Dimensiones20 × 20 × 175 cm (A × P × Al)
MaterialesRestos de piedra natural recuperados
AcabadosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Año del proyecto2024
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Maison&Objet Paris · Design Week SP

Lámpara de piso en sobras de roca natural, cuerpo escalonado, 20 × 20 × 175 cm

Lámpara de la colección Kûara, producida por MINITH. Diseño de 2024, lanzamiento en 2025. Hecha de sobras de rocas naturales, residuos de la industria de la construcción, en estructura escalonada.

Versión de piso: 20 × 20 × 175 cm (An × Pr × Al). Dos ediciones: estándar y limitada.

Luminária de Piso Kûara, objeto — foto 1
Luminária de Piso Kûara, objeto — foto 2
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Arandela Kûara

← Portada

Arandela Kûara

ColecciónKûara
Dimensiones12 × 12 × 12 cm
MaterialesRestos de piedra natural recuperados
AcabadosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Año del proyecto2024
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enMaison&Objet Paris

Aplique en sobras de roca natural, cuerpo escalonado, 12 × 12 × 12 cm

Lámpara de la colección Kûara, producida por MINITH. Diseño de 2024, lanzamiento en 2025. Hecha de sobras de rocas naturales, residuos de la industria de la construcción, en estructura escalonada.

Versión de pared: 12 × 12 × 12 cm.

Arandela Kûara, objeto — foto 1
Arandela Kûara, objeto — foto 2
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Arandela Kûara — IMG_9410 copiar.jpg
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Arandela Kûara — IMG_9376 copiar.jpg
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Arandela Kûara — IMG_9378 copiar.jpg
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Arandela Kûara — IMG_9409 copiar.jpg
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Arandela Kûara — IMG_9408 copiar.jpg
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Banco Mercúrio Série 01

← Portada

Banco Mercúrio Série 01

ColecciónMercúrio
Dimensiones45 × 45 × 35 cm (A × P × Al)
MaterialesAluminio fundido en arena
FabricanteJBARQ
Año del proyecto2023
Año2025
PrecioBajo consulta
Apareció enCasa Dexco SP · Design Week RS · Design Week SP

Banco de aluminio fundido en arena; diseño 2023, producción JBARQ, 45 × 45 × 35 cm

El Banco Mercúrio fue diseñado en 2023 a partir del paso de la materia del estado líquido al sólido. La forma registra ese momento; el nombre viene del metal que se da líquido en la naturaleza.

La Serie 01 se funde en aluminio por el proceso de fundición en arena (sand casting) y la produce JBARQ. Mide 45 × 45 × 35 cm. Lanzada en 2025.

Banco Mercúrio Série 01, objeto — foto 1
Banco Mercúrio Série 01, objeto — foto 2
Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3496.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3505.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3550.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3728.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3791.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3820.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3839.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_0017.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — Bezerra_Panobianco_ny18_002.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — 0Z7A5425-2.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — 0Z7A5414-2-2.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — 27. Avell Desvio Rubro - Jeferson Branco Arquitetura CASACOR BC 2026 - Foto Lio Simas (2).jpg
27. Avell Desvio Rubro - Jeferson Branco Arquitetura CASACOR BC 2026 - Foto Lio Simas (2).jpg

Vaso Pingos

← Portada

Vaso Pingos

ColecciónPingos
Dimensiones15 × 15 × 31 cm
MaterialesCerámica
FabricanteMolle Design
Año del proyecto2023
Año2024
PrecioBajo consulta

Florero Pingos, Molle Design; cuatro series, 15 × 15 × 31 cm

Pingos forma parte de la línea Raízes do Sul, de la colección Raízes de Molle Design; diseño de 2023 con Jeferson Branco, lanzamiento en 2024. Las piezas tienen textura orgánica y detalles esféricos; la referencia es el agua del sur de Brasil: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral de Santa Catarina.

El florero mide 15 × 15 × 31 cm, recibe planta seca o agua, y sale en cuatro series, 01 a 04.

Vaso Pingos, objeto — foto 1
Vaso Pingos, objeto — foto 2
Vaso Pingos — IMAGEM 01.png
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Castiçal Pingos

← Portada

Castiçal Pingos

ColecciónPingos
Dimensiones15 × 15 × 16 cm
MaterialesCerámica
FabricanteMolle Design
Año del proyecto2023
Año2024
PrecioBajo consulta

Candelabro Pingos, Molle Design; dos series, 15 × 15 × 16 cm

Pingos forma parte de la línea Raízes do Sul, de la colección Raízes de Molle Design; diseño de 2023 con Jeferson Branco, lanzamiento en 2024. Las piezas tienen textura orgánica y detalles esféricos; la referencia es el agua del sur de Brasil: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral de Santa Catarina.

