Itajaí, Santa Catarina
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Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro2026
FairyMay Campeche — Campeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay CampecheCampeche, Florianópolis, Brasil  ·  2026
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil  ·  2026
Casa Dexco — São Paulo, Brasil
Casa DexcoSão Paulo, Brasil  ·  2025
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil  ·  2025
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria — Penha, Brasil
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da DiretoriaPenha, Brasil  ·  2025
Dimarmo - Recepção — Penha, Brasil
Dimarmo - RecepçãoPenha, Brasil  ·  2025
Lumini — Navegantes, Brasil
LuminiNavegantes, Brasil  ·  2025
Royal Residence — Navegantes, Brasil
Royal ResidenceNavegantes, Brasil  ·  2025
Stand Invicta — São Paulo, Brasil
Stand InvictaSão Paulo, Brasil  ·  2025
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil  ·  2024
Apartamento em Itajaí — Itajaí, Brasil
Apartamento em ItajaíItajaí, Brasil  ·  2024
Central de Vendas ARRKA — Balneário Camboriú, 2023
Central de Vendas ARRKANavegantes, Brasil  ·  2024
Dummagram — Santa Cruz do Sul, Brasil
DummagramSanta Cruz do Sul, Brasil  ·  2024
Stand Dynamis 2023 — São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli BrasilSão Paulo, Brasil  ·  2024
Esatta Engenharia — Navegantes, Brasil
Esatta EngenhariaNavegantes, Brasil  ·  2024
Estúdio Vértice — Balneário Camboriú, Brasil
Estúdio VérticeBalneário Camboriú, Brasil  ·  2024
Stand Dynamis 2024 — São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2024São Paulo, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil  ·  2024
Stand Heli Intermodal — São Paulo, Brasil
Stand Heli IntermodalSão Paulo, Brasil  ·  2024
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil  ·  2023
Apartamento Decorado Arrka — Balneário Camboriú, Brasil
Apartamento Decorado ArrkaBalneário Camboriú, Brasil  ·  2023
Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil  ·  2023
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil  ·  2023
Apartamento Frente Mar — Navegantes, Brasil
Apartamento Frente MarNavegantes, Brasil  ·  2022
Mini King — Navegantes, Brasil
Mini KingNavegantes, Brasil  ·  2022
Moraes & Araújo Advocacia — Florianópolis, Brasil
Moraes & Araújo AdvocaciaFlorianópolis, Brasil  ·  2022
Mademoiselle Hair Salon — St. Augustine, United States
Mademoiselle Hair SalonSt. Augustine, United States  ·  2021
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil  ·  2021
Primeira Sede JBARQ — Itajaí, Brasil
Primeira Sede JBARQItajaí, Brasil  ·  2021
Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil  ·  2019
Quarto do bebê Theo — Navegantes, Brasil
Quarto do bebê TheoNavegantes, Brasil  ·  2019
Habitat Deca — Itapema, Brasil
Habitat DecaItapema, Brasil  ·  2018
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 012021
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 022023
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio2025
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 —
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 012025
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa2023
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 012025
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 012025
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara2025
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara2025
Arandela Kûara —
Arandela Kûara2025
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 012025
Vaso Pingos —
Vaso Pingos2024
Castiçal Pingos —
Castiçal Pingos2024
Fruteira Pingos —
Fruteira Pingos2024
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02
Banco Plasm —
Banco Plasm2026
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 022025
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
Avell Desvio Rubro —
Avell Desvio Rubro
FairyMay Campeche — Campeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay CampecheCampeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay Campeche — Campeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay CampecheCampeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay Campeche — Campeche, Florianópolis, Brasil
FairyMay CampecheCampeche, Florianópolis, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa Catarina — São Paulo, Brasil
Pavilhão de Santa CatarinaSão Paulo, Brasil
Casa Dexco — São Paulo, Brasil
Casa DexcoSão Paulo, Brasil
Casa Dexco — São Paulo, Brasil
Casa DexcoSão Paulo, Brasil
Casa Dexco — São Paulo, Brasil
Casa DexcoSão Paulo, Brasil
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Casa DexcoSão Paulo, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Clínica Munaretto — Barra Velha, Brasil
Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
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Clínica MunarettoBarra Velha, Brasil
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria — Penha, Brasil
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da DiretoriaPenha, Brasil
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria — Penha, Brasil
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da DiretoriaPenha, Brasil
Dimarmo - Recepção — Penha, Brasil
Dimarmo - RecepçãoPenha, Brasil
Dimarmo - Recepção — Penha, Brasil
Dimarmo - RecepçãoPenha, Brasil
Lumini — Navegantes, Brasil
LuminiNavegantes, Brasil
Lumini — Navegantes, Brasil
LuminiNavegantes, Brasil
Lumini — Navegantes, Brasil
LuminiNavegantes, Brasil
Royal Residence — Navegantes, Brasil
Royal ResidenceNavegantes, Brasil
Royal Residence — Navegantes, Brasil
Royal ResidenceNavegantes, Brasil
Royal Residence — Navegantes, Brasil
Royal ResidenceNavegantes, Brasil
Royal Residence — Navegantes, Brasil
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Stand Invicta — São Paulo, Brasil
Stand InvictaSão Paulo, Brasil
Stand Invicta — São Paulo, Brasil
Stand InvictaSão Paulo, Brasil
Stand Invicta — São Paulo, Brasil
Stand InvictaSão Paulo, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Admirá — Balneário Camboriú, Brasil
AdmiráBalneário Camboriú, Brasil
Apartamento em Itajaí — Itajaí, Brasil
Apartamento em ItajaíItajaí, Brasil
Apartamento em Itajaí — Itajaí, Brasil
Apartamento em ItajaíItajaí, Brasil
Central de Vendas ARRKA — Balneário Camboriú, 2023
Central de Vendas ARRKABalneário Camboriú, 2023
Central de Vendas ARRKA — Balneário Camboriú, 2023
Central de Vendas ARRKABalneário Camboriú, 2023
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Dummagram — Santa Cruz do Sul, Brasil
DummagramSanta Cruz do Sul, Brasil
Dummagram — Santa Cruz do Sul, Brasil
DummagramSanta Cruz do Sul, Brasil
Dummagram — Santa Cruz do Sul, Brasil
DummagramSanta Cruz do Sul, Brasil
Stand Dynamis 2023 — São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023 — São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023 — São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023São Paulo, Brasil
Stand Dynamis 2023 — São Paulo, Brasil
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Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli BrasilSão Paulo, Brasil
Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli BrasilSão Paulo, Brasil
Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli BrasilSão Paulo, Brasil
Ecossistema Heli Brasil — São Paulo, Brasil
Ecossistema Heli BrasilSão Paulo, Brasil
Esatta Engenharia — Navegantes, Brasil
Esatta EngenhariaNavegantes, Brasil
Estúdio Vértice — Balneário Camboriú, Brasil
Estúdio VérticeBalneário Camboriú, Brasil
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Stand Dynamis 2024 — São Paulo, Brasil
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Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Harden — Balneário Camboriú, Brasil
Stand HardenBalneário Camboriú, Brasil
Stand Heli Intermodal — São Paulo, Brasil
Stand Heli IntermodalSão Paulo, Brasil
Stand Heli Intermodal — São Paulo, Brasil
Stand Heli IntermodalSão Paulo, Brasil
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Stand Heli IntermodalSão Paulo, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
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[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA] — Balneário Camboriú, Brasil
[t3chno.DELTA]Balneário Camboriú, Brasil
Apartamento Decorado Arrka — Balneário Camboriú, Brasil
Apartamento Decorado ArrkaBalneário Camboriú, Brasil
Apartamento Decorado Arrka — Balneário Camboriú, Brasil
Apartamento Decorado ArrkaBalneário Camboriú, Brasil
Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil
Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil
Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil
Cozinha Experiência — Penha, Brasil
Cozinha ExperiênciaPenha, Brasil
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
EuReciclo — São Paulo, Brasil
EuRecicloSão Paulo, Brasil
Apartamento Frente Mar — Navegantes, Brasil
Apartamento Frente MarNavegantes, Brasil
Apartamento Frente Mar — Navegantes, Brasil
Apartamento Frente MarNavegantes, Brasil
Apartamento Frente Mar — Navegantes, Brasil
Apartamento Frente MarNavegantes, Brasil
Mini King — Navegantes, Brasil
Mini KingNavegantes, Brasil
Mini King — Navegantes, Brasil
Mini KingNavegantes, Brasil
Moraes & Araújo Advocacia — Florianópolis, Brasil
Moraes & Araújo AdvocaciaFlorianópolis, Brasil
Mademoiselle Hair Salon — St. Augustine, United States
Mademoiselle Hair SalonSt. Augustine, United States
Mademoiselle Hair Salon — St. Augustine, United States
Mademoiselle Hair SalonSt. Augustine, United States
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
meu.coração.queima — Florianópolis, Brasil
meu.coração.queimaFlorianópolis, Brasil
Primeira Sede JBARQ — Itajaí, Brasil
Primeira Sede JBARQItajaí, Brasil
Primeira Sede JBARQ — Itajaí, Brasil
Primeira Sede JBARQItajaí, Brasil
Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil
Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil
Inbrasul Hub — Navegantes, Brasil
Inbrasul HubNavegantes, Brasil
Quarto do bebê Theo — Navegantes, Brasil
Quarto do bebê TheoNavegantes, Brasil
Habitat Deca — Itapema, Brasil
Habitat DecaItapema, Brasil
Habitat Deca — Itapema, Brasil
Habitat DecaItapema, Brasil
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 01 —
Mesa Lateral Pangea Série 01
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Mesa Lateral Pangea Série 02 —
Mesa Lateral Pangea Série 02
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Cadeira Luiz Antonio —
Cadeira Luiz Antonio
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 —
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Tapete Protozoa —
Tapete Protozoa
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 —
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Mesa Kûara —
Luminária de Mesa Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Luminária de Piso Kûara —
Luminária de Piso Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Arandela Kûara —
Arandela Kûara
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Banco Mercúrio Série 01 —
Banco Mercúrio Série 01
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Vaso Pingos —
Vaso Pingos
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Banco Plasm —
Banco Plasm
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02 —
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

Estúdio

Itajaí, Santa Catarina

Forbes Under 30 em 2024, o arquiteto, designer, palestrante, professor universitário e colunista Jeferson Branco é uma das vozes mais expressivas da nova geração do design brasileiro. À frente da direção criativa do estúdio que leva seu nome, Jeferson Branco Arquitetura, sediado em Itajaí (SC), com atuação em todo o Brasil e presença internacional, ele constrói uma trajetória marcada pela autoralidade, pela valorização da matéria-prima nacional e por uma leitura sofisticada das transformações socioculturais do nosso tempo.

Sua formação combina técnica e sensibilidade. Graduado em Arquitetura e Urbanismo, Jeferson cursou parte da faculdade na California Baptist University, na Califórnia (EUA), e estagiou no estúdio D-Scheme Studio, em San Francisco, experiências que expandiram sua visão de mundo e consolidaram sua abordagem global, sem abrir mão de uma identidade profundamente latina e brasileira.

O reconhecimento nacional veio ainda durante a graduação, com o primeiro lugar geral no 22º Concurso Estudos Deca, em São Paulo, e o primeiro lugar na categoria Estação de Metrô, premiações que o levaram a estrear na CASACOR Santa Catarina 2018 com o projeto Habitat Deca, ainda como estudante. O espaço, que propunha um banheiro sem gênero como manifesto pela inclusão e pela adaptação da arquitetura às mudanças sociais, antecipava a natureza questionadora e sensível que marcaria toda sua produção, influenciando inclusive diretrizes posteriores do concurso, que passaram a incluir a obrigatoriedade de propostas de inclusão de gênero.

Desde então, Jeferson participou de diversas edições da mostra, incluindo o loft meu.coração.queima e o bar t3chno.DELTA, sempre articulando estética, tecnologia e discurso social. Sua obra se destaca por unir pensamento conceitual e execução rigorosa, refletindo uma prática que entende o projeto como narrativa e contação de histórias: um diálogo entre matéria, memória e comportamento.

Nos últimos anos, o estúdio expandiu sua atuação para diferentes escalas, de edifícios residenciais em altura e interiores a mobiliário, luminárias e objetos de design. Suas coleções, como as luminárias Kûara, os tapetes Protozoa, as mesas de apoio Irupé e Runa, e o banco Mercúrio, exploram as fronteiras entre arte e design com um olhar poético e experimental. Trabalhando com rochas brasileiras reaproveitadas, alumínio fundido, madeira de reflorestamento e pet retirado dos oceanos, o arquiteto constrói uma linguagem que funde ancestralidade e futurismo, natureza e tecnologia, brasilidade e sofisticação.

Em 2025, Jeferson integrou o elenco nacional de 20 profissionais convidados a assinar a Casa Dexco, mostra que ocupou o Conjunto Nacional, em São Paulo, sob curadoria de Allex Colontonio e André Rodrigues (Decornautas). Sua interpretação do tema Neomodernismo reforçou a maturidade de sua pesquisa estética, com volumes esculturais, equilíbrio cromático e uma materialidade que evoca o passado reinterpretado pelo olhar contemporâneo.

Consolidando sua relevância no cenário nacional, encerrou o ano de 2025 como vencedor do concurso para o pavilhão de Santa Catarina na Bienal de Arquitetura Brasileira, reafirmando seu compromisso com a valorização da arquitetura regional em diálogo com o contemporâneo.

Além das mostras, suas peças de design vêm ganhando destaque em importantes veículos e feiras nacionais e internacionais, como a coleção Kûara na Maison&Objet, durante a semana de design de Paris, a coleção Luiz Antonio na semana de design de Milão, e publicações como Forbes Life Design, Casa Vogue, Casa e Jardim, Elle Decor e Bazaar Interiores Brasil. A mesa de parede Irupé, por exemplo, foi publicada na Forbes Life Design de novembro de 2024, enquanto o tapete Protozoa integrou a seleção 10+ da Casa e Jardim.

Sua pesquisa parte de um olhar sociológico e filosófico sobre o comportamento humano e sobre como essa relação se transforma em produto, campo que ele aprofunda em sua pós-graduação em Mercado e Comportamento no Século XXI, orientada por Luiz Felipe Pondé na FAAP, e também em sua atuação como professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em cursos de pós-graduação sobre inteligência artificial aplicada à arquitetura. Essa investigação desemboca em peças e projetos que refletem o espírito do tempo. Ao analisar as mudanças nas relações entre pessoas, objetos e espaços, Jeferson propõe uma arquitetura emocionalmente inteligente, que traduz o modo contemporâneo de habitar, trabalhar e sentir.

Entre seus temas recorrentes estão a tensão entre natureza e tecnologia, o maximalismo tropical e o retrofuturismo latino, que o arquiteto entende como expressões legítimas de uma geração que busca autenticidade e representatividade nos espaços que ocupa. A exuberância tropical, reinterpretada com rigor geométrico e precisão construtiva, aparece como assinatura em seus projetos.

O trabalho de Jeferson Branco é movido por histórias que nascem da observação atenta do mundo e da crença de que arquitetura e design são ferramentas de narrativa, identidade e transformação cultural através de formas, cores e texturas.

Avell Desvio Rubro

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Avell Desvio Rubro

ClienteAvell
ProgramaPop-up Store
Ano2026
TipologiaExposição | Instalação | Retail
RegistroFotografia
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Methisa Lazzaris
FotografiaEverson Martins

Avell Desvio Rubro é uma instalação concebida como plataforma curatorial para discutir tecnologia, desejo e crise climática. Desenvolvido para a CASACOR Santa Catarina 2026, o ambiente que chegou a capa reúne arquitetura, arte, design e indústria dentro de um campo cromático integralmente vermelho.

A cor ocupa piso, paredes, teto, mobiliário e luz. Essa continuidade elimina referências domésticas imediatas e produz uma experiência de imersão. Superfícies reflexivas, elementos tecnológicos e volumes de forte presença alteram a percepção de profundidade e mantêm o corpo consciente de sua posição no espaço.

O projeto observa a tensão entre a promessa de uma vida otimizada pela tecnologia e os impactos materiais dessa aceleração. Equipamentos, telas e componentes digitais convivem com obras e peças de design brasileiro, formando um conjunto que aproxima inovação, produção, consumo e memória.

A curadoria reúne nomes como Irmãos Campana e Cris Bertolucci, além de outros autores brasileiros. As peças não aparecem como objetos isolados, pois participam da construção de cenas, relações e perguntas. A arquitetura funciona como estrutura editorial e determina aproximações entre trabalhos de origens e escalas diferentes.

A parceria com Avell e NVIDIA GeForce Brasil incorpora a tecnologia ao próprio processo de concepção e à experiência do visitante. Desvio Rubro propõe um interior intenso, crítico e sensorial, no qual futuro e emergência ambiental são apresentados como forças simultâneas.

Avell Desvio Rubro, interiores — foto 1
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 2
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 3
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 4
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 5
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 6
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 7
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 8
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 9
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 10
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 11
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 12
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 13
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 14
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 15
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 16
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 17
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 18
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 19
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 20
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 21
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 22
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 23
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 24
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 25
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 26
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 27
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 28
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 29
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 30
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 31
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 32
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 33
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 34
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 35
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 36
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 37
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 38
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 39
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 40
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 41
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 42
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 43
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 44
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 45
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 46
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 47
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 48
Avell Desvio Rubro, interiores — foto 49
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Avell Desvio Rubro — ELEVACAO 03.png
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Avell Desvio Rubro — PLANTA BAIXA.png
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Maycampeche

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FairyMay Campeche

Campeche, Florianópolis, Brasil
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Guilherme Lugarini; Welysson Fernando
ClienteFairyland e May Campeche
Ano2024
TipologiaComercial | Retail | Restaurante
RegistroFotografia
FotografiaDenilson Machado

FairyMay Campeche foi concebido como um interior comercial imersivo no Campeche, em Florianópolis. O projeto utiliza cor, luz, escala e repetição para construir uma atmosfera de fantasia com linguagem contemporânea, evitando referências literais e cenográficas.

A circulação funciona como sequência narrativa. Mudanças de geometria, enquadramentos e planos cromáticos conduzem o visitante e revelam diferentes situações de uso. Cada ambiente possui identidade própria, mas permanece ligado ao conjunto por uma paleta contínua e por elementos que reaparecem em novas proporções.

Superfícies curvas reduzem a rigidez dos limites e aproximam arquitetura, mobiliário e comunicação visual. A iluminação é incorporada aos volumes, destaca transições e cria pontos de intensidade sem depender de uma luz geral uniforme. Reflexos e transparências ampliam a percepção do espaço e produzem novas camadas de leitura.

O projeto trabalha a ideia de encantamento por meio da precisão. Detalhes, encontros, cores e objetos são organizados para sustentar a experiência comercial e facilitar operação, exposição e permanência. O aspecto lúdico nasce da relação entre os elementos, sem comprometer clareza funcional.

A arquitetura cria um lugar reconhecível, adequado à comunicação digital e à experiência presencial, com potencial para permanecer na memória de quem o atravessa.

FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 1
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 2
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 3
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 4
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 5
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 6
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 7
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 8
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FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 11
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 12
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 13
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 14
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 15
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 16
FairyMay Campeche, interiores em Campeche — foto 17

Pavilhão de Santa Catarina

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Pavilhão de Santa Catarina

São Paulo, Brasil
ClienteBienal de Arquitetura Brasileira
ProgramaLiving; Cozinha; Lavanderia; Suíte; Homeoffice; Lavabo
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
Ano2026
TipologiaExposição | Pavilhão
RegistroFotografia
FotografiaEverson Martins; Denilson Machado

Essa é a proposta vencedora do concurso para autoria e curadoria do Pavilhão de Santa Catarina na primeira Bienal de Arquitetura Brasileira. O projeto parte da impossibilidade de representar o estado por uma imagem única e propõe uma leitura construída por diferenças, deslocamentos e relações.

A curadoria reúne arquitetura, território, modos de produção e cultura material em núcleos que podem ser percorridos sem uma ordem cronológica fixa. Projetos, documentos, objetos, imagens e depoimentos formam um campo de pesquisa aberto, no qual referências históricas convivem com práticas contemporâneas.

A expografia atua como instrumento editorial. Suportes, planos e intervalos organizam aproximações entre trabalhos de escalas distintas, permitindo leituras rápidas e investigações mais demoradas. O percurso preserva vazios e cruzamentos, condição que favorece encontros entre conteúdos e visitantes.

A identidade do pavilhão evita a síntese folclórica e observa Santa Catarina como território plural, formado por litoral, interior, indústria, paisagem, migrações e diferentes tradições construtivas. Essas camadas aparecem por meio das obras selecionadas e das relações estabelecidas pela montagem.

O projeto posiciona o pavilhão como espaço de debate. A arquitetura expositiva, a pesquisa e a curadoria operam em conjunto para apresentar a produção catarinense dentro de uma discussão brasileira contemporânea.

Pavilhão de Santa Catarina, interiores em São Paulo — foto 1
Pavilhão de Santa Catarina, interiores em São Paulo — foto 2
Pavilhão de Santa Catarina, interiores em São Paulo — foto 3
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Pavilhão de Santa Catarina, interiores em São Paulo — foto 163
Pavilhão de Santa Catarina, interiores em São Paulo — foto 166

Casa Dexco

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Casa Dexco

São Paulo, Brasil
ClienteDexco
Ano2025
TipologiaExposição | Banheiro
RegistroFotografia
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaDenilson Machado

Ânima investiga a sala de banho como espaço de observação do corpo, da memória e das transformações acumuladas ao longo do tempo. Desenvolvido para a Casa Dexco 2025, no Conjunto Nacional, o ambiente articula materialidade, luz e vegetação para construir uma experiência de interioridade.

O piso listrado em vermelho e branco estabelece a ordem gráfica do projeto. Sua geometria atravessa o espaço e contrasta com paredes de desenho fluido, recortes orgânicos e planos que se aproximam sem formar um limite rígido. A composição conduz o visitante por uma sequência de enquadramentos e altera a percepção de escala.

O vermelho aparece como referência ao modernismo brasileiro e à cultura visual latino-americana. Aplicado em grandes superfícies, ele assume função arquitetônica e organiza a relação entre estrutura, objetos e corpo. A presença do branco preserva intervalos de luz e amplia a leitura das curvas.

No lugar de uma imagem inteira, o espelho apresenta uma superfície fraturada. As fissuras fragmentam o reflexo e transformam a imperfeição em elemento central do ambiente. A peça registra a passagem do observador e propõe uma leitura do corpo formada por camadas, marcas e mudanças.

Cobogós e aberturas filtram a iluminação, enquanto a vegetação tropical ocupa frestas e bordas. A luz percorre folhas, superfícies minerais e planos coloridos, produzindo variações ao longo do dia. O projeto reúne referências modernas, matéria brasileira e uma espacialidade sensorial dentro de uma sala de banho concebida como território de identidade.

Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 1
Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 2
Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 3
Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 4
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Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 6
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Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 10
Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 8
Casa Dexco, interiores em São Paulo — foto 9

Clínica Munaretto

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Clínica Munaretto

Barra Velha, Brasil
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteClínica Munaretto
Ano2025
TipologiaSaúde | Clínica
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores, projeto executivo e acompanhamento de obra
FotografiaEverson Martins

A Clínica Munaretto foi projetada para reunir atendimento, espera, consultórios, procedimentos e apoio em um ambiente de leitura clara e atmosfera controlada. A organização espacial prioriza percursos diretos, privacidade e integração entre arquitetura, iluminação e sistemas técnicos.

A recepção concentra a identidade do projeto. Superfícies minerais, volumes de desenho preciso e luz indireta formam uma composição serena, sem recorrer ao repertório visual convencional de ambientes clínicos. Portas mimetizadas, rodapés embutidos e encontros contínuos reduzem interrupções e reforçam a percepção de unidade.

Vidros translúcidos filtram vistas entre circulação e salas, preservando a entrada de luz. A escolha dos diferentes graus de transparência responde às necessidades de cada ambiente e cria profundidade mesmo nos trechos mais compactos da planta.

Materiais de alta resistência aparecem com acabamento tátil. Revestimentos, porcelanatos, metais e superfícies laváveis foram compatibilizados com as exigências de manutenção, acústica e uso intensivo. A iluminação combina níveis gerais confortáveis com focos destinados ao trabalho técnico.

O resultado aproxima precisão funcional e sensação de acolhimento. Cada elemento participa da rotina clínica e contribui para uma experiência contínua desde a chegada, com identidade própria e baixo ruído visual.

Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 1
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 2
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Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 32
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 33
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 34
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 35
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Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 37
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 38
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 39
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Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 42
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 43
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 44
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 45
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 46
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 47
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Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 49
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 50
Clínica Munaretto, interiores em Barra Velha — foto 51

Dimarmo — Boardroom

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Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria

Penha, Brasil
ClienteDimarmo Marmoraria
Ano2024
Área32 m²
TipologiaComercial
RegistroFotografia
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando
FotografiaRomário Couto

Em apenas 32 m², o projeto para a Dimarmo transforma a pedra de produto exposto em matéria arquitetônica.

O espaço foi construído a partir da própria natureza geológica das rochas. Camadas, cortes, veios, espessuras e superfícies orientam o desenho e criam uma atmosfera densa, quase mineral. A arquitetura trabalha com a sensação de entrar em uma matéria escavada, onde cada plano revela uma nova leitura da pedra.

O travertino percorre as paredes em grandes placas posicionadas lado a lado. O desenho horizontal dos veios cria continuidade entre as peças e faz a superfície assumir a escala de uma paisagem. As bordas superiores permanecem irregulares, preservando uma presença bruta que evidencia a origem natural do material.

Perfis verticais interrompem essa continuidade em intervalos precisos e revelam a lógica de montagem. A tectônica permanece visível. Pedra, estrutura e encontro são tratados como partes do mesmo desenho.

Em contraste, volumes escuros aparecem como elementos monolíticos. O bar, o lavatório e os planos verticais concentram materiais de maior densidade cromática e criam pontos de profundidade dentro do espaço. No lavabo, um cilindro de pedra funciona como cuba e pedestal, enquanto outro volume suspenso repete a mesma geometria acima dele. O espelho oval atravessa a composição e multiplica reflexos, texturas e luz.

A iluminação foi incorporada à matéria. Fontes indiretas percorrem o limite irregular das placas e revelam seus relevos. Em outros pontos, a luz atravessa a espessura da pedra e evidencia desenhos que durante o dia permanecem silenciosos. O ambiente muda de leitura conforme a iluminação se transforma.

A área de atendimento ocupa o centro do espaço com grandes superfícies minerais de diferentes tonalidades. A proximidade entre mesa, bar, parede e piso cria uma experiência imersiva, onde a variedade das rochas pode ser percebida pela cor, pelo toque, pelo brilho, pela temperatura e pelo peso visual.

O projeto entende o showroom como um lugar de contato direto com a matéria. Cada pedra apresenta sua própria formação, suas imperfeições e seu tempo.

A arquitetura apenas cria as condições para que essa história permaneça visível.

Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 1
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 2
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 3
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 4
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 5
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 6
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 7
Dimarmo - Sala de Reuniões | Sala da Diretoria, interiores em Penha — foto 8

Dimarmo — Reception

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Dimarmo - Recepção

Penha, Brasil
Ano2025
ClienteDimarmo Marmoraria
ProgramaArquitetura de interiores, showroom e experiência de marca
Área32 m²
EquipeJeferson Branco, Beatriz Corazza, Welysson Fernando
FotografiaRomário Couto
RegistroFotografia

Em apenas 32 m², o projeto para a Dimarmo transforma a pedra de produto exposto em matéria arquitetônica.

O espaço foi construído a partir da própria natureza geológica das rochas. Camadas, cortes, veios, espessuras e superfícies orientam o desenho e criam uma atmosfera densa, quase mineral. A arquitetura trabalha com a sensação de entrar em uma matéria escavada, onde cada plano revela uma nova leitura da pedra.