El candelabro mide 15 × 15 × 16 cm y sale en dos series, 01 y 02.

Castiçal Pingos, objeto — foto 1
Castiçal Pingos, objeto — foto 2
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Fruteira Pingos

← Portada

Fruteira Pingos

ColecciónPingos
Dimensiones29 × 29 × 17 cm
MaterialesCerámica
FabricanteMolle Design
Año del proyecto2023
Año2024
PrecioBajo consulta

Frutero Pingos, Molle Design, 29 × 29 × 17 cm

Pingos forma parte de la línea Raízes do Sul, de la colección Raízes de Molle Design; diseño de 2023 con Jeferson Branco, lanzamiento en 2024. Las piezas tienen textura orgánica y detalles esféricos; la referencia es el agua del sur de Brasil: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral de Santa Catarina.

El frutero mide 29 × 29 × 17 cm.

Fruteira Pingos, objeto — foto 1
Fruteira Pingos, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02

← Portada

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02

ColecciónIrupê
Dimensiones50 × 25 × 6 cm
MaterialesMadera maciza Tauari · fijación de acero inoxidable
AcabadosDiamante · Cristal · Ámbar · Jaspe · Granate · Carbón
Apareció enBienal de Arquitectura Brasileña SP

Versión doble de la Irupê: 50 cm de ancho en Taquari macizo, fijación en acero inoxidable

Mesa auxiliar de pared de la colección Irupê. Hecha a mano en Taquari macizo, con opción de varias tonalidades y fijación en acero inoxidable. La forma viene de las plantas acuáticas que los guaraníes llaman irupê.

Serie 02, versión doble: 50 × 25 × 6 cm, el doble del ancho de la Serie 01, en disposición horizontal. Lanzamiento previsto; avisamos por WhatsApp.

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02, objeto — foto 2

Banco Mercúrio Série 02

← Portada

Banco Plasm

ColecciónPlasma
Dimensiones40 × 40 × 32 cm (A × P × Al)
MaterialesResina translúcida o sólida
AcabadosResina translúcida o sólida · carta de colores bajo consulta
FabricanteBy Poly
Año del proyecto2026 Atualização
Previsto2026

Banco de resina, translúcida o sólida; diseño 2023, producción BY POLY, 40 × 40 × 32 cm

El Banco Plasma fue diseñado en 2023 a partir del paso de la materia del estado líquido al sólido. La forma registra ese momento; el nombre viene del metal que se da líquido en la naturaleza.

Es de resina coloreada, translúcida o sólida, producida por BY POLY. Las burbujas e imperfecciones quedan a propósito y fijan el movimiento del material. Mide 40 × 40 × 32 cm. Lanzamiento previsto; avisamos por WhatsApp.

Banco Plasm, objeto — foto 1
Banco Plasm, objeto — foto 2
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CORES DIVERSAS.png
Banco Plasm — CORES PASTEIS.png
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Banco Plasm — IMG_3585.PNG
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Banco Plasm — MARROM ESTUDIO.png
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Banco Plasm — IMG_3597.jpg
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Banco Plasm — POST 01.png
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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

← Portada

Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

ColecciónRuna
Dimensiones50 × 27 × 21 cm
MaterialesPiedra natural recuperada de la construcción
AcabadosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Año del proyecto2023
Previsto2025
Apareció enCasa Dexco SP · Boom SP Design

Mesa auxiliar de pared en bloque de roca bruta reaprovechada de la construcción, 50 cm de ancho

Mesa auxiliar de pared de la colección Runa. Un bloque de roca bruta, reaprovechado de los residuos de la construcción, recibe un corte que apoya el plato. El corte remite a las runas, artefactos en piedra. Fabricación MINITH. Diseño 2023.

Serie 02: 50 × 27 × 21 cm, el doble del ancho de la Serie 01. Lanzamiento previsto; avisamos por WhatsApp.

Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02, objeto — foto 2
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Latitude27

← Portada

Latitude27

Navegantes, 2026
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Premios

2017 – 2025

El reconocimiento llegó cuando aún era estudiante y desde entonces acompaña el trabajo en concursos, muestras y colecciones.

Prensa

2024 – 2026

Dónde se ha publicado el trabajo, y por qué.