O travertino percorre as paredes em grandes placas posicionadas lado a lado. O desenho horizontal dos veios cria continuidade entre as peças e faz a superfície assumir a escala de uma paisagem. As bordas superiores permanecem irregulares, preservando uma presença bruta que evidencia a origem natural do material.

Perfis verticais interrompem essa continuidade em intervalos precisos e revelam a lógica de montagem. A tectônica permanece visível. Pedra, estrutura e encontro são tratados como partes do mesmo desenho.

Em contraste, volumes escuros aparecem como elementos monolíticos. O bar, o lavatório e os planos verticais concentram materiais de maior densidade cromática e criam pontos de profundidade dentro do espaço. No lavabo, um cilindro de pedra funciona como cuba e pedestal, enquanto outro volume suspenso repete a mesma geometria acima dele. O espelho oval atravessa a composição e multiplica reflexos, texturas e luz.

A iluminação foi incorporada à matéria. Fontes indiretas percorrem o limite irregular das placas e revelam seus relevos. Em outros pontos, a luz atravessa a espessura da pedra e evidencia desenhos que durante o dia permanecem silenciosos. O ambiente muda de leitura conforme a iluminação se transforma.

A área de atendimento ocupa o centro do espaço com grandes superfícies minerais de diferentes tonalidades. A proximidade entre mesa, bar, parede e piso cria uma experiência imersiva, onde a variedade das rochas pode ser percebida pela cor, pelo toque, pelo brilho, pela temperatura e pelo peso visual.

O projeto entende o showroom como um lugar de contato direto com a matéria. Cada pedra apresenta sua própria formação, suas imperfeições e seu tempo.

A arquitetura apenas cria as condições para que essa história permaneça visível.

Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 1
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 2
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 3
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 4
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 5
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 6
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 7
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 8
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 9
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 10
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 11
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 12
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 13
Dimarmo - Recepção, interiores em Penha — foto 14

Lumini

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Lumini

Navegantes, Brasil
ClienteDinamize Empreendimentos
TipologiaResidencial multifamiliar
RegistroFotografia | Renders
EscopoFachada e arquitetura de interiores das áreas comuns
Ano2023–2025
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaAcervo Jeferson Branco Arquitetura

O Lumini Residence desenvolve uma identidade residencial a partir de luz, repetição e cor. A fachada é organizada por uma malha regular de aberturas e varandas, atravessada por um núcleo vertical que recebe composição gráfica própria e atua como referência urbana.

Faixas cromáticas variam ao longo da torre de circulação. Tons terrosos, cinzas e verdes aparecem em módulos de alturas diferentes, evitando uma repetição mecânica entre os pavimentos. Brises em alumínio escuro aprofundam as sombras e reforçam a leitura vertical do edifício.

A base aproxima arquitetura e paisagem por meio de canteiros, bancos integrados e superfícies contínuas. Os acessos recebem enquadramentos claros e iluminação incorporada, criando uma transição reconhecível entre rua, hall e áreas comuns.

Nos interiores, a mesma paleta reaparece em proporções controladas. Madeira, pedra e planos coloridos organizam salão de festas e hall, enquanto a iluminação linear acompanha encontros, nichos e planos de circulação. O conjunto preserva unidade sem repetir literalmente a fachada.

O projeto utiliza recursos simples como cor, sombra, módulo e vegetação para construir presença. O edifício se torna legível no tecido urbano e mantém uma atmosfera doméstica nas áreas de uso coletivo.

Lumini, edifício em Navegantes — foto 1
Lumini, edifício em Navegantes — foto 2
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Lumini, edifício em Navegantes — foto 7
Lumini, edifício em Navegantes — foto 8

Royal Residence

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Royal Residence

Navegantes, Brasil
ClienteDinamize Empreendimentos
Ano2022–2024
TipologiaResidencial multifamiliar
RegistroFotografia | Renders
EscopoFachada, áreas comuns e arquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaAcervo Dinamize Empreendimentos; Jeferson Branco Arquitetura

O Royal Residence trabalha repetição, sombra e profundidade. Varandas, planos verticais, brises e enquadramentos formam uma ordem contínua, interrompida por diferenças de cor e espessura. O edifício mantém leitura clara a distância e revela detalhes conforme a aproximação.

A paleta utiliza tons minerais e acentos cromáticos para construir identidade sem depender de elementos aplicados. Cor e material participam do volume, marcam acessos e reforçam a percepção dos diferentes planos. A vegetação acompanha a base e os espaços coletivos, conectando a escala do edifício ao uso cotidiano.

Nos interiores, madeira, pedra e superfícies de tonalidade quente prolongam a pesquisa da fachada. Hall, salão de festas, espaço infantil e academia recebem soluções específicas, ligadas por um mesmo sistema de proporções, iluminação e acabamentos. A continuidade reduz a sensação de ambientes isolados e estabelece uma narrativa comum para o conjunto.

O projeto trata a experiência residencial desde a chegada até os espaços de convivência. A arquitetura funciona como identidade do empreendimento e como estrutura para a vida coletiva, articulando memória moderna, materialidade local e uso contemporâneo.

Royal Residence, edifício em Navegantes — foto 1
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Royal Residence, edifício em Navegantes — foto 16
Royal Residence, edifício em Navegantes — foto 17

Stand Invicta

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Stand Invicta

São Paulo, Brasil
ClienteNewell Brands
ProgramaABUP Show
Área207 m²
Ano2025
TipologiaArquitetura efêmera | Exposição
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores, experiência de marca e supervisão de montagem
EquipeJeferson Branco Arquitetura feat. Estúdio Leonardo Zanatta

O stand da Invicta na ABUP Show 2025 foi concebido para apresentar um novo posicionamento da marca por meio de um ato de revelação. Em 207 m², uma longa cortina verde contorna o programa e substitui a fachada convencional por uma superfície móvel, contínua e parcialmente enigmática.

A estratégia aproxima a arquitetura expositiva da cenografia de moda. Em vez de oferecer uma leitura imediata de tudo o que acontece no interior, o perímetro libera fragmentos, cria acessos pontuais e faz com que a aproximação seja conduzida pela curiosidade. O stand não se apresenta de uma só vez. Ele se deixa descobrir por camadas.

O descortinamento é literal e conceitual. Ao atravessar o tecido, o visitante encontra galerias iluminadas para os produtos, espaços de encontro e salas de reunião protegidas por novas curvas de cortina. A flexibilidade do material permite alternar abertura e privacidade sem recorrer a uma sequência rígida de paredes.

No centro, uma grande estrutura luminosa suspensa funciona simultaneamente como identificação, instalação e referência de escala. Barras horizontais de luz e planos refletivos fragmentam a palavra Invicta, multiplicam o movimento das pessoas e tornam o stand reconhecível à distância dentro do pavilhão.

O verde organiza piso, tecido, vitrines e atmosfera. A concentração cromática evita a dispersão visual comum às feiras e cria um campo estável para os produtos, apresentados em nichos claros e retroiluminados. Branco, vidro e reflexos metálicos aparecem como contrapontos precisos.

A simplicidade formal depende do acabamento, da repetição e do controle do percurso. A arquitetura trabalha com mistério sem impedir o acesso, com teatralidade sem recorrer ao excesso e com privacidade sem produzir isolamento.

O resultado transforma a mudança de identidade da Invicta em experiência física. Entrar, atravessar, abrir e descobrir tornam-se ações associadas à marca, enquanto o stand opera como espaço comercial, cenário e dispositivo de comunicação.

Stand Invicta em São Paulo — foto 1
Stand Invicta em São Paulo — foto 2
Stand Invicta em São Paulo — foto 3
Stand Invicta em São Paulo — foto 4
Stand Invicta em São Paulo — foto 5
Stand Invicta em São Paulo — foto 6

Admirá

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Admirá

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
TipologiaResidencial multifamiliar | Áreas de Lazer
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores | Áreas de lazer
Área980 m²
Ano2024
EquipeJeferson Branco; Henrique Marcelino; Jonathan Grim; Brigitte Dirschnabel; Larissa Carvalho; Letícia Silva; Welysson Fernando
FotografiaEverson Martins

Em 980 m², o Admirá organiza o lazer como uma sequência de mudanças de ritmo. Há espaços para encontro, permanência, banho, contemplação e pausa, conectados por uma linguagem material que acompanha o morador ao longo de diferentes momentos do dia.

A experiência começa na chegada. Até os espaços de circulação e garagem recebem tratamento gráfico próprio, com uma paleta de tons minerais que desenha vagas, paredes e pilares. Instalações e estrutura permanecem visíveis, incorporadas à composição. A arquitetura reconhece a infraestrutura do edifício e trabalha com ela como parte de sua expressão tectônica.

Nas áreas sociais, pedra clara, madeira, metal e superfícies neutras constroem uma atmosfera tátil e serena. Os planos minerais aparecem em bancadas, paredes e volumes contínuos. A madeira muda de função conforme percorre o projeto: reveste tetos, estrutura pergolados, filtra a luz através de brises e estabelece pequenas zonas de abrigo.

Essa repetição cria unidade sem produzir ambientes idênticos.

Nos espaços gourmet, a escala doméstica aproxima cozinha e estar. Bancadas de pedra, banquetas em couro, tecidos claros e objetos artesanais formam ambientes preparados para encontros longos, onde cozinhar e permanecer compartilham a mesma cena. A luz natural atravessa cortinas e superfícies claras, enquanto os forros de madeira reduzem visualmente a escala e criam uma sensação de acolhimento.

A relação entre luz e matéria ganha outra intensidade nas áreas externas. Pergolados desenham sombras que se deslocam ao longo do dia sobre pisos, mobiliário e vegetação. O paisagismo aparece em diferentes alturas e densidades, construindo filtros entre os espaços de permanência e a paisagem vertical de Balneário Camboriú.

Junto à piscina, o mobiliário assume geometrias de caráter escultórico e aproxima o corpo da água. Madeira, fibras, vegetação e pedra constroem uma experiência de contato direto com as superfícies. No spa, a luz filtrada pelos brises encontra tons terrosos, texturas naturais e volumes baixos, produzindo uma atmosfera silenciosa e protegida.

No rooftop, a arquitetura se abre para a cidade. A paisagem passa a ocupar o fundo da composição e os elementos construídos se tornam pontuais: árvores, peças de mobiliário, fogo, sombra e pequenos agrupamentos para permanecer ao ar livre.

O Admirá foi desenhado a partir dessa alternância entre exposição e abrigo, densidade e vazio, luz e sombra. Cada ambiente oferece uma forma particular de usar o tempo.

Contemplar, admirar e desfrutar deixam de ser apenas palavras associadas ao empreendimento e passam a acontecer como experiência espacial.

Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 1
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 2
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 3
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 4
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 5
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 15
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 16
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 18
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 22
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 24
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 25
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 27
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Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 34
Admirá, interiores em Balneário Camboriú — foto 35

Apartamento em Itajaí

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Apartamento em Itajaí

Itajaí, Brasil
Ano2023
Área120 m²
TipologiaResidencial
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo; Jonathan Grimm
FotografiaEverson Martins

O briefing veio quase como um ultimato: “Ame-o ou deixe-o.”

O apartamento de 120 m² já não correspondia à maneira como seus moradores queriam viver. A reforma deveria responder a uma pergunta bastante objetiva: ainda fazia sentido permanecer ali?

A transformação foi integral. A nova arquitetura reorganiza o apartamento a partir da experiência cotidiana e aproxima cozinha, jantar e estar em uma sequência contínua. Cozinhar, receber, trabalhar e descansar passam a compartilhar o mesmo espaço, com diferentes graus de proximidade e permanência ao longo do dia.

A materialidade conduz essa continuidade.

A madeira percorre o piso em paginação espinha de peixe e reaparece em planos verticais, criando uma base quente para superfícies de maior densidade visual. Tons grafite, pedra escura, metal preto e grandes planos de marcenaria definem a cozinha. O azul profundo atravessa a área social como uma interrupção cromática precisa e estabelece outra camada de profundidade no conjunto.

A tectônica permanece deliberadamente aparente. Estruturas metálicas descem do teto para sustentar prateleiras e envolver a coifa. Lâminas, planos, encontros e espessuras permanecem visíveis. Na ilha, diferentes pedras revelam peso, apoio e encaixe. A construção participa da linguagem do apartamento e permite que cada material seja percebido também pela maneira como toca, sustenta ou encontra o seguinte.

Essa lógica chega ao mobiliário e aos objetos. Estantes abertas acomodam livros, plantas e peças acumuladas pela vida cotidiana. Volumes baixos preservam a continuidade visual do estar. Pedra, madeira, tecido e metal constroem uma experiência tátil marcada por diferentes temperaturas, texturas e reflexos.

A reforma devolveu ao apartamento algo que havia se perdido: o desejo de permanecer.

A pergunta que iniciou o projeto acabou respondida pelo próprio espaço.

Eles ficaram.

Apartamento em Itajaí, interiores em Itajaí — foto 1
Apartamento em Itajaí, interiores em Itajaí — foto 2
Apartamento em Itajaí, interiores em Itajaí — foto 3
Apartamento em Itajaí, interiores em Itajaí — foto 4
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Apartamento em Itajaí, interiores em Itajaí — foto 16

Central de Vendas ARRKA

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Central de Vendas ARRKA

Navegantes, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
Área120 m²
Ano2023
TipologiaCorporativo | Comercial | Residencial
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco; Henrique Marcelino; Welysson Fernando
FotografiaFabio Jr. Severo

O projeto parte de uma pergunta simples: como deveria ser o primeiro contato de alguém com uma futura casa?

A Central de Vendas ARRKA foi pensada para retirar da experiência imobiliária a atmosfera excessivamente comercial que costuma marcar esses espaços. O atendimento acontece em um ambiente construído a partir de códigos domésticos, com a escala, o conforto e a informalidade de uma sala preparada para receber amigos.

Os 120 m² são organizados como uma sucessão de pequenas situações de permanência. Sofás generosos, poltronas, mesas de jantar, bar e áreas de conversa permitem que cada encontro encontre seu próprio ritmo. A venda deixa de determinar a atmosfera do espaço. O projeto concentra a atenção na experiência de chegar, sentar, conversar e permanecer.

A materialidade estabelece diferentes graus de intimidade.

A madeira avermelhada constrói um grande volume que percorre paredes e teto, formando uma espécie de recinto dentro do próprio espaço. Sua continuidade reforça a percepção de abrigo e faz com que planos horizontais e verticais sejam lidos como uma única superfície. A pedra escura surge em volumes baixos e densos, desenhando bases, bancadas e elementos de apoio com forte presença tectônica.

Nas áreas mais abertas, superfícies claras recebem a luz natural e equilibram a densidade dos materiais. Um painel ondulado introduz ritmo e profundidade por meio da repetição vertical, enquanto metal, palhinha, tecidos e peças de mobiliário de geometrias distintas acrescentam novas escalas de textura ao conjunto.

A arquitetura também trabalha com enquadramentos. Passagens revestidas de madeira comprimem momentaneamente o campo visual antes de revelar novos ambientes. Cortinas em degrades azuis filtram a luz junto à fachada. Obras de arte, objetos e peças decorativas ocupam o espaço sem a lógica de uma cenografia comercial, como elementos que poderiam ter sido acumulados ao longo do tempo por quem vive ali.

Essa familiaridade foi o principal instrumento do projeto.

Antes de apresentar um empreendimento, a central apresenta uma possibilidade de vida. Um lugar onde a conversa pode começar sem pressa, em torno de uma mesa, de uma obra, de um café ou de um copo servido no bar.

Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 1
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 2
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 3
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 4
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 5
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Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 13
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 14
Central de Vendas ARRKA, interiores em Navegantes — foto 15

Dummagram

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Dummagram

Santa Cruz do Sul, Brasil
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteDummagran Comércio de Mármores e Granitos
Ano2024
Área70 m²
TipologiaComercial | Showroom
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
FotografiaEverson Martins

O showroom da Dummagran parte de uma questão direta: como apresentar pedras naturais sem reduzir sua leitura a pequenas amostras? Em 70 m² distribuídos entre dois níveis, o projeto transforma o próprio espaço em catálogo e posiciona o visitante dentro de uma composição construída integralmente a partir das possibilidades do material.

No piso, diferentes pedras formam uma malha geométrica em verdes, cinzas e tons minerais. A recepção surge como um bloco de pedra esverdeada, marcado por cortes verticais que revelam espessura, brilho e precisão de beneficiamento. A escada, revestida em material escuro, assume presença monolítica e conduz ao pavimento superior como uma extensão da exposição.

A parede principal funciona como uma biblioteca mineral. Discos de diferentes espécies são organizados sobre o fundo de madeira e recebem iluminação individual. O formato circular retira as amostras da lógica convencional de mostruário, permite comparações imediatas e cria uma composição capaz de permanecer legível mesmo quando o espaço não está em atendimento.

A madeira atua como intervalo entre as superfícies de forte desenho. Sua tonalidade quente estabelece ordem e reduz a competição entre os veios, enquanto a iluminação rasante acentua profundidades, bordas e variações naturais sem uniformizar as pedras.

Escala, corte, acabamento e encontro são apresentados como informação de projeto. Algumas peças aparecem como superfícies contínuas. Outras são fracionadas, frisadas, sobrepostas ou iluminadas. O showroom demonstra técnicas e aplicações ao mesmo tempo em que mantém uma atmosfera próxima à de uma galeria.

Em vez de construir um fundo neutro para o produto, a arquitetura assume a geologia como linguagem. Cada percurso aproxima o visitante de uma condição diferente da matéria e transforma escolha, comparação e especificação em uma experiência espacial.

Dummagram, interiores em Santa Cruz do Sul — foto 1
Dummagram, interiores em Santa Cruz do Sul — foto 2
Dummagram, interiores em Santa Cruz do Sul — foto 3
Dummagram, interiores em Santa Cruz do Sul — foto 4
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Stand Dynamis 2023

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Stand Dynamis 2023

São Paulo, Brasil
ClienteDynamis Importadora
ProgramaIntersolar South America
Área80 m²
Ano2023
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores e experiência de marca
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaVitor Martins

Para a primeira participação da Dynamis com projeto assinado pelo escritório, a energia solar foi tratada como uma experiência de tempo.

O projeto parte do ciclo circadiano e da relação direta entre luz, corpo e passagem das horas. O stand é organizado como um percurso cromático que acompanha diferentes momentos do dia, conduzindo o visitante por uma sequência de azul, branco e laranja até chegar ao entardecer.

A arquitetura nasce da repetição de planos inclinados. Cada lâmina recebe uma linha contínua de luz e sofre uma pequena rotação em relação à anterior. A sucessão desses elementos cria uma estrutura em movimento aparente, formando túneis, aberturas e enquadramentos que se alteram conforme o visitante avança.

A luz desenha a tectônica do projeto. Ela acompanha cada plano, evidencia sua espessura e transforma a repetição construtiva em uma sequência luminosa. O efeito muda de acordo com o ponto de observação: linhas paralelas se aproximam, cruzam e desaparecem em diferentes perspectivas.

O azul define o início do percurso e estabelece uma atmosfera associada às primeiras horas do dia. Gradualmente, superfícies mais claras aumentam a luminosidade até que o laranja passa a ocupar a arquitetura e conduz ao último ambiente.

No centro dessa trajetória, um painel fotovoltaico aparece incorporado à composição. O produto é apresentado dentro do fenômeno que lhe dá origem, fazendo da captação solar parte da narrativa espacial. Ao redor dele, textos, equipamentos e pontos de recarga aproximam tecnologia, informação e experiência.

O bar encerra o percurso em uma atmosfera inteiramente laranja. A mudança cromática marca o entardecer e transforma a passagem pelo stand em uma leitura abstrata do movimento diário do sol.

A identidade da Dynamis também orienta o desenho gráfico. Azul e laranja deixam de funcionar somente como cores institucionais e passam a determinar direção, profundidade, luminosidade e circulação.

Durante alguns minutos, caminhar pelo stand significa atravessar um dia.

A energia deixa um rastro de luz pelo caminho.

Stand Dynamis 2023 em São Paulo — foto 1
Stand Dynamis 2023 em São Paulo — foto 2
Stand Dynamis 2023 em São Paulo — foto 3
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Ecossistema Heli Brasil

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Ecossistema Heli Brasil

São Paulo, Brasil
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteHeli Brasil
ProgramaIntermodal
Ano2024
Área180 m²
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores e experiência de marca
FotografiaVitor Martins

O Ecossistema Heli Brasil foi concebido como um habitat híbrido, onde tecnologia, natureza e indústria compartilham uma mesma estrutura.

Em uma feira marcada pela repetição de superfícies gráficas e sistemas construtivos temporários, o projeto concentra sua identidade na própria arquitetura. Uma estrutura metálica vermelha organiza os 100 m² em diferentes núcleos de experiência, envolvendo áreas de exposição, encontro, permanência e relacionamento da marca.

A malha metálica estabelece a principal ordem tectônica. Curvas, pórticos e grandes volumes cilíndricos formam uma estrutura permeável, capaz de definir ambientes sem interromper completamente a relação visual entre eles. O vermelho cobre piso, mobiliário, estrutura e fechamentos, transformando o conjunto em uma presença cromática contínua dentro do pavilhão.

A vegetação ocupa a parte superior dessas estruturas e cresce sobre a rigidez industrial do metal. Folhagens pendentes atravessam a malha e criam uma paisagem suspensa, aproximando dois universos centrais para o posicionamento da Heli Brasil: desenvolvimento tecnológico e responsabilidade ambiental.

No núcleo principal, um painel de LED curvo e translúcido acompanha a geometria da arquitetura. Imagem, luz e estrutura passam a operar conjuntamente. A automação luminotécnica sincroniza diferentes fontes de luz ao conteúdo audiovisual e altera a percepção do espaço ao longo da experiência.

Os tubos luminosos aparecem soltos dentro das estruturas metálicas, quase como linhas de energia atravessando um organismo. Sua disposição irregular introduz movimento e contraste diante da repetição precisa da malha. Durante o percurso, reflexos, transparências, vegetação e luz produzem diferentes níveis de profundidade.

A materialidade acompanha o discurso ambiental do projeto. Madeira de reuso incorpora textura e memória, enquanto o metal assume protagonismo por sua durabilidade, capacidade de desmontagem e potencial de reciclagem. A escolha dos materiais considera também o ciclo posterior à feira e a possibilidade de novos usos.

Áreas de conversa aparecem protegidas por cortinas translúcidas vermelhas. Mobiliário branco e superfícies transparentes criam pequenas interrupções dentro da saturação cromática e oferecem momentos de maior intimidade dentro de uma arquitetura deliberadamente aberta e comunicativa.

O projeto transforma o posicionamento da Heli Brasil em uma experiência física. Tecnologia aparece como luz, movimento e informação. Sustentabilidade surge na matéria, na vegetação e na lógica construtiva. Indústria se revela na estrutura que sustenta tudo isso.

Um ecossistema construído para existir durante poucos dias e comunicar uma visão de futuro.

Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 1
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 2
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 3
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 4
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 5
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 6
Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 7
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Ecossistema Heli Brasil em São Paulo — foto 15

Esatta Engenharia

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Esatta Engenharia

Navegantes, Brasil
ClienteEsatta Engenharia
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
Área40 m²
Ano2023
TipologiaCorporativo | Escritório
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
FotografiaEverson Martins

Em aproximadamente 40 m², o escritório da Esatta Engenharia precisava acomodar trabalho individual, atendimento, reuniões e armazenamento sem transformar a área reduzida em uma sequência de compartimentos. A resposta parte de poucos gestos, tratados com continuidade e escala suficiente para organizar todo o conjunto.

Um volume de madeira escura percorre o espaço e reúne armários, nichos, passagens e superfícies de apoio. Seus encontros arredondados suavizam a transição entre os ambientes e fazem com que a marcenaria seja percebida como uma infraestrutura contínua, não como uma coleção de móveis independentes.

Em contraste, paredes e teto recebem um verde claro de baixa saturação. A cor envolve as áreas de reunião e circulação, reduz a rigidez do programa corporativo e estabelece uma atmosfera silenciosa. Madeira clara no piso e peças pontuais em tons terrosos evitam que a oposição entre claro e escuro se torne excessivamente gráfica.

As divisórias transparentes preservam a profundidade visual do escritório. Elas separam a sala principal e a estação compartilhada sem bloquear a entrada de luz nem interromper o eixo longitudinal. A bancada escura acompanha esse eixo e reforça a percepção de comprimento, enquanto a mesa redonda ocupa a área de reunião como um ponto de pausa.

Nichos iluminados aparecem apenas onde o projeto precisa criar espessura, acolher objetos ou marcar uma passagem. A iluminação não busca uniformidade absoluta. Ela trabalha por camadas, valorizando a curvatura da madeira e produzindo zonas de maior concentração dentro de uma base difusa.

A precisão do projeto está na redução de elementos e na repetição controlada de materiais. Ao tratar armazenamento, circulação e identidade como uma única operação, o pequeno escritório adquire unidade e permanece aberto a diferentes formas de uso.

Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 1
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 2
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 3
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 4
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 5
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 6
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 7
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Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 9
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 10
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 11
Esatta Engenharia, interiores em Navegantes — foto 12

Estúdio Vértice

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Estúdio Vértice

Balneário Camboriú, Brasil
TipoResidencial — arquitetura de interiores
Área53 m²
Ano2023
EquipeJeferson Branco, Henrique Marcelino, Jonathan Grimm
FotografiaEverson Martins
RegistroFotografia

O apartamento foi feito dentro de uma garagem. O projeto assume essa condição como ponto de partida, não como problema a esconder: o concreto original permanece aparente — a laje acima com as tubulações e os trilhos à vista, as colunas mantidas no meio do ambiente, o piso em concreto queimado. Nada é acrescentado para explicar o espaço; o que sustenta o edifício é o que se vê.

O resto é uma lista curta de materiais, mantida numa faixa estreita. As paredes são pretas, de textura rústica; contra elas, o couro caramelo — a poltrona e o painel capitonê do quarto. Cadeiras de tela metálica acompanham uma mesa redonda de concreto com um galho seco, e blocos de vidro pretos funcionam como mesas laterais. A marcenaria escura forma a cozinha, integrada ao ambiente; uma porta ripada fecha o bar, e a máquina de lavar fica embutida sob o balcão.

Uma quebra deliberada: o banheiro é revestido em azulejo branco quadriculado, com vaso rosa. Na parede, uma única palavra em letras grandes: BREATHE. Um interior compacto em Balneário Camboriú que mantém a estrutura à vista e não pede mais nada dela.

Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 1
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 2
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 3
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 4
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 5
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 6
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 7
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 8
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 9
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 10
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 11
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 12
Estúdio Vértice, interiores em Balneário Camboriú — foto 13

Stand Dynamis 2024

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Stand Dynamis 2024

São Paulo, Brasil
ClienteDynamis Importadora
ProgramaIntersolar South America
Área72 m²
Ano2024
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores e supervisão de instalação
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Gabriele Fantinelli; Welysson Wehrmann; Giovana Vanini
FotografiaAcervo Jeferson Branco Arquitetura

Para a participação da Dynamis na Intersolar South America 2024, a energia deixa de ser representada como símbolo e passa a determinar a experiência espacial. O stand de 72 m² é construído por lâminas horizontais azuis que formam um volume aparentemente compacto, mas permitem que o interior laranja seja percebido em fragmentos.

A pele vazada filtra a visão, controla a exposição do programa e altera sua leitura conforme o visitante se desloca. Em alguns pontos, a marca aparece horizontalmente entre as lâminas. Em outros, é posicionada na vertical e acompanha a altura do volume, transformando a comunicação em parte da estrutura.

No interior, sucessivos quadros luminosos em azul e laranja convergem para um vazio central. A mudança gradual de direção produz uma perspectiva acelerada, próxima a um túnel ou campo de propagação. A luz não apenas ilumina o espaço. Ela desenha profundidade, induz movimento e materializa a ideia de energia em fluxo.

A frase Sua energia faz toda diferença, tudo é energia, repete-se ao longo de uma das fachadas. A mensagem perde a condição de texto isolado e passa a compor uma superfície contínua, lida simultaneamente como padrão, textura e posicionamento de marca.

A oposição cromática organiza toda a arquitetura. O azul estabelece a estrutura, o ritmo e a presença externa. O laranja aparece como emissão interna, calor e intensidade. À distância, o stand se apresenta como um corpo nítido. Na aproximação, revela sobreposições, transparências e diferentes velocidades de leitura.

O projeto transforma uma área compacta em um dispositivo óptico reconhecível dentro do pavilhão. Produto, encontro e comunicação são reunidos por uma linguagem em que forma, cor e iluminação trabalham como partes de um mesmo circuito.

Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 1
Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 2
Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 3
Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 4
Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 5
Stand Dynamis 2024 em São Paulo — foto 6

Stand Harden

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Stand Harden

Balneário Camboriú, Brasil
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
ClienteHarden Ferramentas Brasil
ProgramaConstrusul BC
Ano2024
Área100 m²
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera e projeto de iluminação
FotografiaEverson Martins

Para o stand de 100 m² da Harden, a lógica construtiva das ferramentas é convertida em arquitetura. Em vez de recorrer ao expositor convencional, o projeto cria uma matriz metálica habitável, precisa e repetitiva, capaz de sustentar produtos, comunicação, luz e circulação dentro de um mesmo sistema.

A grelha laranja distribui o portfólio em diferentes alturas e transforma o conjunto em um inventário tridimensional. Objetos, caixas, equipamentos e máquinas deixam de ocupar um plano de fundo para construir a própria percepção do espaço. Barras luminosas diagonais interrompem a ortogonalidade da estrutura e introduzem uma tensão gráfica ligada ao movimento, ao corte e à energia do trabalho.

No centro, a torre expositiva amplia a presença da marca no pavilhão e permite que os produtos sejam percebidos acima da linha dos stands vizinhos. Ao redor dela, módulos vazados formam limites sem produzir paredes opacas. O ambiente permanece visível por todos os lados, enquanto a plataforma elevada e a iluminação âmbar junto ao piso definem um território claro dentro da feira.

O bar longitudinal funciona como contraponto à densidade da estrutura. Escuro, contínuo e protegido por uma cobertura de grande escala, ele organiza atendimento e permanência sob a inscrição Harden Tool Bar. O nome articula bancada de ferramentas e espaço de encontro, deslocando a recepção comercial para uma situação mais social e menos protocolar.

O preto e o grafite absorvem parte do ruído visual do pavilhão. O laranja e a luz quente concentram a atenção no produto e orientam o percurso. A cor, portanto, não é aplicada depois da forma. Ela participa da estrutura, da hierarquia e da leitura do stand.

O resultado é simultaneamente sistema expositivo, espaço de convivência e demonstração da identidade da Harden. Modularidade, resistência e precisão deixam de ser apenas atributos dos produtos e passam a determinar a construção do ambiente.

Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 1
Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 2
Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 3
Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 4
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Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 8
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Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 13
Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 14
Stand Harden em Balneário Camboriú — foto 15

Stand Heli Intermodal

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Stand Heli Intermodal

São Paulo, Brasil
ClienteHeli Brasil
EventoIntermodal
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores e experiência de marca
Área280 m²
Ano2024
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaGabriel Sampaio

Para a segunda participação da Heli Brasil desenvolvida pelo escritório, o projeto parte da linguagem criada anteriormente e a expande para uma área de 280 m². Em vez de substituir a identidade espacial construída no primeiro encontro, o novo stand trabalha por continuidade: estrutura metálica aparente, vegetação tropical, superfícies translúcidas, luz e a presença dominante do vermelho retornam em uma configuração mais complexa e de maior escala.

O espaço é organizado como um pequeno território dentro da feira. Percursos atravessam diferentes núcleos de exposição, permanência, atendimento, tecnologia e produtos, evitando a leitura convencional de um stand composto por fachada e ambientes internos independentes.

No centro, uma estrutura circular concentra a principal experiência expositiva. Máquinas da Heli ocupam uma plataforma envolvida por vegetação, estrutura metálica e uma grande superfície de mídia translúcida. A iluminação incorporada à estrutura reforça seu caráter tecnológico, enquanto a presença vegetal introduz uma camada deliberadamente orgânica ao universo industrial da marca.

Ao redor desse núcleo, volumes de menor escala constroem diferentes situações de uso. Bancadas sinuosas funcionam simultaneamente como áreas de encontro e como grandes floreiras. Estruturas metálicas vazadas recebem vegetação pendente, produtos, comunicação e mobiliário. Painéis translúcidos permitem perceber movimento e silhuetas através das superfícies, mantendo conexão visual entre os ambientes sem eliminar a sensação de interioridade.

O vermelho deixa de funcionar apenas como aplicação da identidade corporativa e passa a constituir a própria arquitetura. Piso, volumes, estruturas, mobiliário e iluminação operam dentro de uma mesma família cromática, contraposta pelo preto do metal e pelo verde intenso da vegetação.

Se no primeiro projeto a questão estava em construir uma tradução espacial para a identidade da Heli, aqui essa linguagem ganha escala e passa a organizar uma experiência completa de marca. O stand deixa de funcionar apenas como suporte para exposição de equipamentos e se transforma em um ambiente capaz de articular produto, tecnologia, encontro e permanência.

Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 1
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 2
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 3
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 4
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 5
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 6
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 7
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 8
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 9
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 10
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 11
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 12
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 13
Stand Heli Intermodal em São Paulo — foto 14

[t3chno.DELTA]

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[t3chno.DELTA]

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteCASACOR Balneário Camboriú 2023
ProgramaWine bar, sanitários, lounges
Área98 m²
Ano2023
FotografiaEverson Martins
RegistroFotografia
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;

Apostando mais uma vez na ousadia de um espaço manifesto, Jeferson Branco chega à sua terceira CASACOR aos 29 anos. A composição do ambiente do bar de convivência da mostra assinado por ele abriga jardim suspenso, peças orgânicas e questionamento sobre de onde viemos e para onde vamos.

Nada é quadrado no espaço que o arquiteto Jeferson Branco assina para a CASACOR Balneário Camboriú (SC) 2023. Nem na forma, nem na personalidade. O [t3chno.DELTA], projeto do bar do espaço de convívio da mostra que acontece no litoral catarinense e traz como tema Corpo e Morada, é um lugar para ser contemplado e questionado, já que na arquitetura de Jeferson perguntar faz parte da decoração. O ambiente manifesto inspirado num pântano traz verde, literalmente, do chão ao teto, abrigando as formas mais primitivas da natureza, o que é orgânico. E tudo isso, para alertar sobre o uso excessivo de tecnologia levando à tona se estamos mais na nuvem que conectados às raízes.

Neste projeto Jeferson traz a ascensão da inteligência artificial como inspiração para o tema central do espaço que pergunta: Para onde vamos? Segundo o arquiteto, “o projeto é uma lembrança de que o pântano também é um lugar de inovação e descoberta, e traz blend bem-humorado entre a biofilia e o high-tech, a dualidade entre ancestralidade e futurismo, levantando questionamentos sobre de onde viemos e para onde vamos”. E para tanto, os quase 100m² que ele transformou num vasto delta arquitetônico tem madeira, pedra, ferro e peças singulares que compõem o ambiente, no mínimo, provocativo.

Entre os elementos que compõem o projeto [t3chno.DELTA] estão um sistema de automação de cabeamento desenvolvido por alunos da PUC do Rio Grande do Sul, luminária italiana desenhada em 1964 por Bruno Munari, banquetas contemporâneas de Leonardo Zanatta, designer Forbes Under 30, um sofá de Victor Vasconcelos, mesas de apoio Pangea em madeira roxinha assinadas pelo próprio Jeferson, que também assina o tapete da coleção Protozoa. Tudo isso, enquanto o uso de Speranza, um quartzo exótico extraído no Brasil remete ao natural, e o aço escovado aplicado em algumas áreas do projeto traz a relação com o futurismo e a tecnologia. E com esta composição visual meio Jetsons e meio Flintstones, fica claro que o pântano é um cenário fértil onde a vida nasce, evolui e adapta-se. Não necessariamente nesta ordem.

Seguindo o passeio pelos detalhes do [t3chno.DELTA], a curadoria das peças sempre faz o contraponto de designers já consagrados e da vanguarda no Brasil, enfatizando sempre essa dualidade entre passado e futuro. Nas paredes as imagens botânicas de Walmor Corrêa dividem espaço com espelho orgânico de Rodrigo Ohtake enquanto do teto caem plantas naturais do paisagismo de Laura Rotter. Segundo a sócia e irmã de Jeferson Branco, Letícia Branco, “o ambiente deve promover um momento de reflexão para quem visitar a CASACOR e esperamos que, mais que apenas apreciar, o visitante busque entender a mensagem que tentamos passar alinhando formas, conceitos, materiais e profissionais do passado, presente e futuro”.

[t3chno.DELTA], interiores em Balneário Camboriú — foto 1
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Apartamento Decorado Arrka

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Apartamento Decorado Arrka

Balneário Camboriú, Brasil
ClienteArrka Empreendimentos
TipologiaResidencial
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
Área140 m²
Ano2023
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaFabio Jr. Severo

O apartamento decorado da Arrka foi desenvolvido como uma síntese de modos de morar contemporâneos, com ambientes integrados, circulação fluida e uma linguagem material clara.

A área social concentra a principal experiência do projeto. Estar, jantar e cozinha compartilham uma mesma sequência visual, organizada por uma base neutra de tons claros, madeira natural e superfícies minerais. A integração permite que o espaço seja percebido como um conjunto contínuo, sem perder a identidade de cada uso.

A madeira atua como elemento de conexão. Aparece em painéis, portas, marcenaria e mobiliário, construindo uma presença quente e constante ao longo do apartamento. Em contraponto, pedra clara, metais brancos e tecidos naturais mantêm a atmosfera leve e ampliam a percepção de luminosidade.

Na cozinha, a ilha em pedra concentra preparo, apoio e encontro. O desenho curvo nas extremidades suaviza sua presença e aproxima o volume do corpo. Prateleiras metálicas suspensas trabalham com espessuras mínimas e deixam objetos e utensílios expostos como parte da composição cotidiana.

A sala de estar segue a mesma lógica de continuidade. Grandes superfícies de madeira organizam a parede principal, enquanto o mobiliário baixo preserva o campo visual e mantém a relação direta com a fachada e a luz natural. O tapete introduz cor e movimento em uma composição de base silenciosa.

O azul aparece como uma ruptura controlada no hall e em elementos pontuais do mobiliário. A cor cria profundidade, marca transições e estabelece uma camada de identidade dentro de uma paleta predominantemente clara.

Nos dormitórios, a escala se torna mais íntima. Revestimentos estofados, madeira, papel de parede e iluminação indireta constroem uma atmosfera de repouso. Verdes suaves, rosados e tons naturais aparecem em pequenos planos, objetos e tecidos, aproximando cada ambiente de um registro mais pessoal.

A tectônica do projeto se revela nos encontros entre planos, nas espessuras da marcenaria, nos recortes das pedras e na maneira como cada material toca o seguinte. A intenção foi construir uma experiência residencial de fácil leitura, onde conforto, funcionalidade e materialidade permanecem visíveis no uso diário.

O apartamento organiza uma ideia de morar baseada em continuidade, luz, textura e permanência.

Apartamento Decorado Arrka, interiores em Balneário Camboriú — foto 1
Apartamento Decorado Arrka, interiores em Balneário Camboriú — foto 2
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Cozinha Experiência

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Cozinha Experiência

Penha, Brasil
ClienteSaulo do Camarão
Área20 m²
Ano2023
TipologiaComercial | Gastronomia
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaEverson Martins

O projeto começou de uma maneira pouco provável. O escritório recebeu o pedido de orçamento para uma peixaria sem entender exatamente como aquele programa havia chegado até nós. A proposta foi enviada quase sem expectativa de continuidade. O cliente não apenas aprovou o projeto como o executou integralmente.

Mas a encomenda também não era exatamente uma peixaria.

Em anexo a indústria, o proprietário queria criar uma pequena cozinha de experiência para receber chefs dos restaurantes que abastece e colocá-los em contato direto com os pescados recém-chegados. Um espaço de apenas 20 m² onde produto, preparo e encontro passassem a fazer parte de uma mesma experiência.

A proximidade com o mar orientou o projeto sem recorrer a uma representação literal do universo náutico. A referência veio das marolas que avançam sobre a praia e, ao recuar, deixam sucessivas linhas desenhadas na areia.

Esse movimento foi abstraído e transferido para o teto. Camadas curvas percorrem o espaço em diferentes alturas, criando uma topografia suspensa acentuada pela iluminação indireta. Entre elas, superfícies de textura mineral aproximam a arquitetura da granulação da areia.

No plano inferior, a pedra natural assume o contraponto cromático. Seus veios azulados, verdes e avermelhados atravessam bancadas e backsplash como uma matéria geológica em movimento, enquanto madeira, cerâmica branca e superfícies claras reduzem o restante da paleta.

A pequena escala fez com que praticamente nenhuma superfície pudesse ser neutra. Teto, paredes, bancada, iluminação, mobiliário e a coleção de ilustrações de espécies marinhas constroem juntos a identidade do ambiente.

O resultado é uma cozinha profissional reduzida ao tamanho de uma sala de encontros: um lugar entre a origem do ingrediente e aquilo que ele ainda pode se tornar.

Cozinha Experiência, interiores em Penha — foto 1
Cozinha Experiência, interiores em Penha — foto 2
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EuReciclo

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EuReciclo

São Paulo, Brasil
ClienteEuReciclo
ÁreaEstande 18 m²; Lounge 100 m²
Ano2023
TipologiaArquitetura efêmera
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura efêmera, interiores e experiência de marca
EquipeJeferson Branco; Beatriz Corazza; Welysson Fernando; Methissa Marquetti Lazzaris; Julia Medeiros; Luiza Freitas;
FotografiaVitor Martins

Para a EuReciclo, a arquitetura parte da própria matéria que sustenta o discurso da marca: aquilo que consumimos, descartamos, recuperamos e colocamos novamente em circulação.

O projeto foi desenvolvido em duas escalas complementares, um stand de 18 m² e um lounge de 100 m², ambos concebidos para transformar dados sobre reciclagem em uma experiência espacial direta, visual e tátil.

No stand, verde e azul ocupam integralmente piso, paredes e teto. As cores institucionais deixam a superfície gráfica e passam a construir o próprio espaço. Entre elas, uma linha contínua de luz percorre planos horizontais e verticais em um desenho orgânico, conectando ambientes, mobiliário e comunicação como um fluxo em permanente movimento.

Grandes estruturas metálicas vazadas recebem resíduos plásticos e embalagens descartadas. A matéria que normalmente desaparece depois do consumo ganha escala arquitetônica e se torna parte da fachada. Sua presença expõe quantidade, volume e acúmulo de forma imediata, aproximando números abstratos de uma percepção física.

A comunicação também participa da construção. Painéis suspensos apresentam dados sobre geração de resíduos, reciclagem e responsabilidade ambiental, criando diferentes camadas de leitura durante o percurso. O visitante circula entre informação, matéria e luz.

O desenho explora uma tectônica simples e legível. Perfis metálicos, telas, OSB, chapas, mobiliário industrial e elementos reaproveitáveis constroem um sistema pensado para montagem, desmontagem e circulação entre eventos. A escolha dos materiais acompanha a lógica de uma arquitetura temporária consciente de sua própria duração.

No lounge, essa mesma linguagem assume uma escala de permanência. Estruturas em OSB organizam bancos e áreas de encontro, enquanto recipientes industriais, peças metálicas e volumes associados ao universo do descarte são incorporados ao mobiliário. O espaço funciona como extensão da identidade da marca e como lugar para conversas, reuniões e troca de conhecimento.

A EuReciclo fala sobre transformar resíduos em novos ciclos. O projeto traduz esse princípio em matéria, percurso e construção.

EuReciclo em São Paulo — foto 1
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EuReciclo em São Paulo — foto 19
EuReciclo em São Paulo — foto 20

Apartamento Frente Mar

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Apartamento Frente Mar

Navegantes, Brasil
EquipeJeferson Branco; Jonatham Grimm
Área143 m²
Ano2022
TipologiaResidencial
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
FotografiaRomário Couto

A proximidade com o mar orienta este apartamento de 143 m² pela luz, pela abertura e por uma materialidade de caráter natural. O projeto constrói uma atmosfera clara e cotidiana, onde madeira, tons minerais, vegetação e pontos de cor acompanham a luminosidade que atravessa os ambientes ao longo do dia.

A área social foi organizada como um espaço contínuo. Cozinha, jantar e estar compartilham a mesma sequência visual, permitindo que diferentes atividades aconteçam com proximidade e sem interromper a leitura do conjunto. O mobiliário participa dessa organização por meio de volumes baixos, estruturas delgadas e superfícies que preservam a sensação de amplitude.

A madeira estabelece a principal ordem material do apartamento. Ela aparece no piso, na marcenaria, nos grandes painéis verticais e avança sobre o teto da cozinha, formando um plano contínuo que delimita esse núcleo dentro da área social. O desenho dos frisos e encontros evidencia sua construção e cria uma leitura tectônica precisa entre planos horizontais e verticais.

Na cozinha, uma estrutura metálica branca suspensa atravessa o ambiente e incorpora prateleiras, vegetação e a coifa. A leveza visual da peça contrasta com a presença sólida da ilha e com os grandes volumes de marcenaria. A árvore junto à fachada introduz outra escala ao espaço e aproxima a vegetação da rotina doméstica.

O terracota aparece como uma inflexão cromática no estar. A cor ocupa parede, teto e passagem, criando um recorte espacial que modifica a percepção do ambiente sem depender de novas divisórias. A luz intensifica essa superfície ao longo do dia e estabelece uma relação direta entre cor, arquitetura e tempo.

Na sala de jantar, a estante branca é desenhada como uma estrutura aberta e ritmada. Objetos, cerâmicas, livros e plantas ocupam seus intervalos e deixam que a vida cotidiana complete a composição. Madeira, palhinha e couro acrescentam novas texturas ao conjunto e reforçam uma atmosfera tátil e informal.

Os ambientes íntimos seguem a mesma lógica de clareza. Tons neutros, madeira clara e elementos verticais constroem um espaço silencioso, com a marcenaria concentrando funções e liberando superfícies.

O apartamento encontra sua identidade no encontro entre matéria, cor e paisagem. A arquitetura cria uma base serena para que o tempo, os objetos, as plantas e a própria vida dos moradores continuem transformando o espaço.

Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 1
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 2
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 3
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 4
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 5
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 6
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 7
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 8
Apartamento Frente Mar, interiores em Navegantes — foto 9

Mini King

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Mini King

Navegantes, Brasil
EquipeJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
ClienteMini King
Ano2022
Área150 m²
TipologiaComercial | Varejo infantil
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores, mobiliário sob medida e experiência de marca
FotografiaRomário Couto

Para a Mini King, o projeto parte da ideia de criar um pequeno universo reconhecível pelas crianças e, ao mesmo tempo, confortável para os adultos que as acompanham.

A arquitetura organiza a loja como uma sequência de situações de descoberta. Expositores baixos, nichos acessíveis, mobiliário de desenho arredondado e diferentes alturas aproximam os produtos da escala infantil e estimulam uma relação direta com o espaço. A circulação permanece aberta, permitindo que o olhar atravesse a loja e encontre diferentes pontos de interesse ao longo do percurso.

A madeira estabelece a base material do projeto e aparece em painéis, expositores, balcão e elementos de apoio. Sua presença contínua cria unidade entre as diferentes áreas e introduz uma sensação doméstica ao ambiente comercial. Estruturas metálicas brancas, fibras naturais e superfícies verdes entram como contrapontos leves, construindo uma paleta associada à natureza e ao brincar.

No teto, grandes campos verdes atravessados por linhas de luz transformam o plano superior em parte ativa da composição. A iluminação acompanha a geometria da arquitetura e ajuda a conduzir o percurso, enquanto luminárias em fibra introduzem textura e uma escala mais próxima do corpo.

A recepção incorpora a linguagem de uma pequena fachada comercial, com marquise listrada e desenho frontal marcado. Esse gesto cria uma arquitetura dentro da própria loja e estabelece um ponto de chegada facilmente reconhecível. Ao redor, expositores, araras e plataformas desenham diferentes maneiras de apresentar roupas, brinquedos e acessórios sem perder a continuidade espacial.

A experiência da Mini King é construída através de escala, cor, textura e movimento. O espaço assume o imaginário infantil com certa delicadeza, permitindo que o produto permaneça protagonista e que a arquitetura funcione como cenário para descoberta, circulação e permanência.

Mini King, interiores em Navegantes — foto 1
Mini King, interiores em Navegantes — foto 2
Mini King, interiores em Navegantes — foto 3
Mini King, interiores em Navegantes — foto 4
Mini King, interiores em Navegantes — foto 5
Mini King, interiores em Navegantes — foto 6

Moraes & Araújo Advocacia

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Moraes & Araújo Advocacia

Florianópolis, Brasil
ClienteMoraes & Araújo Advogados Associados
Área150 m²
Ano2022
TipologiaCorporativo
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
FotografiaRomário Couto

A identidade do escritório Moraes & Araújo Advogados Associados começa a ser construída antes mesmo da primeira conversa.

Na recepção, a geometria do logotipo deixa o plano gráfico e passa a organizar o espaço. O balcão em rocha natural foi desenhado a partir da mesma lógica angular presente na marca, transformando um elemento funcional em uma peça de forte presença tectônica. Sua massa escura ancora o ambiente e estabelece o primeiro gesto de reconhecimento do escritório.

O dourado aparece como linha. Perfis metálicos atravessam o espaço, desenham um grande arco junto à circulação, separando público e privado, e reaparecem em luminárias, sinalização e detalhes. A repetição cria uma espécie de filigrana arquitetônica que conduz o olhar e conecta diferentes elementos da recepção.

Nas paredes, a composição parte de referências associadas tradicionalmente aos escritórios jurídicos, como boiseries, simetria e proporções verticais. Esses elementos são reorganizados por meio de planos cinza, iluminação linear integrada e interferências metálicas. A luz percorre os limites da arquitetura, destaca molduras e transforma o desenho das paredes ao longo do dia.

A materialidade trabalha com poucos elementos e forte contraste. Pedra escura, metal dourado, superfícies cinza e estofados de textura macia constroem uma atmosfera sóbria, enquanto a iluminação quente introduz uma camada de acolhimento à experiência de chegada.

A recepção funciona como uma síntese da linguagem desenvolvida para os 150 m² do escritório. Identidade visual, mobiliário, iluminação e arquitetura foram pensados dentro de um mesmo sistema, permitindo que a marca fosse percebida através da matéria, da escala e da maneira como o visitante percorre o espaço.

O resultado é uma arquitetura de representação construída a partir de precisão, ritmo e presença.

Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 1
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 2
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 3
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 4
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 5
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 6
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 7
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 8
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 9
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 10
Moraes & Araújo Advocacia, interiores em Florianópolis — foto 11

Mademoiselle Hair Salon

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Mademoiselle Hair Salon

St. Augustine, United States
ClienteMademoiselle Hair Salon
Ano2021
Área200 m²
TipologiaComercial | Salão de beleza
RegistroFotografia
EscopoConceito, arquitetura de interiores e experiência de marca
EquipeJeferson Branco

O primeiro projeto internacional do escritório nasce de um encontro entre duas culturas. Em St. Augustine, na Flórida, o Mademoiselle Hair Salon foi concebido a partir de uma leitura simultaneamente brasileira e norte-americana do espaço comercial: menos como oposição entre dois repertórios e mais como exercício de tradução entre eles.

A escolha da cidade acrescenta uma camada particular ao projeto. Fundada em 1565, St. Augustine carrega uma das histórias urbanas mais antigas dos Estados Unidos continentais. Nesse contexto, referências mais tradicionais da arquitetura e dos interiores norte-americanos aparecem reinterpretadas pelo escritório. A marcenaria de linguagem provençal, os painéis ritmados e a organização simétrica das estações estabelecem uma base reconhecível para o público local.

Sobre essa estrutura mais clássica, o projeto introduz outro vocabulário. Tons terrosos, madeira, palhinha, fibras naturais e vegetação deslocam o salão para uma atmosfera mais quente e informal, enquanto arcos, espelhos circulares e pontos de iluminação constroem uma sequência visual ao longo do espaço. A brasilidade não aparece como tema decorativo, mas na maneira de combinar materialidade, cor, natureza e uma relação menos rígida com o ambiente.

O comprimento do salão é organizado pela repetição das bancadas de atendimento, transformando a sucessão de postos de trabalho em elemento arquitetônico. Grandes arcos verticais estabelecem ritmo e escala, enquanto a iluminação posterior aos espelhos acentua a profundidade dessa composição. No centro, áreas de espera e atendimento interrompem a linearidade e aproximam o espaço da escala doméstica.

O projeto também marca uma mudança de escala na trajetória do escritório: realizado em 2021 e acompanhado à distância a partir do Brasil, tornou-se a primeira obra internacional da Jeferson Branco Arquitetura. Mais do que transportar uma estética brasileira para outro país, o Mademoiselle propõe uma arquitetura capaz de negociar contextos, familiar o suficiente para pertencer à Flórida e estrangeira o bastante para carregar outra origem.

Mademoiselle Hair Salon, interiores em St. Augustine — foto 1
Mademoiselle Hair Salon, interiores em St. Augustine — foto 2
Mademoiselle Hair Salon, interiores em St. Augustine — foto 3
Mademoiselle Hair Salon, interiores em St. Augustine — foto 4

meu.coração.queima

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meu.coração.queima

Florianópolis, Brasil
ClienteJeferson Branco Arquitetura
ProgramaCASACOR Florianópolis 2021
EquipeJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino; Gustavo Zaggo
Área50 m²
Ano2021
TipologiaInstalação residencial
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores e instalação manifesto
FotografiaFabio Jr. Severo; Romário Couto; Lio Simas

Em 50 m², meu.coração.queima constrói uma casa a partir de fragmentos de Brasil.

Criado para a CASACOR Florianópolis 2021, sob o tema A Casa Original, o Estúdio Manifesto parte da casa popular brasileira e de um repertório formado por objetos, materiais, gestos e memórias presentes na vida cotidiana. Rede de palha, filtro de barro, rosário, pratos, xícaras, plantas da casa da avó e pequenos objetos afetivos dividem o espaço com rochas naturais, tecnologia, mobiliário contemporâneo e acabamentos de alta precisão.

Essa aproximação estrutura a linguagem high-low do projeto. O interesse está na convivência entre diferentes valores materiais, econômicos e simbólicos dentro de uma mesma casa. O ambiente transforma essa convivência em comentário sobre um país onde abundância, desigualdade, memória e desejo ocupam frequentemente o mesmo espaço. Essa dimensão crítica foi um dos eixos assumidos pelo projeto desde sua concepção.

A materialidade carrega parte importante dessa narrativa. Rochas extraídas em estados como Bahia e Minas Gerais aparecem em grandes superfícies e chamam atenção para a riqueza mineral brasileira e para os processos de extração e exportação desses recursos. A pedra, tradicionalmente associada ao luxo, passa a carregar também uma dimensão territorial e política, uma vez que a matéria prima se quer fica no Brasil.

Terracota, azul-celeste, madeira, cerâmica, palha e vegetação constroem uma atmosfera de grande intensidade sensorial. O revestimento cerâmico alaranjado envolve o banheiro como uma superfície contínua, refletindo a luz e ampliando a temperatura cromática do espaço.

A vegetação ocupa o apartamento, cresce sobre estruturas, desce do teto e se mistura aos objetos. Amendoeira, samambaias, Espada de São Jorge e outras espécies associadas às casas brasileiras aproximam o interior de uma paisagem doméstica reconhecível, construída pela convivência entre arquitetura e natureza.

No centro do espaço, uma parede curva revestida por ripas organiza o programa e cria diferentes graus de intimidade sem estabelecer uma separação convencional entre os ambientes. Estruturas metálicas leves percorrem sua parte superior e recebem plantas, objetos e elementos cotidianos. A própria divisão espacial passa a funcionar como suporte para a vida.

Há também uma dimensão deliberadamente autobiográfica. Objetos familiares, referências religiosas, peças populares e memórias pessoais entram no projeto sem hierarquia rígida. A casa deixa rastros de quem a habita. O conjunto não procura a imagem de uma residência genérica, mas uma identidade construída por acúmulo, afeto, contradição e pertencimento.

A experiência oscila entre acolhimento e incômodo.

A rede convida ao descanso. A luz é quente. As plantas crescem. Os objetos carregam memória. Ao mesmo tempo, a arquitetura introduz perguntas sobre a origem da matéria, sobre aquilo que o país valoriza, aquilo que exporta e as imagens de Brasil que escolhemos preservar.

meu.coração.queima nasce desse atrito.

Uma casa brasileira feita de beleza, afeto, excesso, memória e questionamentos.

meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 1
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 2
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meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 20
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 21
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 22
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 23
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meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 25
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meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 27
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 28
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meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 30
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 31
meu.coração.queima, interiores em Florianópolis — foto 32

Primeira Sede JBARQ

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Primeira Sede JBARQ

Itajaí, Brasil
EquipeJeferson Branco; Jonatham Grimm; Letícia Silva; Henrique Marcelino
ClienteJeferson Branco Arquitetura
Ano2021
Área40 m²
TipologiaCorporativo
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
FotografiaFabio Jr. Severo

A primeira sede da Jeferson Branco Arquitetura foi concebida como uma materialização direta da maneira como o escritório entende o próprio trabalho.

Em 40 m², o espaço concentra criação, reunião, pesquisa, arquivo, atendimento e convivência. A escala reduzida exigiu que cada elemento tivesse função precisa, mas também abriu espaço para testar ideias que começavam a definir a linguagem do escritório naquele momento.

A sede funciona como laboratório.

Materiais, cores, objetos, soluções construtivas e peças de mobiliário são aproximados sem a intenção de criar uma neutralidade corporativa. O ambiente assume caráter experimental e permite que arquitetura, interiores, arte, design e paisagismo coexistam dentro de uma mesma rotina de trabalho.

O azul atravessa teto, paredes e marcenaria em alguns ambientes, estabelecendo uma presença cromática contínua. Em outros pontos, madeira clara e superfícies brancas ampliam a luminosidade e equilibram a intensidade da cor. A alternância cria diferentes atmosferas dentro de uma planta compacta e organiza os momentos de concentração, reunião e pausa.

A vegetação ocupa uma posição central no espaço de trabalho. Estruturas metálicas suspensas recebem samambaias e espécies pendentes acima das mesas, deslocando o jardim para o teto e aproximando natureza e atividade cotidiana. A presença viva das plantas modifica o ambiente ao longo do tempo e introduz uma camada que não pode ser completamente controlada pelo desenho.

A tectônica permanece legível. Estruturas metálicas, painéis, perfis e diferentes sistemas de apoio aparecem como parte da composição. No bar, cobogós sustentam a bancada de pedra e permanecem visíveis. No banheiro, cerâmica azul, pedra e elementos lineares constroem uma pequena experiência autônoma dentro do conjunto.

O mobiliário também participa dessa lógica de experimentação. Mesas, bancos, estantes e superfícies de apoio combinam materiais e geometrias distintas, enquanto objetos, livros, maquetes e referências acumuladas pelo escritório ocupam o espaço como parte do processo criativo.

As divisórias de vidro recebem desenhos e fragmentos gráficos ligados à produção do escritório, transformando a separação entre ambientes em superfície de memória e comunicação.

A primeira sede registra um momento específico da prática: o escritório ainda pequeno, compacto e fisicamente próximo, com criação e discussão acontecendo no mesmo campo visual.

Um espaço de trabalho entendido como ferramenta de projeto.

Um laboratório onde as ideias podiam ser testadas antes de ganhar o mundo.

Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 1
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 2
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 3
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 4
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 5
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 6
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 7
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 8
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 9
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 10
Primeira Sede JBARQ, interiores em Itajaí — foto 11

Inbrasul Hub

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Inbrasul Hub

Navegantes, Brasil
EquipeJeferson Branco; Henrique Marcelino; Raul Silva
ClienteInbrasul
Ano2019
Área350 m²
TipologiaCorporativo
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
FotografiaRomário Couto

A sede da Inbrasul foi concebida a partir de uma arquitetura corporativa de forte presença material, onde identidade, rotina e experiência de trabalho encontram uma mesma linguagem.

O projeto organiza os 350 m² aproximando estrutura, mobiliário e infraestrutura. Elementos técnicos permanecem visíveis e participam da composição. Eletrocalhas, trilhos, perfis metálicos e instalações aparentes desenham o teto, enquanto madeira, pedra, tecidos, vegetação e superfícies escuras introduzem densidade, textura e conforto.

Na diretoria, a atmosfera é contida e introspectiva. A marcenaria ocupa a parede como um sistema contínuo, alternando planos fechados e nichos iluminados. Portas, armazenamento, livros, objetos e equipamentos são incorporados a uma única superfície, fazendo da própria organização funcional parte do desenho.

A mesa estabelece o centro tectônico do ambiente. Uma base escura, sólida e precisa recebe uma lâmina de pedra marcada por veios irregulares, onde a matéria natural interrompe a geometria controlada do conjunto. Madeira, couro e metal completam uma paleta construída por diferentes temperaturas e respostas ao toque.

A iluminação acompanha essa intimidade. Linhas quentes aparecem embutidas na marcenaria, destacando profundidades e objetos, enquanto uma luminária suspensa atravessa o espaço com um desenho fino e quase gráfico. A luz revela a textura dos materiais sem eliminar suas sombras.

No lounge, a linguagem muda de ritmo. O verde ocupa grandes superfícies e cria uma paisagem interior de caráter informal. Sobre ele, uma estrutura metálica desenha a parede como uma grande malha, recebendo caixas de madeira, livros, objetos e memórias em diferentes posições.

O teto expõe parte da infraestrutura e reforça a leitura construtiva do espaço. Cabos, perfis, luminárias e instalações assumem sua presença técnica. A madeira aquece a composição, enquanto azul profundo, tons terrosos, preto e vegetação constroem uma atmosfera voltada ao encontro e à permanência.

Diretoria e lounge apresentam duas experiências dentro de uma mesma sede. Concentração e pausa, matéria e luz, precisão e informalidade convivem em um projeto que entende o ambiente de trabalho como parte da vida cotidiana.

Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 1
Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 2
Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 3
Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 4
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Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 15
Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 16
Inbrasul Hub, interiores em Navegantes — foto 17

Quarto do bebê Theo

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Quarto do bebê Theo

Navegantes, Brasil
Área9 m²
Ano2019
TipologiaResidencial | Quarto de bebê
RegistroFotografia
EscopoArquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco
FotografiaJeferson Branco

Em apenas 9 m², o projeto concentra diferentes funções sem transformar o quarto em uma sucessão de móveis independentes. Armazenamento, troca, exposição, amamentação e descanso são incorporados à própria arquitetura, liberando a área central e construindo uma leitura contínua do ambiente.

A marcenaria branca percorre o perímetro inferior e se prolonga em armários suspensos com portas de vidro, organizando roupas e objetos como parte da composição. Entre eles, nichos abertos permitem que peças do cotidiano permaneçam visíveis e acessíveis. O berço em madeira natural introduz calor em contraste com a base clara e com o verde suave que envolve paredes e teto.

Sobre essa estrutura de linguagem mais clássica, marcada por boiseries e proporções regulares, uma linha contínua de luz atravessa paredes e forro. O gesto rompe deliberadamente com a expectativa de um quarto infantil tradicional: transforma a iluminação em desenho, evidencia a geometria do espaço e cria profundidade dentro de uma metragem reduzida.

O resultado procura evitar uma ambientação excessivamente temática. Os elementos associados à infância aparecem nos objetos, enxoval e pequenos personagens, enquanto a arquitetura permanece suficientemente permanente para acompanhar as transformações do ambiente ao longo do tempo.

Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 1
Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 2
Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 3
Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 4
Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 5
Quarto do bebê Theo, interiores em Navegantes — foto 6

Habitat Deca

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Habitat Deca

Itapema, Brasil
ClienteDeca
ProgramaCASACOR Santa Catarina 2018
Área35 m²
Ano2018
TipologiaExposição | Banheiro público
RegistroFotografia
EscopoPesquisa e arquitetura de interiores
EquipeJeferson Branco
FotografiaLio Simas

Habitat Deca marca a estreia de Jeferson Branco na CASACOR Santa Catarina, ainda durante a graduação em Arquitetura e Urbanismo. O ambiente nasce como desdobramento de “Banheiro(a), um banheiro para... pessoas!”, projeto vencedor geral do 22º Concurso Estudos Deca de 2017 e primeiro colocado na categoria Banheiro de Estação de Trem ou Metrô. A premiação conduziu a pesquisa acadêmica para uma situação construída, aberta ao público e submetida ao uso cotidiano dos visitantes da mostra.

O ponto de partida era uma crítica à divisão convencional dos banheiros públicos entre masculino e feminino. A pesquisa investigava situações em que essa separação produz constrangimento, insegurança ou limitações práticas, incluindo crianças acompanhadas por responsáveis de outro gênero, idosos e pessoas que necessitam de auxílio, além das questões ligadas à diversidade de gênero. No Habitat Deca, essas demandas são reunidas em um único ambiente de uso coletivo, com cabines individuais integralmente fechadas para garantir privacidade e segurança.

A configuração espacial substitui a segregação por uma área comum de permanência e cuidado. O banheiro passa a operar como território compartilhado, onde a arquitetura organiza diferentes graus de intimidade sem determinar previamente quem pode ocupar cada espaço. Durante a CASACOR, o ambiente permaneceu funcional e pôde ser efetivamente utilizado pelos visitantes, transformando a mostra em campo de observação para a própria hipótese projetual.

A materialidade aproxima o espaço da ideia de habitat. Madeira escura, pedra, vegetação abundante e água compõem uma atmosfera densa, atravessada por iluminação branca, azul e rosa. A vegetação ocupa paredes e áreas junto às louças, enquanto os elementos sanitários deixam a posição estritamente utilitária e passam a integrar a composição espacial. A cuba de piso foi associada à água como uma fonte e o mictório incorporado à vegetação, estratégia registrada nas publicações da época.

O neon estabelece outra camada de leitura. Formas reconhecíveis da sinalização convencional de banheiros são ampliadas e sobrepostas, dissolvendo graficamente a separação binária que o projeto questiona. Em contraste com a presença orgânica das plantas, a luz artificial introduz uma linguagem urbana e tecnológica, colocando natureza e transformação comportamental dentro da mesma narrativa.

Habitat Deca estabelece, já na estreia de Jeferson Branco em uma mostra de arquitetura, uma prática orientada por pesquisa e posicionamento. O espaço parte de um programa cotidiano para discutir inclusão, autonomia, privacidade e o modo como a arquitetura acompanha mudanças socioculturais. A própria apresentação oficial de 2018 definia o ambiente como um espaço capaz de receber diferentes usuários sem barreiras ou discriminação.

Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 1
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 2
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 3
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 4
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 5
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 6
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 7
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 8
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 9
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 10
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 11
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 12
Habitat Deca, mostra em Itapema — foto 13

Contato

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EstúdioR. Uruguai, 223, sala 1607 — Ed. Manhattan Office · Itajaí, SC
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LinkedInin/jefersonbranco
RegistroCAU A236089-6

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Mesa Lateral Pangea Série 01

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Mesa Lateral Pangea Série 01

ColeçãoPangea
Dimensões47 × 39 × (A). alturas 42 · 52 · 62 cm
MateriaisTampo em rocha natural brasileira · pé em aço carbono
AcabamentosTampo: Granito São Gabriel Escovado · Quartzito Red Fire Polido · Quartzito Cocada Blue / Pé: Preto Fosco · Branco Fosco
FabricanteJBARQ
Ano do projeto2021
Ano2021
PreçoSob consulta
Apareceu emDesign Week SP

Mesa lateral em rocha extraída no Brasil, 47 × 39 cm, em três alturas

Mesa lateral da coleção Pangea. 47 × 39 cm, em três alturas: 42, 52 e 62 cm.

A Série 01 é feita com rochas extraídas no Brasil. Rocha é material natural e pode variar de peça para peça. Outras rochas e outras cores de pé sob consulta. Desenho e fabricação JBARQ, 2021.

Mesa Lateral Pangea Série 01, objeto — foto 1
Mesa Lateral Pangea Série 01, objeto — foto 2
Mesa Lateral Pangea Série 01 — CE641F3E-2F8F-407C-8A27-1CB3B8164285.jpg
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Mesa Lateral Pangea Série 01 — IMG_3869.JPEG
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Mesa Lateral Pangea Série 02

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Mesa Lateral Pangea Série 02

ColeçãoPangea
Dimensões47 × 39 × (A). alturas 42 · 52 · 62 cm
MateriaisMadeira maciça
AcabamentosDiamante · Cristal · Ambar · Jaspe · Granada · Carvão
FabricanteHortensia Móveis
Ano do projeto2023 atualizado
Ano2023
PreçoSob consulta
Apareceu emDesign Week SP

Mesa lateral em Tauari maciço com acabamento em óleo natural, 47 × 39 cm, em três alturas

Mesa lateral da coleção Pangea. 47 × 39 cm, em três alturas: 42, 52 e 62 cm.

A Série 02 é feita em Tauari maciço, de forma artesanal, com acabamento em óleo natural que pode ser tingido no tom do projeto. Acabamentos: Diamante, Natural, Ambar, Jaspe, Granada e Carvão. Desenho 2023; fabricação Hortensia Móveis.

Mesa Lateral Pangea Série 02 — DSC00108.jpg
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Cadeira Luiz Antonio

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Cadeira Luiz Antonio

ColeçãoLuiz Antonio
Dimensões50 × 50 × 85 cm (L × C × A)
MateriaisMadeira maciça Tauari
AcabamentosDiamante · Cristal · Ambar · Jaspe · Granada · Carvão
FabricanteHortensia Móveis
Ano do projeto2023
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emDesign Week Milão

Cadeira em Tauari maciço, feita de forma artesanal, 50 × 50 × 85 cm, lançada na Semana de Design de Milão em 2025

Cadeira em Tauari maciço, feita de forma artesanal. 50 × 50 × 85 cm (L × C × A). Desenho de 2023; fabricação Hortensia Móveis.

A coleção leva o nome do furão Luiz Antonio. A peça foi lançada na Semana de Design de Milão, em abril de 2025, primeira participação da JBARQ no evento.

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Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01

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Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01

ColeçãoTropicália
Dimensões45 × 30 × 52 cm
MateriaisRocha natural · madeira
FabricanteMinith
Ano do projeto2023
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Design Week SP

Mesa lateral em rejeitos de pedra, Série 01 da coleção Tropicália, 45 × 30 × 52 cm

Mesa lateral de apoio da coleção Tropicália, Série 01. Feita de rejeitos de pedras nobres, sobras que voltam ao uso como peça. As formas são curvas, orgânicas; a referência é o paisagismo modernista brasileiro, em especial a obra de Roberto Burle Marx.

Mede 45 × 30 × 52 cm. Produzida pela MINITH. Desenhada em 2023, lançada em 2025.

Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01, objeto — foto 1
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01, objeto — foto 2
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 — MESA LATERAL TROPICALIA 001 - IMAGEM 01.png
MESA LATERAL TROPICALIA 001 - IMAGEM 01.png
Mesa Lateral de Apoio Tropicália Série 01 — MESA LATERAL TROPICALIA 001 - IMAGEM 02.png
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Tapete Protozoa

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Tapete Protozoa

ColeçãoProtozoa
DimensõesCustomizáveis de acordo com o projeto, respeitando as
MateriaisFio ECONYL (nylon regenerado), feito à mão
AcabamentosMais de 80 cores · amostras sob pedido
FabricanteTapeçaria Italiana
Ano do projeto2023
Ano2023
PreçoSob consulta

Tapete feito à mão em ECONYL, nylon regenerado; medidas por projeto, na proporção do desenho

Tapete da coleção Protozoa. O desenho parte de formas de microrganismos: contornos orgânicos, cores vibrantes. A confecção é manual, em processo semi-artesanal, pela TAPEÇARIA ITALIANA.

O fio é ECONYL, nylon 100% regenerado a partir de resíduos retirados do oceano e de aterros: redes de pesca, plásticos industriais, restos de tecido. Fabricado sob encomenda. As medidas seguem o projeto, mantendo a proporção do desenho original. Amostras com mais de 80 cores. Desenhado e lançado em 2023.

Tapete Protozoa — PROTOZOA VERDE STILL.png
PROTOZOA VERDE STILL.png
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PROTOZOA ROXO STILL 2.png
Tapete Protozoa — PROTOZOA MARROM STILL.png
PROTOZOA MARROM STILL.png
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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01

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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01

ColeçãoRuna
Dimensões25 × 27 × 21 cm
MateriaisRocha natural reaproveitada da construção civil
AcabamentosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Ano do projeto2023
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Boom SP Design

Mesa de apoio de parede em bloco de rocha bruta reaproveitada da construção civil, 25 cm de largura

Mesa de apoio de parede da coleção Runa. Um bloco de rocha bruta, reaproveitado dos resíduos da construção civil, recebe um recorte que apoia o prato. O recorte remete às runas, artefatos em pedra. Fabricação MINITH. Desenho 2023, lançamento 2025.

Série 01: 25 × 27 × 21 cm.

Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 01, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01

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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01

ColeçãoIrupê
Dimensões25 × 26 × 6 cm
MateriaisMadeira maciça Tauari · fixação em aço inoxidável
AcabamentosDiamante · Cristal · Ambar · Jaspe · Granada · Carvão
FabricanteHortensia Móveis
Ano do projeto2024
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Design Week SC · Design Week SP

Mesa de apoio de parede feita à mão em Taquari maciço, fixação em aço inoxidável, 25 cm de largura

Mesa de apoio de parede da coleção Irupê. Feita à mão em Taquari maciço, com opção de várias tonalidades e fixação em aço inoxidável. A forma vem das plantas aquáticas que os guaranis chamam irupê. Fabricação Hortensia Móveis. Desenho 2024, lançamento 2025.

Série 01: 25 × 26 × 6 cm.

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_008.jpg
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Luminária de Mesa Kûara

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Luminária de Mesa Kûara

ColeçãoKûara
Dimensões13 × 13 × 43 cm (L × C × A)
MateriaisSobras de rocha natural reaproveitadas
AcabamentosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Ano do projeto2024
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Maison&Objet Paris · Design Week SP

Luminária de mesa em sobras de rocha natural, corpo escalonado, 13 × 13 × 43 cm

Luminária da coleção Kûara, produzida pela MINITH. Desenho de 2024, lançamento em 2025. Feita de sobras de rochas naturais, rejeitos da indústria da construção civil, em estrutura escalonada.

Versão de mesa: 13 × 13 × 43 cm (L × C × A). Duas edições: padrão e limitada.

Luminária de Mesa Kûara, objeto — foto 1
Luminária de Mesa Kûara, objeto — foto 2
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Luminária de Piso Kûara

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Luminária de Piso Kûara

ColeçãoKûara
Dimensões20 × 20 × 175 cm (L × C × A)
MateriaisSobras de rocha natural reaproveitadas
AcabamentosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Ano do projeto2024
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Maison&Objet Paris · Design Week SP

Luminária de piso em sobras de rocha natural, corpo escalonado, 20 × 20 × 175 cm

Luminária da coleção Kûara, produzida pela MINITH. Desenho de 2024, lançamento em 2025. Feita de sobras de rochas naturais, rejeitos da indústria da construção civil, em estrutura escalonada.

Versão de piso: 20 × 20 × 175 cm (L × C × A). Duas edições: padrão e limitada.

Luminária de Piso Kûara, objeto — foto 1
Luminária de Piso Kûara, objeto — foto 2
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Arandela Kûara

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Arandela Kûara

ColeçãoKûara
Dimensões12 × 12 × 12 cm
MateriaisSobras de rocha natural reaproveitadas
AcabamentosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Ano do projeto2024
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emMaison&Objet Paris

Arandela em sobras de rocha natural, corpo escalonado, 12 × 12 × 12 cm

Luminária da coleção Kûara, produzida pela MINITH. Desenho de 2024, lançamento em 2025. Feita de sobras de rochas naturais, rejeitos da indústria da construção civil, em estrutura escalonada.

Versão de parede: 12 × 12 × 12 cm.

Arandela Kûara, objeto — foto 1
Arandela Kûara, objeto — foto 2
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Banco Mercúrio Série 01

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Banco Mercúrio Série 01

ColeçãoMercúrio
Dimensões45 × 45 × 35 cm (L × C × A)
MateriaisAlumínio fundido em areia
FabricanteJBARQ
Ano do projeto2023
Ano2025
PreçoSob consulta
Apareceu emCasa Dexco SP · Design Week RS · Design Week SP

Banco em alumínio fundido em areia; desenho 2023, produção JBARQ, 45 × 45 × 35 cm

O Banco Mercúrio foi desenhado em 2023 a partir da passagem da matéria do estado líquido ao sólido. A forma registra esse momento; o nome vem do metal que ocorre líquido na natureza.

A Série 01 é fundida em alumínio pelo processo de fundição em areia (sand casting) e produzida pela JBARQ. Mede 45 × 45 × 35 cm. Lançada em 2025.

Banco Mercúrio Série 01, objeto — foto 1
Banco Mercúrio Série 01, objeto — foto 2
Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3496.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3728.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — IMG_3820.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — BEZERRA_PANOBIANCO__ECOS_BRANDOS_estudiony18_0017.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — Bezerra_Panobianco_ny18_002.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — 0Z7A5425-2.jpg
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Banco Mercúrio Série 01 — 27. Avell Desvio Rubro - Jeferson Branco Arquitetura CASACOR BC 2026 - Foto Lio Simas (2).jpg
27. Avell Desvio Rubro - Jeferson Branco Arquitetura CASACOR BC 2026 - Foto Lio Simas (2).jpg

Vaso Pingos

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Vaso Pingos

ColeçãoPingos
Dimensões15 × 15 × 31 cm
MateriaisCerâmica
FabricanteMolle Design
Ano do projeto2023
Ano2024
PreçoSob consulta

Vaso Pingos, Molle Design; quatro séries, 15 × 15 × 31 cm

Pingos parte da linha Raízes do Sul, da coleção Raízes da Molle Design; desenho de 2023 com Jeferson Branco, lançamento em 2024. As peças têm textura orgânica e detalhes esféricos; a referência é a água do Sul do país: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral catarinense.

O vaso mede 15 × 15 × 31 cm, recebe planta seca ou água, e sai em quatro séries, 01 a 04.

Vaso Pingos, objeto — foto 1
Vaso Pingos, objeto — foto 2
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Castiçal Pingos

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Castiçal Pingos

ColeçãoPingos
Dimensões15 × 15 × 16 cm
MateriaisCerâmica
FabricanteMolle Design
Ano do projeto2023
Ano2024
PreçoSob consulta

Castiçal Pingos, Molle Design; duas séries, 15 × 15 × 16 cm

Pingos parte da linha Raízes do Sul, da coleção Raízes da Molle Design; desenho de 2023 com Jeferson Branco, lançamento em 2024. As peças têm textura orgânica e detalhes esféricos; a referência é a água do Sul do país: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral catarinense.

O castiçal mede 15 × 15 × 16 cm e sai em duas séries, 01 e 02.

Castiçal Pingos, objeto — foto 1
Castiçal Pingos, objeto — foto 2
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Fruteira Pingos

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Fruteira Pingos

ColeçãoPingos
Dimensões29 × 29 × 17 cm
MateriaisCerâmica
FabricanteMolle Design
Ano do projeto2023
Ano2024
PreçoSob consulta

Fruteira Pingos, Molle Design, 29 × 29 × 17 cm

Pingos parte da linha Raízes do Sul, da coleção Raízes da Molle Design; desenho de 2023 com Jeferson Branco, lançamento em 2024. As peças têm textura orgânica e detalhes esféricos; a referência é a água do Sul do país: Rio Guaíba, Lagoa dos Patos, litoral catarinense.

A fruteira mede 29 × 29 × 17 cm.

Fruteira Pingos, objeto — foto 1
Fruteira Pingos, objeto — foto 2
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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02

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Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02

ColeçãoIrupê
Dimensões50 × 25 × 6 cm
MateriaisMadeira maciça Tauari · fixação em aço inoxidável
AcabamentosDiamante · Cristal · Ambar · Jaspe · Granada · Carvão
Apareceu emBienal de Arquitetura Brasileira SP

Double version of the Irupê: 50 cm wide in solid Taquari, stainless steel fixing

Wall-mounted side table from the Irupê collection. Handmade in solid Taquari, with a choice of several tones and stainless steel fixing. The shape comes from the aquatic plants the Guarani call irupê.

Series 02, double version: 50 × 25 × 6 cm, twice the width of Series 01, in a horizontal arrangement. Launch coming; we notify via WhatsApp.

Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Irupê Série 02, objeto — foto 2

Banco Mercúrio Série 02

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Banco Plasm

ColeçãoPlasma
Dimensões40 × 40 × 32 cm (L × C × A)
MateriaisResina translúcida ou sólida
AcabamentosResina translúcida ou sólida · carta de cores sob consulta
FabricanteBy Poly
Ano do projeto2026 Atualização
Previsto2026

Banco em resina, translúcida ou sólida; desenho 2023, produção BY POLY, 40 × 40 × 32 cm

O Banco Plasma foi desenhado em 2023 a partir da passagem da matéria do estado líquido ao sólido. A forma registra esse momento; o nome vem do metal que ocorre líquido na natureza.

A é em resina, colorida translúcida ou sólida, produzida pela BY POLY. Bolhas e imperfeições ficam de propósito e fixam o movimento do material. Mede 40 × 40 × 32 cm. Lançamento previsto; avisamos pelo WhatsApp.

Banco Plasm, objeto — foto 1
Banco Plasm, objeto — foto 2
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Banco Plasm — IMG_3585.PNG
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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

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Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02

ColeçãoRuna
Dimensões50 × 27 × 21 cm
MateriaisRocha natural reaproveitada da construção civil
AcabamentosGranito São Gabriel Escovado · Granito Andorinha · Calcário Bege Bahia · Mármore Napoleon Bordeaux · Quartzito Da Vinci
FabricanteMinith
Ano do projeto2023
Previsto2025
Apareceu emCasa Dexco SP · Boom SP Design

Mesa de apoio de parede em bloco de rocha bruta reaproveitada da construção civil, 50 cm de largura

Mesa de apoio de parede da coleção Runa. Um bloco de rocha bruta, reaproveitado dos resíduos da construção civil, recebe um recorte que apoia o prato. O recorte remete às runas, artefatos em pedra. Fabricação MINITH. Desenho 2023.

Série 02: 50 × 27 × 21 cm, o dobro da largura da Série 01. Lançamento previsto; avisamos pelo WhatsApp.

Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02, objeto — foto 1
Mesa de Apoio de Parede Runa Série 02, objeto — foto 2
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Latitude27

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Latitude27

Navegantes, 2026
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Prêmios

2017 – 2025

O reconhecimento veio ainda na graduação e desde então acompanha o trabalho em concursos, mostras e coleções.

Imprensa

2024 – 2026

Onde o trabalho foi publicado, e pelo que foi publicado.